HISTÓRICOS
Jz 2.11–13Pouco tempo depois, os israelitas fizeram o que o Senhor reprovava e cultuaram os baalins. Abandonaram o Senhor, o Deus dos seus antepassados, que tinha tirado o povo de Israel do Egito, e serviram a outros deuses, deuses dos povos que viviam ao seu redor, e os adoraram. Com isso provocaram a ira do Senhor! Eles abandonaram o Senhor e prestaram culto a Baal e a Asterote.
Jz 3.7Assim os israelitas praticaram o mal diante do Senhor; esqueceram-se do Senhor, o seu Deus, e passaram a servir aos baalins e ao poste-ídolo.
Jz 5.1–31Então Débora e Baraque, filho de Abinoão, entoaram esta canção de louvor, celebrando a grande vitória: “Os chefes de Israel foram na frente; e o povo foi atrás alegremente! Bendigam o Senhor! Ouçam, ó reis! Príncipes, escutem! Eu cantarei ao Senhor, ao Senhor, Deus de Israel. Quando nos conduziu de Seir, marchando pelos campos, desde os campos de Edom, a terra tremeu, os céus gotejaram, sim, as nuvens despejaram água! E os montes se derreteram diante do Senhor. Até o monte Sinai estremeceu diante do Senhor, Deus de Israel!
Jz 5.6–8Nos dias de Sangar, filho de Anate e de Jael, cessou o movimento nas estradas, e os viajantes tomavam caminhos tortuosos. As aldeias de Israel ficaram desertas e adormecidas, até que eu, Débora, levantei-me por mãe em Israel. Quando Israel escolheu novos deuses, esse desvio favoreceu a guerra, e entre os quarenta mil israelitas não se via um só escudo nem lança.
Jz 6.25–30Naquela noite o Senhor disse a Gideão: “Tome um dos novilhos do rebanho do seu pai — o boi de sete anos. Derrube o altar de Baal, que pertence ao seu pai, e corte o poste-ídolo que fica junto ao altar”. Continuando as instruções, disse o Senhor: “Depois construa um altar dedicado ao Senhor, o seu Deus, no alto do morro. Em seguida, sacrifique o segundo novilho como oferta queimada ao Senhor. Para o fogo, use como lenha o poste-ídolo que você irá cortar”. Gideão reuniu dez dos seus criados e fez tudo o que o Senhor mandou. Mas teve o cuidado de fazer tudo de noite, com medo dos parentes, e com medo dos homens da cidade. De manhã cedo, quando a cidade estava despertando, viram que o altar de Baal tinha sido derrubado e o poste-ídolo cortado, e num novo altar alguém tinha sacrificado um dos bois do pai de Gideão. Então perguntaram uns aos outros: “Quem fez isso?” Depois de investigarem cuidadosamente, chegaram à conclusão: “Foi Gideão, o filho de Joás”.
Jz 6.25–27Naquela noite o Senhor disse a Gideão: “Tome um dos novilhos do rebanho do seu pai — o boi de sete anos. Derrube o altar de Baal, que pertence ao seu pai, e corte o poste-ídolo que fica junto ao altar”. Continuando as instruções, disse o Senhor: “Depois construa um altar dedicado ao Senhor, o seu Deus, no alto do morro. Em seguida, sacrifique o segundo novilho como oferta queimada ao Senhor. Para o fogo, use como lenha o poste-ídolo que você irá cortar”. Gideão reuniu dez dos seus criados e fez tudo o que o Senhor mandou. Mas teve o cuidado de fazer tudo de noite, com medo dos parentes, e com medo dos homens da cidade.
Jz 8.1–35Mas os oficiais de Efraim disseram a Gideão: “Por que você não mandou chamar as nossas tropas quando foi lutar contra os midianitas?” E reclamaram muito dele. Gideão, porém, respondeu: “O que é que fiz eu, em comparação com vocês? Os atos de Efraim no final do combate foram mais importantes do que aquilo que todos os homens do grupo de famílias de Abiezer fizeram. Deus entregou a vocês os líderes midianitas Orebe e Zeebe. O que foi que eu fiz que pode ser comparado com isso?” Com essas palavras abrandou-se a indignação deles contra Gideão. Gideão e os trezentos homens, cansados como estavam, atravessaram o Jordão e continuaram perseguindo os seus inimigos. Passando por Sucote, pediram alimentos aos moradores do lugar. “Estamos cansados”, explicaram, “porque estamos perseguindo Zeba e Salmuna, reis dos midianitas”.
Jz 8.27Com esse ouro, Gideão mandou fazer um manto sacerdotal, que ele colocou em sua cidade, Ofra. Mas todo o povo de Israel tornou-se infiel a Deus e começou a adorar o manto! Ele veio a ser uma armadilha e tentação para Gideão e para sua família.
Jz 8.33–35Logo depois da morte de Gideão, os israelitas tornaram-se infiéis ao Senhor e voltaram a adorar os baalins, e colocaram Baal-Berite como seu deus! Esqueceram-se de que o Senhor, o seu Deus, tinha livrado o povo de Israel de todos os inimigos que o rodeavam. Os israelitas também não foram bondosos para com a família de Jerubaal, isto é, de Gideão, não reconhecendo todo o bem que ele fizera a Israel!
Jz 10.6Então o povo de Israel voltou a fazer o que era mau aos olhos do Senhor, e voltou a adorar os baalins, Asterote e os deuses da Síria, de Sidom, de Moabe, dos amonitas e dos filisteus; e visto que deixaram mais uma vez de seguir e servir ao Senhor,
Jz 12.1–15Então a tribo de Efraim convocou os soldados para a batalha. Reunido o exército, foram para Zafom e mandaram esta mensagem a Jefté: “Por que você não chamou os nossos homens para ajudarem na luta contra os amonitas? Pois agora vamos queimar a sua casa, com você dentro!” “Eu convoquei vocês, mas vocês não atenderam”, respondeu Jefté. “Na hora em que precisávamos de vocês, vocês falharam. Quando vi que vocês não viriam me ajudar, arrisquei a minha vida e enfrentei os amonitas, e o Senhor permitiu que eu vencesse. Por que vocês vêm agora contra mim?” Então Jefté reuniu todos os soldados de Gileade, e eles guerrearam contra os de Efraim. E os homens de Gileade ficaram mais furiosos, porque os efraimitas diziam: “Vocês, gileaditas, moram entre Efraim e Manassés como desertores, e fogem de medo de Efraim”. Os gileaditas tomaram os pontos de travessia do Jordão, nos caminhos para Efraim. Quando algum fugitivo de Efraim aparecia e dizia: “Deixem-me passar”, os guardas de Gileade perguntavam: “Você é membro da tribo de Efraim?” Se o fugitivo dizia que não,
Jz 17.1–13Na região montanhosa de Efraim vivia um homem chamado Mica. Um dia ele disse à sua mãe: “Aqueles treze quilos de prata que roubaram da senhora, pelos quais a senhora andava lançando maldições, na verdade estão comigo. Eu peguei aquela prata!” “Que o Senhor o abençoe, meu filho”, disse-lhe sua mãe. Assim ele devolveu o dinheiro. Então a mãe dele disse: “Agora dedico esta prata ao Senhor, em favor do meu filho, para que ele faça uma imagem revestida de um ídolo de metal. Eu devolvo agora esta prata ao Senhor”. Ele devolveu a prata à sua mãe, e ela deu dois quilos e quatrocentos gramas de prata ao fabricante de estátuas, e ele fez a imagem e o ídolo encomendados. E estes foram colocados na casa de Mica. Este homem, Mica, possuía uma capela para os seus deuses. Ele fez um manto sacerdotal e alguns ídolos do lar, e consagrou um dos seus filhos, fazendo dele um sacerdote.
Jz 18.1–31Como já foi dito, Israel não tinha rei naquela época. A tribo de Dã estava procurando um lugar onde morar, porque essa tribo não tinha conseguido ainda tomar posse do território que recebera por sorteio sagrado entre as tribos de Israel. Por isso o povo de Dã escolheu cinco heróis de guerra que representavam todos os grupos de família de Dã, das cidades de Zorá e Estaol, como espiões. A missão deles era espionar e examinar o território que Dã planejava conquistar. Disseram a eles: “Vão, examinem a terra”. Os espiões chegaram à região montanhosa de Efraim e passaram a noite na casa de Mica. Notando o sotaque do jovem levita, falaram com ele: “Quem o trouxe para cá? O que você está fazendo aqui? Por que veio para cá?”, perguntaram. E o jovem falou do trato que tinha feito com Mica, e que trabalhava como sacerdote pessoal para ele. Então os espiões disseram: “Neste caso, pergunte a Deus se nós vamos ter sucesso nesta missão, ou se vamos fracassar”.
Jz 19.1–30Naquele tempo não havia rei em Israel. Havia um homem da tribo de Levi que morava em lugares remotos, na região montanhosa de Efraim. Um dia ele tomou para si uma jovem de Belém, do território de Judá, para ser sua concubina. Mas a mulher foi infiel, e acabou voltando para Belém de Judá, para a casa do seu pai, ficando lá durante quatro meses. O marido resolveu partir para lá, levando um criado e dois jumentos, com a intenção de reconquistar o afeto dela, desejando que voltasse com ele. Quando ele chegou, a mulher fez que ele entrasse na casa do seu pai e o apresentou ao seu pai, que mostrou grande satisfação. Assim, insistiu com ele que se hospedasse ali por algum tempo. Ele aceitou, e assim permaneceram com eles três dias; comeram, beberam e dormiram ali. No quarto dia, já estavam de pé bem cedo, e o levita estava pronto para partir. Mas o pai da moça insistiu com o genro: “Coma alguma coisa antes de ir e você se fortalecerá”.
Jz 20.1–48Então todos os israelitas, de Dã a Berseba, e de Gileade, do outro lado do Jordão, saíram e se reuniram em assembleia diante do Senhor, em Mispá, como se todos estivessem com um só pensamento. Os oficiais de todo o povo das tribos de Israel se apresentaram na assembleia do povo de Deus, num total de quatrocentos mil soldados, treinados para a guerra. A notícia da convocação dos soldados israelitas em Mispá chegou logo ao conhecimento da tribo de Benjamim. Os israelitas chamaram o marido da mulher que foi morta, e perguntaram: “Conte-nos como ocorreu essa perversidade”. Então o levita, marido da mulher que foi morta, respondeu: “Eu e minha mulher chegamos de noite em Gibeá, cidade situada no território de Benjamim, para passar a noite ali. Naquela mesma noite, os homens de Gibeá cercaram a casa em que estávamos. Queriam matar-me. Eles abusaram da minha concubina, de tal modo que ela morreu!
Jz 21.1–25Os homens de Israel fizeram esta promessa solene em Mispá: “Nenhum de nós vai deixar as suas filhas casarem com homens da tribo de Benjamim”. E o povo foi para Betel, e ficaram reunidos na presença de Deus até a tarde. E choraram alto e amargamente. “Ó Senhor, Deus de Israel”, clamaram eles, “por que aconteceu isso com Israel? Por que agora ficamos sem uma das tribos em Israel?” Na manhã seguinte, levantaram cedo, construíram um altar, e nele ofereceram ofertas queimadas e ofertas de paz. E começaram a perguntar uns aos outros: “Será que alguma tribo de Israel deixou de mandar representantes à assembleia realizada na presença do Senhor, em Mispá?” Pois naquela ocasião tinham feito um compromisso solene de que seria morto quem não atendesse à convocação diante do Senhor em Mispá.
Jz 21.6–23Todos os israelitas estavam profundamente tristes pelo que acontecera aos seus irmãos benjamitas. “Hoje foi eliminada uma tribo inteira de Israel”, diziam para si mesmos. “E como poderemos conseguir esposas para os poucos homens de Benjamim que sobreviveram, visto que tomamos o Senhor por testemunha de que não deixaríamos nossas filhas casarem com eles?” Depois perguntaram: “Qual das tribos de Israel não atendeu à convocação para reunião feita diante do Senhor, em Mispá?” E verificaram que da cidade de Jabes-Gileade ninguém tinha comparecido à assembleia. Ao contarem o povo, descobriram que nenhum dos moradores de Jabes-Gileade estava lá. Assim mandaram para lá doze mil soldados, dos melhores que tinham. Eles foram com a ordem de matar com a espada todos os moradores de Jabes-Gileade, homens, mulheres e crianças.
Jz 21.25Naquele tempo não havia rei em Israel. Cada um fazia o que achava que estava certo.
PROFETAS
Jr 5.7–9“Vocês acham que, vendo isso, eu ainda deveria perdoar? Seus filhos me abandonaram e adoram ídolos que não são deuses. Eu dei de comer ao meu povo e, quando já estavam satisfeitos, cometeram adultério, reunindo-se em casas de prostituição. Eles são belos cavalos, bem alimentados e cheios de desejos, cada um relinchando para a mulher do próximo. Não devo castigá-los por isso?”, pergunta o Senhor. “Não devo vingar-me dessa nação?
Jr 12.1–17Meu Deus, o Senhor sempre age com justiça quando apresento uma causa na sua presença. Agora eu gostaria de falar com o Senhor a respeito da justiça: Por que as pessoas más e desonestas prosperam? Por que os falsos e traidores vivem sem problemas? O Senhor planta essas pessoas, elas criam raízes e enriquecem. Seus lucros aumentam a cada dia. Elas dizem “Graças a Deus!”, mas é tudo da boca para fora. O coração delas está longe do Senhor. Mas veja o que acontece comigo. O Senhor conhece bem o meu coração, sabe como eu o amo. Ó Deus, arranque os maus como ovelhas destinadas para o matadouro! Separe-os para o dia do castigo! Até quando nossa terra vai ter de suportar as maldades dessa gente? A relva do campo seca por causa desses pecados, os animais e as aves morrem porque os homens desobedecem a Deus, e eles ainda dizem: “Essas ameaças de castigo que Jeremias anda anunciando nunca acontecerão!” A resposta do Senhor foi esta: “Se você se cansa correndo com homens — seus inimigos em Anatote — como vai aguentar uma corrida com cavalos? Se você tropeça numa terra segura, o que fará quando o Jordão inundar?
Mq 3.9–12Escutem, líderes e governantes de Israel, vocês que odeiam a justiça e amam a desonestidade, que constroem Sião, a cidade santa, com derramamento de sangue e pecados violentos de todo tipo. Suas autoridades aceitam suborno para torcer a justiça. Os sacerdotes cobram para ensinar a Lei, e os profetas adivinham em troca de prata, e apesar de tudo isso, se apoiam no Senhor e dizem: “Está tudo bem, o Senhor está conosco. Nada de mau pode nos acontecer!” É por sua causa que Jerusalém será arada como um campo e se tornará um monte de entulho. O monte onde está o templo ficará coberto de mato.
Mq 7.2–7Os homens bons desapareceram da terra! Não sobrou um homem reto sequer! Todos são assassinos, tentando destruir até mesmo seus irmãos! Avançam para suas maldades com as mãos estendidas, e como sabem usá-las para fazer o mal! O governador e o juiz exigem suborno. A pessoa rica paga o que eles pedem e diz a quem devem condenar. A justiça é torcida nos planos que fazem. O melhor desses homens fere como se fosse um espinheiro. O mais correto é pior que uma cerca de espinheiros! Mas o dia do julgamento se aproxima com rapidez. O tempo de castigo de Deus anunciado pelas suas sentinelas está quase chegando. Naquele dia haverá uma confusão geral. Não confiem em ninguém, nem mesmo em seu melhor amigo. Tenham cuidado no que dizem até com aquela com quem estão abraçados. Pois o filho despreza o pai; a filha provoca a mãe; a nora amaldiçoa a sogra. Sim, os inimigos do homem se encontram em sua própria casa!