Jz 8.27Com esse ouro, Gideão mandou fazer um manto sacerdotal, que ele colocou em sua cidade, Ofra. Mas todo o povo de Israel tornou-se infiel a Deus e começou a adorar o manto! Ele veio a ser uma armadilha e tentação para Gideão e para sua família.
Jz 21.6–23Todos os israelitas estavam profundamente tristes pelo que acontecera aos seus irmãos benjamitas. “Hoje foi eliminada uma tribo inteira de Israel”, diziam para si mesmos. “E como poderemos conseguir esposas para os poucos homens de Benjamim que sobreviveram, visto que tomamos o Senhor por testemunha de que não deixaríamos nossas filhas casarem com eles?” Depois perguntaram: “Qual das tribos de Israel não atendeu à convocação para reunião feita diante do Senhor, em Mispá?” E verificaram que da cidade de Jabes-Gileade ninguém tinha comparecido à assembleia. Ao contarem o povo, descobriram que nenhum dos moradores de Jabes-Gileade estava lá. Assim mandaram para lá doze mil soldados, dos melhores que tinham. Eles foram com a ordem de matar com a espada todos os moradores de Jabes-Gileade, homens, mulheres e crianças.
Jz 5.6–8Nos dias de Sangar, filho de Anate e de Jael, cessou o movimento nas estradas, e os viajantes tomavam caminhos tortuosos. As aldeias de Israel ficaram desertas e adormecidas, até que eu, Débora, levantei-me por mãe em Israel. Quando Israel escolheu novos deuses, esse desvio favoreceu a guerra, e entre os quarenta mil israelitas não se via um só escudo nem lança.
Jz 6.25–27Naquela noite o Senhor disse a Gideão: “Tome um dos novilhos do rebanho do seu pai — o boi de sete anos. Derrube o altar de Baal, que pertence ao seu pai, e corte o poste-ídolo que fica junto ao altar”. Continuando as instruções, disse o Senhor: “Depois construa um altar dedicado ao Senhor, o seu Deus, no alto do morro. Em seguida, sacrifique o segundo novilho como oferta queimada ao Senhor. Para o fogo, use como lenha o poste-ídolo que você irá cortar”. Gideão reuniu dez dos seus criados e fez tudo o que o Senhor mandou. Mas teve o cuidado de fazer tudo de noite, com medo dos parentes, e com medo dos homens da cidade.
Jz 18.1–31Como já foi dito, Israel não tinha rei naquela época. A tribo de Dã estava procurando um lugar onde morar, porque essa tribo não tinha conseguido ainda tomar posse do território que recebera por sorteio sagrado entre as tribos de Israel. Por isso o povo de Dã escolheu cinco heróis de guerra que representavam todos os grupos de família de Dã, das cidades de Zorá e Estaol, como espiões. A missão deles era espionar e examinar o território que Dã planejava conquistar. Disseram a eles: “Vão, examinem a terra”. Os espiões chegaram à região montanhosa de Efraim e passaram a noite na casa de Mica. Notando o sotaque do jovem levita, falaram com ele: “Quem o trouxe para cá? O que você está fazendo aqui? Por que veio para cá?”, perguntaram. E o jovem falou do trato que tinha feito com Mica, e que trabalhava como sacerdote pessoal para ele. Então os espiões disseram: “Neste caso, pergunte a Deus se nós vamos ter sucesso nesta missão, ou se vamos fracassar”.
Jz 19.1–30Naquele tempo não havia rei em Israel. Havia um homem da tribo de Levi que morava em lugares remotos, na região montanhosa de Efraim. Um dia ele tomou para si uma jovem de Belém, do território de Judá, para ser sua concubina. Mas a mulher foi infiel, e acabou voltando para Belém de Judá, para a casa do seu pai, ficando lá durante quatro meses. O marido resolveu partir para lá, levando um criado e dois jumentos, com a intenção de reconquistar o afeto dela, desejando que voltasse com ele. Quando ele chegou, a mulher fez que ele entrasse na casa do seu pai e o apresentou ao seu pai, que mostrou grande satisfação. Assim, insistiu com ele que se hospedasse ali por algum tempo. Ele aceitou, e assim permaneceram com eles três dias; comeram, beberam e dormiram ali. No quarto dia, já estavam de pé bem cedo, e o levita estava pronto para partir. Mas o pai da moça insistiu com o genro: “Coma alguma coisa antes de ir e você se fortalecerá”.