Grande rio do Oriente, chamado muitas vezes só de "o rio"; marca o limite do domínio de Salomão e de Davi e a região "além do rio" nos tempos persas.
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O Eufrates é citado nominalmente nas passagens ligadas a Davi, a Gade e a Jeremias, e muitas vezes aparece apenas como "o rio". Josué lembra ao povo que Terá, pai de Abraão, habitava "da outra parte do rio" e servia a deuses estranhos, e que o SENHOR tomou Abraão dali e o trouxe a Canaã Js 24.2–6. Salomão dominava desde o rio até a terra dos filisteus e o termo do Egito, sobre os reis "da outra parte do rio", e teve paz por todos os lados 1Re 4.21–25. Davi feriu Hadadezer, rei de Zobá, quando este foi assegurar seu domínio até o rio Eufrates 1Cr 18.3–7. Os rubenitas habitaram a oriente até o rio Eufrates, onde o gado se multiplicara em Gileade 1Cr 5.9–13. A lista dos reis de Edom menciona Saul de Reobote, "que está junto ao rio" 1Cr 1.48–52.
Nos tempos persas, "além do rio" nomeia uma região administrada por governadores. Seus oficiais escreveram a Artaxerxes contra a reconstrução de Jerusalém Ed 4.10–14. Tatenai, governador de além do rio, escreveu a Dario Ed 5.3–7, que decretou que os gastos da obra saíssem dos tributos de além do rio Ed 6.6–10. Artaxerxes deu ordens aos tesoureiros de além do rio em favor de Esdras Ed 7.21–25. Neemias pediu cartas aos governadores de além do rio para chegar a Judá Ne 2.7–11.
Jeremias foi ao Eufrates esconder um cinto na fenda de uma rocha e, depois de muitos dias, o encontrou apodrecido Jr 13.4–8. O exército de Neco, do Egito, estava junto ao Eufrates, em Carquemis, quando Nabucodonosor o feriu Jr 46.2–6.