Homem íntegro da terra de Uz, grande em bens, que sofre a perda e a doença, questiona a Deus e acaba diante dele em humildade.
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Jó vivia na terra de Uz, homem íntegro e correto, temente a Deus, que se afastava do mal. Tinha sete filhos e três filhas e era o maior de todos do oriente Jó 1.1–5. Oferecia holocaustos pelos filhos, receando que tivessem pecado Jó 1.1–5. O SENHOR o apresenta a Satanás como servo sem igual na terra, que mantém a integridade; Satanás é autorizado a feri-lo, com a ordem de preservar-lhe a vida, e o fere com chagas malignas Jó 2.3–7.
No sofrimento, Jó amaldiçoa o dia em que nasceu Jó 3.1–5. Ele diz que sua aflição pesa mais que a areia dos mares e que as flechas do Todo-Poderoso estão nele Jó 6.1–5. Pergunta como o ser humano pode ser justo diante de Deus Jó 9.1–5. Os três amigos cessam de responder porque Jó era justo aos seus olhos, e Eliú se irrita por ele justificar mais a si mesmo que a Deus Jó 32.1–5. Eliú o chama a ouvir Jó 33.1–5 e cita sua afirmação: Eu sou justo, e Deus tem me tirado meu direito Jó 34.5–9.
O SENHOR responde a Jó, e este reconhece que é insignificante e põe a mão sobre a boca Jó 40.1–5. Jó confessa que Deus tudo pode, que falou do que não entendia, e que antes ouvira falar de Deus, mas agora seus olhos o veem Jó 42.1–5.
Ezequiel o cita ao lado de Noé e Daniel como justo que livraria só a própria alma Ez 14.14–18. Tiago lembra sua paciência e o resultado da parte do Senhor, que é misericordioso e cheio de compaixão Tg 5.11–15.