Jovem de Judá levado ao cativeiro, conselheiro e intérprete de sonhos em cortes estrangeiras, a quem foram dadas visões sobre o futuro.
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Daniel é um dos filhos de Judá levados ao cativeiro, a quem o chefe dos eunucos deu o nome de Beltessazar Dn 1.6–10. Ele propôs em seu coração não se contaminar com a comida e o vinho do rei, e Deus lhe concedeu o favor do chefe dos eunucos Dn 1.6–10. Quando o rei decretou a morte dos sábios, Daniel falou com prudência ao capitão da guarda e pediu tempo para mostrar a interpretação Dn 2.13–17.
O rei reconhece nele o espírito dos deuses santos e lhe conta o sonho da grande árvore Dn 4.8–12. Mais tarde, diante de uma escritura que os sábios não souberam ler, é lembrado por ter conhecimento, entendimento e dom de interpretar sonhos Dn 5.12–16. Sob Dario, destaca-se entre os supervisores por um espírito extraordinário, e seus opositores não acham nele acusação alguma, a não ser na lei do seu Deus Dn 6.2–6.
A segunda parte do livro traz as visões que Daniel recebe: os quatro animais que sobem do mar Dn 7.1–5 e o carneiro de dois chifres, vistos junto ao rio Ulai Dn 8.1–5. Ao entender pelos livros os setenta anos de Jeremias, ele ora com jejum e confessa o pecado do povo Dn 9.2–6. Após três semanas de luto, recebe uma palavra verdadeira sobre uma grande guerra Dn 10.1–5. Ao fim, é mandado guardar em segredo as palavras e selar o livro até o tempo do fim Dn 12.4–8.
Fora do livro de Daniel, Ezequiel o cita ao lado de Noé e Jó como homem justo Ez 14.14–18 e usa sua sabedoria como termo de comparação Ez 28.3–7.