PROFETAS
Ez 46.1–24“Assim diz o Soberano, o Senhor: A porta leste do pátio interior ficará fechada durante os seis dias de trabalho. Mas no sábado e no dia da lua nova ficará aberta. O príncipe chegará até o pórtico de entrada da passagem e ficará junto à porta. Os sacerdotes prepararão para ele o seu sacrifício queimado e as ofertas de gratidão; ele poderá adorar dali, mas não entrará no pátio interno por aquela porta. Apesar disso, ela ficará aberta todo o dia, até o pôr-do-sol. O povo adorará o Senhor em frente a essa passagem para o pátio interno, nos sábados e nas luas novas. O sacrifício queimado trazido pelo príncipe diante do Senhor, no dia de sábado, será de seis cordeiros e um carneiro adulto, todos sem defeito. Fará uma oferta de cereais, uma arroba de trigo ou cevada pelo carneiro adulto, e a quantidade que quiser para cada um dos cordeiros. Para cada arroba, deverá derramar um galão de azeite sobre a oferta, no altar.
Ez 47.13–23Assim diz o Soberano, o Senhor: “Estas serão as fronteiras da terra de Israel, quando ela for dividida entre as doze tribos de Israel. A tribo de José receberá duas partes. As partes serão rigorosamente iguais para cada tribo. Eu jurei, com mão levantada, dar esta terra a seus antepassados. Vocês receberão exatamente o que eu prometi dar como herança a eles no passado!” “Estas serão as fronteiras da terra: “Ao norte, desde o mar Mediterrâneo, seguindo pelo caminho de Hamate, até Zedade. Dali seguindo em direção a Berota e Sibraim, que fica a meio caminho entre Damasco e Hamate, indo até Hazer-Haticom, nos limites de Haurã. Assim, a fronteira norte irá do mar Mediterrâneo até Hazar-Enom; essa localidade faz divisa com Hamate ao norte e com Damasco ao sul.
Ez 40.1–49No início do vigésimo quinto ano do exílio, no início do ano, no décimo dia do mês, no décimo quarto ano depois da queda da cidade, a mão do Senhor veio sobre mim e me levou para lá. Em visões, Deus me levou à terra de Israel e me colocou sobre um monte muito alto. Lá, havia os edifícios de uma cidade à minha frente, em direção ao sul. O Senhor me levou mais perto, e eu vi um homem que brilhava como metal polido. Ele estava parado em frente a um portão; na sua mão havia um fio de linho e uma régua de medir. E o homem me disse: “Filho do homem, observe bem, ouça com atenção; decore tudo o que vou lhe mostrar. Foi para isso que você foi trazido até aqui. Seu dever é contar ao povo de Israel tudo o que você vai ver aqui”. Vi, então, o homem medir o muro que cercava o templo, usando aquela régua de medir. A régua na mão do homem tinha seis medidas longas, cada uma com meio metro de comprimento. Depois de medir, ele me disse: “Este muro tem três metros de espessura e três metros de altura”.
Ez 41.1–26Depois o homem me levou para dentro do templo propriamente dito. Mediu as colunas que sustentavam a entrada até a sala maior do edifício; elas tinham lados iguais, com três metros de largura em cada lado. A entrada tinha cinco metros de largura por dois metros e meio de profundidade. O santuário externo tinha ao todo vinte metros de comprimento por dez metros de largura. O homem entrou no santuário interno, ao fundo do santuário externo. Mediu a largura da entrada daquele santuário; eram três metros de largura por um metro de comprimento. Dos dois lados da entrada havia paredes de três metros e meio de espessura. Ao todo, o santuário interno era quadrado e media dez metros. Então, o homem me disse: “Agora nós estamos dentro do Lugar Santíssimo”. Logo depois, ele mediu as paredes do templo, verificando que elas tinham três metros de espessura. Do lado de fora, junto à parede, havia salas, tendo cada uma dois metros quadrados.
Ez 42.1–20Depois de tudo isso, o homem me levou para o pátio externo, em direção ao norte. Fomos às salas que ficavam no lado norte do pátio, de frente para o edifício separado. Ao todo, aquela fileira de salas media cinquenta metros de comprimento e vinte e cinco metros de largura. As fileiras de salas ficavam lado a lado com a parede do pátio interno. Havia três andares, dando as salas para o pátio externo de um lado, e deixando um espaço livre de dez metros até o pátio interno. Em frente às salas, havia uma calçada de cinco metros de largura, ao longo de toda a extensão das salas, cinquenta metros. As entradas das salas ficavam voltadas para o norte. As salas dos andares superiores eram mais estreitas que as salas do andar térreo, porque os corredores eram mais largos; assim, as salas do segundo andar eram mais estreitas que as do primeiro andar, e estas, mais estreitas que as do térreo.