POÉTICOS
Sl 8.3–4Quando, admirado, olho os céus que o Senhor criou com as suas mãos, a lua e as estrelas que lançou no espaço, pergunto: Afinal, por que Deus dá tanta atenção ao homem? Quem é o filho do homem para que o visite?
Sl 8.3–8Quando, admirado, olho os céus que o Senhor criou com as suas mãos, a lua e as estrelas que lançou no espaço, pergunto: Afinal, por que Deus dá tanta atenção ao homem? Quem é o filho do homem para que o visite? No entanto, o Senhor o fez apenas um pouco menor do que Deus. O Senhor o coroou de grande glória e de honra! O Senhor deu ao homem o domínio sobre toda a criação, autoridade sobre todas as criaturas; sobre o gado e as ovelhas e até os animais do campo e da floresta,
Sl 19.1–6Os céus anunciam a glória de Deus. O firmamento proclama as obras das suas mãos. Cada dia que passa conta ao dia seguinte mais um pouco dessa glória; cada noite revela à noite seguinte como se pode conhecer o Criador. Esses discursos são silenciosos; não se ouve uma palavra, mas a sua voz ressoa por toda a terra, e as suas palavras até os confins do mundo. Nos céus ele armou uma tenda para o sol, onde Deus traçou um caminho para ele. Dia após dia o sol percorre esse caminho, brilhante e belo como um noivo que sai do seu aposento, forte e alegre como um atleta participando de uma corrida!
Sl 19.1–4Os céus anunciam a glória de Deus. O firmamento proclama as obras das suas mãos. Cada dia que passa conta ao dia seguinte mais um pouco dessa glória; cada noite revela à noite seguinte como se pode conhecer o Criador. Esses discursos são silenciosos; não se ouve uma palavra, mas a sua voz ressoa por toda a terra, e as suas palavras até os confins do mundo. Nos céus ele armou uma tenda para o sol,
Sl 96.5–6Todos os deuses das outras nações não passam de imagens, mas o Senhor criou os céus. A ele pertencem a glória e o poder real; no seu templo podemos ver a sua força e a sua santidade.
Sl 104.1–35Louvarei o Senhor de todo o meu coração, dizendo: Ó Senhor, meu Deus, o Senhor é grandioso! Suas vestes são a glória e o poder real; seu manto é envolto de luz. Ele estende os céus como se fossem uma tenda. O telhado de sua casa foi construído sobre as nuvens carregadas de chuva. As nuvens são as suas carruagens, e ele cavalga nas asas do vento. Dá aos seus anjos a rapidez dos ventos e faz dos seus servos clarões reluzentes. Colocou os alicerces da terra para que ela nunca seja tirada de seu lugar.
Ct 2.8–17Ah, estou ouvindo o meu amado! Vejam! Aí vem ele, saltando pelos montes, subindo as colinas. O meu amado é como uma gazela, ou um gamo. Olhem! Lá está ele, por trás do muro; e agora, observando pelas janelas, espiando pelas grades. O meu amado me disse: O Rei: Levante-se, minha querida, minha bela, e venha comigo. O inverno já acabou e a chuva já passou. As flores estão crescendo e chegou o tempo de Os pássaros cantarem nas árvores. Já se ouve o arrulhar da rola.
Ct 4.12–16Minha irmã, minha noiva querida, você é como um jardim particular, como uma fonte só minha e de mais ninguém. Você é como um pomar de romãs, carregado de frutos preciosos, com flores de hena e nardo, nardo e açafrão, cálamo e canela, e outros tipos de madeiras perfumadas, mirra e aloés e as mais finas especiarias. Você é a fonte do jardim, uma fonte de águas correntes, como os riachos das montanhas do Líbano. Vamos, vento norte, acorde! Venha, vento sul! Soprem no meu jardim e levem esse delicioso perfume para que se espalhe no jardim. Que o meu amado venha para o seu jardim e coma das suas frutas escolhidas!
Ct 5.1Eu já estou no meu jardim, minha irmã, minha noiva! Já recolhi minha mirra e as minhas especiarias. Já comi o meu favo com mel. Já bebi o meu vinho com leite. Poeta: Amigos, comam e bebam! Bebam, bebam o quanto quiserem!
Ct 6.2–3Ele foi ao seu jardim; foi ver os canteiros de ervas perfumadas. Foi dar de comer aos seus rebanhos, foi colher lírios. Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu. Ele leva o seu rebanho para pastar entre os lírios!
Ct 6.11–12Eu fui ver as castanheiras e também fui ao vale para ver os renovos; fui admirar a primavera chegando aos campos. Fui ver se as parreiras já estavam brotando e se os pés de romã já estavam florindo. Antes que eu percebesse, minha imaginação me colocou entre os carros do meu pobre povo.
Ct 7.10–13Eu sou do meu amado, e ele sente saudades de mim. Venha, meu amado! Vamos sair pelo campo, vamos passar a noite nas pequenas vilas. Vamos acordar cedo e ver se as plantações de uvas já estão brotando. Vamos ver se as flores já abriram, e se os pés de romã já estão floridos. Lá eu darei a você o meu amor. Lá no campo, as mandrágoras deixam o ar perfumado e no quintal há todo tipo de frutas, frescas ou secas, porque as ajuntei para você, meu amado.