Mulher de Abraão, estéril por muitos anos, a quem Deus deu Isaque na velhice, no tempo prometido.
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Sara, primeiro chamada Sarai, era mulher de Abraão e era estéril e sem filho Gn 11.29–32. Saiu com ele para a terra de Canaã e o acompanhou até Siquém e Betel, onde Abrão edificou altares ao SENHOR Gn 12.5–9.
Sem filho, Sarai deu a Abrão a sua serva egípcia Agar. Quando Agar concebeu, passou a olhá-la com desprezo, e Sarai levou a queixa a Abrão Gn 16.1–5. Depois Deus mudou o nome de Sarai para Sara, prometeu abençoá-la e dizer que seria mãe de nações, e anunciou que ela daria à luz Isaque Gn 17.15–19. Junto à árvore, os visitantes repetiram que Sara teria um filho Gn 18.6–10. Em Gerar, Abraão disse que ela era sua irmã, e Abimeleque a tomou; Deus o deteve de tocá-la Gn 20.2–6.
O SENHOR visitou Sara, e ela deu à luz Isaque na velhice, no tempo que Deus havia dito Gn 21.1–5. Ela viveu cento e vinte e sete anos e morreu em Quiriate-Arba, que é Hebrom; Abraão a pranteou e pediu uma sepultura Gn 23.1–5. A sepultura que Abraão comprou dos filhos de Hete recebeu Abraão e Sara Gn 25.10–14. Jacó lembrou que ali foram sepultados Abraão e Sara Gn 49.31–33. O criado de Abraão disse que Sara deu à luz um filho a seu senhor na velhice Gn 24.36–40. Pedro cita Sara como exemplo de mulher que obedecia a Abraão 1Pe 3.6–10.