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Religião cananeia

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Temas bíblicosReligião cananeiaOs cananeus explicavam a criação ou a natureza em relação aos seus deuses. Cada deus representava uma força natural. Eles consideravam a lua, o sol, as…

As passagens

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1Sa 5.1–7
Os filisteus tomaram a arca de Deus e a trouxeram do campo de batalha em Ebenézer, para Asdode, e a colocaram no templo de Dagom, junto de sua estátua. Mas quando os moradores de Asdode foram ver a arca do Senhor, na manhã seguinte, a estátua de Dagom estava caída, com o rosto voltado para o chão, diante da arca do Senhor! Então eles levantaram a estátua de Dagom e a puseram em pé no seu lugar. Mas, na manhã seguinte, quando se levantaram de madrugada, havia acontecido a mesma coisa — Dagom estava caído diante da arca do Senhor! Desta vez a cabeça e as mãos da estátua estavam separadas do corpo, caídas junto à porta de entrada; só ficou o tronco da imagem. É por esse motivo que até hoje, nem os sacerdotes de Dagom nem os seus adoradores pisam no batente da porta ao entrarem no templo de Dagom, em Asdode.
1Sa 5.1–12
Os filisteus tomaram a arca de Deus e a trouxeram do campo de batalha em Ebenézer, para Asdode, e a colocaram no templo de Dagom, junto de sua estátua. Mas quando os moradores de Asdode foram ver a arca do Senhor, na manhã seguinte, a estátua de Dagom estava caída, com o rosto voltado para o chão, diante da arca do Senhor! Então eles levantaram a estátua de Dagom e a puseram em pé no seu lugar. Mas, na manhã seguinte, quando se levantaram de madrugada, havia acontecido a mesma coisa — Dagom estava caído diante da arca do Senhor! Desta vez a cabeça e as mãos da estátua estavam separadas do corpo, caídas junto à porta de entrada; só ficou o tronco da imagem. É por esse motivo que até hoje, nem os sacerdotes de Dagom nem os seus adoradores pisam no batente da porta ao entrarem no templo de Dagom, em Asdode.
2Re 3.26–27
Quando o rei de Moabe viu que a batalha estava perdida, reuniu setecentos dos seus homens armados de espadas e mandou atacar o rei de Edom. Mas de nada adiantou. Eles foram derrotados. Então o rei de Moabe pegou o seu filho mais velho, o que mais tarde seria rei em seu lugar, e o ofereceu em sacrifício em cima do muro da cidade. Isso trouxe grande indignação contra Israel. Por isso retiraram-se dali e voltaram para a sua terra.
2Re 17.5–23
Então, durante três anos, a terra de Israel ficou cheia de soldados assírios que cercavam Samaria, a capital de Israel. Finalmente, no nono ano do reinado de Oseias, a cidade de Samaria caiu em poder dos assírios, e o povo de Israel foi levado como escravo para a Assíria. Eles foram morar em colônias na cidade de Hala e ao longo das margens do rio Habor, em Gozã, entre as cidades dos medos. Essa desgraça caiu sobre a nação porque os israelitas haviam pecado contra o Senhor, o seu Deus, que os havia tirado do Egito e livrado do faraó, rei do Egito. Eles adoraram outros deuses e adotaram os maus costumes das nações que o Senhor havia expulsado de diante deles; seguiram também os costumes que os reis de Israel haviam adotado. O povo de Israel também havia praticado o mal em segredo contra o Senhor, o seu Deus. Eles haviam construído altares aos outros deuses em todas as suas cidades, desde a menor vila até a maior cidade.
2Re 24.18–20
Zedequias tinha vinte e um anos de idade quando começou a reinar e reinou onze anos em Jerusalém. O nome da sua mãe era Hamutal, filha de Jeremias, de Libna. Zedequias fez o que era mau aos olhos do Senhor, como o rei Jeoaquim havia feito. Assim o Senhor, em sua ira, finalmente lançou para longe da sua presença o povo de Jerusalém e de Judá. Então o rei Zedequias se rebelou contra o rei de Babilônia.
2Re 25.1–21
O rei Nabucodonosor, da Babilônia, reuniu todo o seu exército e cercou a cidade de Jerusalém, chegando ali no décimo dia do décimo mês do nono ano do reinado de Zedequias em Judá. Eles acamparam fora da cidade e construíram rampas de ataque ao redor da cidade. O cerco continuou até o décimo primeiro ano do reinado de Zedequias. O último alimento que havia na cidade foi comido no nono dia do quarto mês. Naquela noite, o rei e seus soldados fizeram um buraco no muro interno e fugiram em direção da Arabá, passando por uma porta que existe entre os muros duplos, perto do jardim do rei. Os soldados babilônios que cercavam a cidade saíram atrás do rei e o prenderam nas planícies de Jericó, e todos os seus homens o abandonaram.

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