CARTAS
Gl 3.5E eu lhes pergunto de novo: Aquele que lhes dá o poder do Espírito Santo e opera milagres no meio de vocês faz isso como resultado das suas tentativas de obediência às leis judaicas ou pela fé com a qual receberam a palavra?
Gl 5.22–23Mas, quando o Espírito Santo controlar as nossas vidas, ele produzirá em nós esta espécie de fruto: amor, alegria, paz, paciência, retidão, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio; e aqui não há conflito algum com as leis judaicas.
Rm 7.7–12Será que estou sugerindo que a Lei de Deus é má? Claro que não! Eu não teria conhecido o pecado, a não ser pela Lei. Eu não conheceria o que é cobiça se a lei não dissesse: “Não cobice!” O pecado, no entanto, se aproveitou dessa Lei para despertar em mim todo tipo de desejo cobiçoso. Somente se não houvesse leis para serem quebradas é que não haveria pecado. Antes eu vivia sem a Lei, mas quando a Lei veio ela despertou o pecado em mim e então eu morri. Portanto, no que dizia respeito a mim, a boa Lei que deveria mostrar-me o caminho da vida, em vez disso me trouxe a morte. O pecado me enganou, tomando as boas leis de Deus e usando-as para me fazer culpado de morte.
Rm 8.5–14Aqueles que se deixam controlar por sua natureza humana vivem tão somente para agradar a si próprios; mas aqueles que vivem de acordo com o Espírito constatam que têm a sua mente controlada pelo Espírito. Seguir o Espírito Santo conduz à vida e à paz, mas seguir a velha natureza leva à morte, porque a velha natureza pecaminosa dentro de nós é inimiga de Deus. Ela nunca se submete à Lei de Deus, e nunca o fará. É por essa razão que aqueles que ainda estão sob o controle de sua própria natureza pecaminosa não podem agradar a Deus. Vocês, porém, não são controlados pela natureza humana. Vocês são controlados pelo Espírito, se de fato o Espírito de Deus está morando em vocês. E lembrem-se de que, se alguém não tiver o Espírito de Cristo, esse não pertence a Cristo.
2Co 3.7–18Entretanto, aquele velho sistema de lei, gravado com letras em pedras, que terminava em morte, veio com tal glória que o povo não podia fixar os olhos no rosto de Moisés, por causa do resplendor do seu rosto, ainda que esse brilho já estivesse se desvanecendo. Não deveríamos esperar uma glória muito maior nestes dias quando o Espírito Santo está concedendo vida? Se o plano que trouxe condenação era glorioso, muito mais glorioso ainda é o plano que justifica os homens perante Deus. De fato, aquela primeira glória, tal como foi mostrada no rosto de Moisés, não vale nada em comparação com a glória deslumbrante da nova aliança. Portanto, se o velho sistema, que se desvaneceu até acabar, era cheio de glória celestial, a glória do novo plano de Deus para a nossa salvação sem dúvida nenhuma é muito maior, pois é eterna.