Perseguidor da igreja que se tornou missionário entre os gentios; Atos o acompanha de Damasco até a prisão a caminho de Roma.
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Paulo, também chamado Saulo, aparece em Atos primeiro como perseguidor: respirava ameaças e mortes contra os discípulos do Senhor e pediu cartas para as sinagogas de Damasco At 9.1–5. Perto da cidade, uma luz do céu o derrubou, e a voz que o chamava identificou-se como Jesus, a quem ele perseguia At 9.1–5.
Mais tarde, em Antioquia, o Espírito Santo mandou separar Barnabé e Saulo para a obra a que os havia chamado At 13.1–5. Enviados pelo Espírito, desceram a Selêucia, navegaram ao Chipre e anunciaram a palavra de Deus nas sinagogas dos judeus At 13.1–5. Quando alguns fariseus que tinham crido exigiram a circuncisão dos gentios e a guarda da Lei de Moisés, Paulo e Barnabé enfrentaram a questão e subiram a Jerusalém, onde os apóstolos e anciãos se reuniram para tratar dela At 15.2–6.
Nas viagens seguintes, Paulo entregava às igrejas as determinações dos apóstolos e anciãos de Jerusalém, e as igrejas eram firmadas na fé At 16.3–7. O Espírito o impediu de falar a palavra na Ásia At 16.3–7. Por três sábados argumentou pelas Escrituras que o Cristo devia morrer e ressuscitar, e o tumulto que se seguiu atingiu a casa de Jasão At 17.2–6. Em Éfeso encontrou discípulos que só conheciam o batismo de João e os batizou no nome do Senhor Jesus At 19.1–5.
O fim de Atos mostra Paulo sob ameaça e preso. Uma cilada dos judeus o fez voltar pela Macedônia At 20.1–5. Diante do conselho, afirmou ter andado com boa consciência diante de Deus At 23.1–5. Foi entregue a um centurião para navegar rumo à Itália At 27.1–5. Na ilha, uma víbora o mordeu e ele nada sofreu At 28.3–7.