Ler na Bíblia
TEMA

Invasão

10 menções

Na Biblioteca

1 artigo
Temas bíblicosInvasãoNo mundo antigo, invasões estrangeiras eram comuns e causavam grandes dificuldades. Se os invasores tivessem sucesso, traziam destruição e sofrimento…

As passagens

10 de 10 · STEPBible
LEI
Gn 14.1–16
Nessa época Anrafel, rei de Sinear, Arioque rei de Elasar, Quedorlaomer, rei de Elão e Tidal, rei de Goim, estavam em guerra contra Bera, rei de Sodoma, contra Birsa, rei de Gomorra, contra Sinabe, rei de Admá, contra Semeber, rei de Zeboim, e contra o rei de Belá, depois conhecido pelo nome de Zoar. Estes últimos cinco reis mobilizaram os seus exércitos no vale de Sidim, onde fica o mar Salgado. Por doze anos tinham sido dominados pelo rei Quedorlaomer, mas no décimo terceiro ano se rebelaram. No décimo quarto ano Quedorlaomer e os reis aliados derrotaram os refains em Asterote-Carnaim, os zuzins em Hã, os emins em Savé-Quiriataim,
HISTÓRICOS
2Re 17.5–23
Então, durante três anos, a terra de Israel ficou cheia de soldados assírios que cercavam Samaria, a capital de Israel. Finalmente, no nono ano do reinado de Oseias, a cidade de Samaria caiu em poder dos assírios, e o povo de Israel foi levado como escravo para a Assíria. Eles foram morar em colônias na cidade de Hala e ao longo das margens do rio Habor, em Gozã, entre as cidades dos medos. Essa desgraça caiu sobre a nação porque os israelitas haviam pecado contra o Senhor, o seu Deus, que os havia tirado do Egito e livrado do faraó, rei do Egito. Eles adoraram outros deuses e adotaram os maus costumes das nações que o Senhor havia expulsado de diante deles; seguiram também os costumes que os reis de Israel haviam adotado. O povo de Israel também havia praticado o mal em segredo contra o Senhor, o seu Deus. Eles haviam construído altares aos outros deuses em todas as suas cidades, desde a menor vila até a maior cidade.
2Re 18.13–37
Mais tarde, no décimo quarto ano do reinado de Ezequias, Senaqueribe, rei da Assíria, cercou e tomou todas as cidades fortificadas de Judá. O rei Ezequias mandou ao rei da Assíria que estava em Láquis esta mensagem: “Errei. Estou pronto a pagar tudo o que você exigir, contanto que se retire daqui”. O rei da Assíria exigiu de Ezequias, rei de Judá, dez toneladas e meia de prata e mil e cinquenta quilos de ouro. Para ajuntar toda essa quantia, Ezequias usou toda a prata que estava guardada no templo e nos cofres do palácio. E teve ainda de arrancar o ouro das portas do templo e dos batentes das portas que haviam sido cobertos com ouro, e entregou tudo ao rei da Assíria. Apesar disso, o rei da Assíria mandou, de Láquis, seu comandante do campo, seu principal tesoureiro e o chefe do seu estado-maior. Esses três foram com um grande exército e acamparam ao longo da estrada que fica ao lado do campo onde os tintureiros punham a roupa para branquear, perto do abastecimento de água do açude superior.
2Re 19.1–37
Quando o rei Ezequias ouviu o relatório desses homens, rasgou as suas roupas e se cobriu com um pano de saco e foi ao templo do Senhor a fim de orar. Depois disse a Eliaquim, administrador do palácio, ao secretário Sebna, e a alguns dos sacerdotes mais antigos, que se cobrissem de pano de saco e fossem à casa do profeta Isaías, filho de Amoz. Eles lhe disseram: “Assim diz o rei Ezequias: ‘Este é um dia de angústia, de castigo e de humilhação. Estamos como a mulher que está para dar à luz, mas que não tem forças para isso. Mas pode ser que o Senhor, o seu Deus, tenha ouvido as palavras do comandante do campo assírio, a quem o senhor dele, o rei da Assíria, enviou para desafiar o Deus vivo. Que o Senhor, o seu Deus, o repreenda pelas palavras que ouviu. Ó Isaías, suplique a Deus em favor dos poucos de nós que sobrevivemos’ ”. Quando os oficiais do rei Ezequias levaram a mensagem a Isaías,
PROFETAS
Is 6.8–13
Então ouvi a voz do Senhor dizendo: “Quem será o mensageiro que eu vou enviar ao meu povo? Quem irá por nós?” E eu respondi: “Eu irei, Senhor. Envie-me!” E o Senhor me respondeu: “Sim, você irá. E esta é a mensagem que você levará a este povo: ‘Vocês vão ouvir as minhas palavras muitas vezes, mas não vão entendê-las. Vocês vão ver, mas não entenderão’. Torne insensível o coração deste povo; tampe os ouvidos e feche os olhos deles. Assim, eles não verão com os olhos, não ouvirão com os ouvidos, nem compreenderão com o coração, para que não se voltem para mim e sejam curados”. Eu perguntei então: “Senhor, até quando isso vai durar?” E ele respondeu: “Só depois que as cidades forem destruídas e ficarem em ruínas, sem habitantes; até que as casas fiquem abandonadas e os campos completamente arrasados; até que o Senhor afaste para longe dela os homens, e a terra fique completamente destruída e abandonada!
Is 36.1–22
No décimo quarto ano do reinado de Ezequias, Senaqueribe, rei da Assíria, atacou as cidades fortificadas de Judá e conquistou todas elas. Ele mandou seu comandante à frente de um grande exército ao rei Ezequias. Esse exército partiu de Laquis e acampou perto de Jerusalém, junto ao aqueduto do açude Superior, perto do caminho que leva ao campo do Lavandeiro. Então Eliaquim, filho de Hilquias, o administrador do palácio de Israel, Sebna, o secretário do rei, e Joá, filho de Asafe, que escrevia a história do reino, foram ao encontro do comandante de Senaqueribe. E o comandante ordenou: “Digam ao rei Ezequias: “Assim diz o grande rei da Assíria Senaqueribe: ‘Em que você está baseando a sua confiança? Você acha que as palavras podem tomar o lugar da estratégia e da força militar? Em quem você confia para rebelar-se contra mim? p
Is 37.1–38
Quando o rei Ezequias ouviu o que havia acontecido, rasgou suas roupas, cobriu-se de pano de saco em sinal de tristeza e sofrimento, e foi ao templo do Senhor. Também mandou Eliaquim, o primeiro-ministro, Sebna, seu secretário, e os chefes dos sacerdotes, todos vestidos de pano de saco, a Isaías, o profeta, filho de Amoz, com esta mensagem: “Assim diz Ezequias: Estamos vivendo um período de muito sofrimento, de castigo e de vergonha. É como a hora em que a mulher sofre terrivelmente para dar à luz, mas não tem forças para fazer a criança nascer. Mas quem sabe o Senhor, o seu Deus, tenha ouvido as terríveis ofensas que o comandante do rei da Assíria falou, zombando do Deus vivo. E que o Senhor, o seu Deus, o repreenda pelas ofensas que ouviu. Por favor, Isaías, ore pelos remanescentes que sobreviveram em Jerusalém!” Os mensageiros do rei Ezequias foram levar a mensagem ao profeta Isaías.
Is 65.21–23
Naqueles dias, construirão casas e habitarão nelas; plantarão vinhas e comerão as suas uvas. Não construirão casas para outros morarem nelas, nem plantarão uvas para outros comerem. O meu povo terá vida longa como as árvores; os meus escolhidos aproveitarão até o fim tudo o que conseguiram com muito esforço. Nunca mais trabalharão sem proveito para outros povos comerem suas colheitas. Os seus filhos não acabarão na desgraça; pois serão um povo que o Senhor abençoou, e seus filhos também serão abençoados.
Jr 6.22–26
Assim diz o Senhor: “Vejam os exércitos marchando, vindo do norte; uma grande nação surgindo dos confins da terra. Os seus soldados vêm armados de carros e lanças, marchando em perfeita ordem de batalha. Eles são cruéis e não têm misericórdia. O barulho do exército é forte como o mar. Eles vêm para atacá-la, ó cidade de Sião”. Já ouvimos a fama desse exército, e as nossas mãos ficaram fracas de medo. O desespero tomou conta de nós; dores nos dominam, como dominam a mulher que dá à luz. Não saiam da cidade para o campo! Não andem pelas estradas porque os soldados inimigos estão espalhados por todo o país, prontos para matar! Estamos vivendo sob o domínio do terror. Ó minha filha, meu povo, vista roupas de luto, sente-se sobre a cinza e chore amargamente, como a viúva que perdeu seu único filho! De repente, o exército da destruição cairá sobre você.
Jr 19.7–15
“Aqui os planos de defesa de Judá e de Jerusalém irão por água abaixo. Aqui os soldados de Judá serão mortos pelos inimigos, pelas mãos daqueles que os perseguem, e os corpos ficarão espalhados sobre a terra para serem comidos pelas aves e pelas feras. Vou riscar esta cidade do mapa e ela vai virar alvo de zombaria; quem passar por aqui vai abrir a boca de espanto ao ver a desgraça que eu trouxe sobre esta cidade. Farei o inimigo cercar Jerusalém por tanto tempo que a comida e a água acabarão. Então os moradores de Jerusalém começarão a comer os seus próprios filhos e filhas, cada um comerá a carne do seu próximo. “Então quebre o vaso de barro à vista de todos esses homens que vieram com você, e diga a eles o seguinte: Assim diz o Senhor Todo-poderoso: Vou quebrar esta cidade e seu povo em pedaços, como se quebra um vaso de oleiro! E, da mesma maneira como é impossível restaurar este vaso, será impossível restaurar este povo e esta cidade. A matança será tão horrível que não será possível enterrar os mortos; os corpos serão até mesmo enterrados em Tofete.

Seu estudo sobre Invasão