A controvérsia sobre exigir a circuncisão dos gentios convertidos e a resposta do Novo Testamento sobre o seu valor.
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Circuncisão no Novo Testamento trata da disputa sobre se os gentios convertidos deviam ser circuncidados. A prática remonta à ordem de circuncidar ao oitavo dia todo macho, nascido em casa ou comprado Gn 17.12. Em Antioquia, alguns que desceram da Judeia ensinavam que, sem circuncisão conforme o costume de Moisés, não se podia ser salvo, e Paulo e Barnabé resistiram At 15.1–5. Em Jerusalém, alguns fariseus que haviam crido disseram que era preciso circuncidar os gentios e mandá-los guardar a Lei de Moisés At 15.1–5. Paulo fala de falsos irmãos que entraram para espionar a liberdade que se tem em Cristo Gl 2.4.
Paulo declara que a circuncisão nada vale e a incircuncisão nada vale; o que vale é a obediência aos mandamentos de Deus 1Co 7.19. Em Jerusalém, porém, correu o relato de que ele ensinava os judeus entre os gentios a não circuncidar os filhos At 21.20–21. Em Colossenses, a circuncisão feita sem mãos é a de Cristo, ligada ao batismo e à vida dada com ele Cl 2.11–23.