1Sa 5.1–7Os filisteus tomaram a arca de Deus e a trouxeram do campo de batalha em Ebenézer, para Asdode, e a colocaram no templo de Dagom, junto de sua estátua. Mas quando os moradores de Asdode foram ver a arca do Senhor, na manhã seguinte, a estátua de Dagom estava caída, com o rosto voltado para o chão, diante da arca do Senhor! Então eles levantaram a estátua de Dagom e a puseram em pé no seu lugar. Mas, na manhã seguinte, quando se levantaram de madrugada, havia acontecido a mesma coisa — Dagom estava caído diante da arca do Senhor! Desta vez a cabeça e as mãos da estátua estavam separadas do corpo, caídas junto à porta de entrada; só ficou o tronco da imagem. É por esse motivo que até hoje, nem os sacerdotes de Dagom nem os seus adoradores pisam no batente da porta ao entrarem no templo de Dagom, em Asdode.
2Re 3.26–27Quando o rei de Moabe viu que a batalha estava perdida, reuniu setecentos dos seus homens armados de espadas e mandou atacar o rei de Edom. Mas de nada adiantou. Eles foram derrotados. Então o rei de Moabe pegou o seu filho mais velho, o que mais tarde seria rei em seu lugar, e o ofereceu em sacrifício em cima do muro da cidade. Isso trouxe grande indignação contra Israel. Por isso retiraram-se dali e voltaram para a sua terra.
2Re 17.5–23Então, durante três anos, a terra de Israel ficou cheia de soldados assírios que cercavam Samaria, a capital de Israel. Finalmente, no nono ano do reinado de Oseias, a cidade de Samaria caiu em poder dos assírios, e o povo de Israel foi levado como escravo para a Assíria. Eles foram morar em colônias na cidade de Hala e ao longo das margens do rio Habor, em Gozã, entre as cidades dos medos. Essa desgraça caiu sobre a nação porque os israelitas haviam pecado contra o Senhor, o seu Deus, que os havia tirado do Egito e livrado do faraó, rei do Egito. Eles adoraram outros deuses e adotaram os maus costumes das nações que o Senhor havia expulsado de diante deles; seguiram também os costumes que os reis de Israel haviam adotado. O povo de Israel também havia praticado o mal em segredo contra o Senhor, o seu Deus. Eles haviam construído altares aos outros deuses em todas as suas cidades, desde a menor vila até a maior cidade.
2Re 24.18–20Zedequias tinha vinte e um anos de idade quando começou a reinar e reinou onze anos em Jerusalém. O nome da sua mãe era Hamutal, filha de Jeremias, de Libna. Zedequias fez o que era mau aos olhos do Senhor, como o rei Jeoaquim havia feito. Assim o Senhor, em sua ira, finalmente lançou para longe da sua presença o povo de Jerusalém e de Judá. Então o rei Zedequias se rebelou contra o rei de Babilônia.
2Re 25.1–21O rei Nabucodonosor, da Babilônia, reuniu todo o seu exército e cercou a cidade de Jerusalém, chegando ali no décimo dia do décimo mês do nono ano do reinado de Zedequias em Judá. Eles acamparam fora da cidade e construíram rampas de ataque ao redor da cidade. O cerco continuou até o décimo primeiro ano do reinado de Zedequias. O último alimento que havia na cidade foi comido no nono dia do quarto mês. Naquela noite, o rei e seus soldados fizeram um buraco no muro interno e fugiram em direção da Arabá, passando por uma porta que existe entre os muros duplos, perto do jardim do rei. Os soldados babilônios que cercavam a cidade saíram atrás do rei e o prenderam nas planícies de Jericó, e todos os seus homens o abandonaram.