Números simbólicos: como números como quatro, sete e doze aparecem na Escritura, e por que não servem para calcular o futuro.
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Números simbólicos são números que, nas Escrituras, carregam um sentido além da contagem. A leitura exige cuidado: o simbolismo não é exato e não deve produzir previsões sobre o futuro.
O doze aparece ligado ao povo de Deus. Elias toma doze pedras, conforme o número das tribos dos filhos de Jacó 1Re 18.31. Jesus chama a si doze discípulos e os envia, nomeando os apóstolos Mt 10.1–5. No Apocalipse, cento e quarenta e quatro mil são selados de todas as tribos de Israel, doze mil de cada uma Ap 7.4–8. Na leitura do material, o número doze mil representa um grande grupo do povo de Deus, e o cento e quarenta e quatro mil, todo o povo de Deus Ap 7.4–8.
O quatro e o sete têm outros usos. Quatro grandes animais sobem do mar em Daniel, diferentes um do outro Dn 7.3; o quatro pode representar o mundo conhecido. O sete aparece no sétimo dia, em que Deus repousou de sua obra e o abençoou Gn 2.2–3, e nos sete tempos que passam sobre o rei em Daniel Dn 4.16. O material associa o sete a perfeição ou realização divina Gn 2.2–3.