A manifestação visível da presença de Deus, que enche o tabernáculo e o templo e que a Escritura mostra com cautela ao homem.
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A Glória de Deus é apresentada na Escritura como presença visível. Moisés pediu para ver a glória de Deus. O Senhor respondeu que faria passar seu bem diante dele e proclamaria seu nome, mas que ninguém o veria de rosto e viveria Ex 33.18–23. Quando o tabernáculo foi concluído, a nuvem o cobriu e a glória do Senhor o encheu, e Moisés não pôde entrar Ex 40.34–38. Na dedicação do templo, os sacerdotes não puderam ministrar por causa da nuvem, pois a glória do Senhor enchera a casa 1Re 8.11.
Os Salmos ligam a glória à voz do Senhor, que faz tremer o deserto, e dizem que no seu templo todos falam de sua glória Sl 29.7–9. Isaías, ao ver o Rei, o Senhor dos exércitos, reconhece-se de lábios impuros Is 6.5.
No fim, a cidade celeste tem a glória de Deus, e sua luz é como pedra preciosa, como jaspe, como cristal brilhante Ap 21.11.