Tema da nova aliança de Deus, anunciada por Jesus na ceia e descrita por Paulo como obra do Espírito, em contraste com a letra.
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A nova aliança de Deus aparece quando Jesus, depois da ceia, toma o copo e diz que ele é o Novo Testamento em seu sangue, derramado pelos discípulos Lc 22.20. A expressão vem de uma aliança anterior: no monte, o Senhor disse a Israel que, se ouvissem sua voz e guardassem seu pacto, seriam seu especial tesouro, reino de sacerdotes e gente santa Ex 19.3–6.
Paulo descreve o ministério da nova aliança. Deus o fez capaz de ser ministro do Novo Testamento, não da letra, mas do Espírito, porque a letra mata e o Espírito vivifica 2Co 3.6. O Espírito é também o penhor: Deus selou os crentes e deu o penhor do Espírito em seus corações 2Co 1.22. Desse penhor Paulo extrai a esperança de uma casa eterna nos céus, não feita por mãos, para a qual Deus nos preparou 2Co 5.1–10.
O verbete também reúne uma passagem de contraste, sobre Saul, que morreu por sua transgressão e porque buscou uma médium e não o Senhor. O reino passou a Davi 1Cr 10.13–14.