A inocência de Jó é o tema da integridade que Deus reconhece em Jó, em tensão com a afirmação de que não há justo algum.
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A inocência de Jó é afirmada pelo próprio Deus. Ele diz a Satanás que ninguém na terra é semelhante a Jó, homem íntegro e correto, temente a Deus e que se afasta do mal Jó 1.8–11. Satanás responde que Jó teme a Deus por causa das bênçãos e pede que Deus toque em tudo o que ele tem Jó 1.8–11. Deus repete o elogio e diz que Jó ainda mantém a integridade, mesmo tendo sido arruinado sem causa Jó 2.3–5.
Os amigos de Jó pressupõem o contrário. Um deles lembra que o temor a Deus era sua confiança e a integridade dos seus caminhos, sua esperança Jó 4.6. O próprio Jó declara que preparou sua causa e sabe que será considerado justo Jó 13.18. Ele também afirma que seu Redentor vive e que, em sua carne, verá a Deus Jó 19.25–26.
Há uma tensão com o ensino de que não há justo, nem um sequer Rm 3.10. Ela não anula a integridade que o livro reconhece em Jó.