Patriarca chamado por Deus a deixar a sua terra, pai de Isaque e exemplo de fé para os que creem.
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Abraão, chamado antes de Abrão, recebeu de Deus a ordem de deixar a sua terra e a promessa de uma grande nação e de bênção para todas as famílias da terra Gn 12.1–5. Saiu aos setenta e cinco anos, levando Sara e Ló Gn 12.1–5. Em Canaã era riquíssimo em gado, prata e ouro, e invocou o nome do SENHOR junto ao altar entre Betel e Ai Gn 13.1–5.
Aos noventa e nove anos, Deus lhe apareceu, firmou o seu pacto e mudou o nome de Abrão para Abraão, pai de multidão de nações Gn 17.1–5. Os visitantes junto à árvore anunciaram que Sara teria um filho Gn 18.6–10. Em Gerar, Abraão disse que Sara era sua irmã, e o rei Abimeleque a tomou; Deus o advertiu em sonho Gn 20.1–5. Aos cem anos nasceu Isaque, circuncidado ao oitavo dia Gn 21.2–6.
Deus provou Abraão, mandando-o oferecer Isaque em holocausto na terra de Moriá, e ele se levantou cedo para obedecer Gn 22.1–5. Quando Sara morreu em Hebrom, Abraão se declarou peregrino e estrangeiro entre os filhos de Hete e pediu uma sepultura Gn 23.2–6. Velho e abençoado em tudo, mandou o seu criado buscar mulher para Isaque entre a sua parentela Gn 24.1–5. Tomou ainda Quetura, que lhe deu filhos, mas deixou tudo a Isaque Gn 25.1–5.
No Novo Testamento, Paulo diz que Abraão creu em Deus e isso lhe foi atribuído como justiça; os que são da fé são seus filhos Gl 3.6–10. Jesus distingue os descendentes de Abraão dos que de fato recebem a sua palavra Jo 8.33–37.