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Espírito da lei

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Temas bíblicosO espírito da leiQuando o Rei Ezequias quis celebrar a Páscoa, ele enfrentou um problema. A Páscoa é uma festa que marca a libertação de Israel da escravidão no Egito e é a…

As passagens

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LEI
Ex 12.1–30
O Senhor disse a Moisés e a Arão, no Egito: “Este mês passa a ser o mais importante para Israel. Será o primeiro mês do ano (no calendário dos hebreus). Reúna toda a comunidade de Israel e diga: No décimo dia deste mês, cada um vai pegar um cordeiro. Dentro dos grupos de famílias, terá de ser um cordeiro para cada família. Se uma família for pequena demais para um cordeiro, ela convidará o seu vizinho mais próximo. É só calcular quantas pessoas bastam para comer um cordeiro. O cordeiro deverá ser sem defeito, macho de um ano. Em vez de cordeiro, pode ser um cabrito.
Ex 12.1–2
O Senhor disse a Moisés e a Arão, no Egito: “Este mês passa a ser o mais importante para Israel. Será o primeiro mês do ano (no calendário dos hebreus).
HISTÓRICOS
2Re 5.17–19
Naamã disse então: “Já que não aceita um presente, ao menos deixa-me levar de volta duas das minhas mulas carregadas com a terra daqui, pois de agora em diante o seu servo nunca mais oferecerá sacrifícios queimados a outro deus, a não ser ao Senhor. Há, porém, uma coisa que preciso explicar: Quando o rei, meu senhor, apoiado em meu braço, entrar no templo do deus Rimom para o seu culto de adoração, e eu também tiver de me curvar, que o Senhor perdoe o seu servo por isso”. “Vá em paz”, disse Eliseu. E Naamã começou a sua viagem de volta para casa.
2Cr 30.1–27
Depois disso, Ezequias enviou uma mensagem por todo o Israel e Judá, incluindo as tribos de Efraim e Manassés, convidando todos para virem ao templo do Senhor em Jerusalém para a celebração da festa anual da Páscoa dedicada ao Senhor, o Deus de Israel. O rei, seus oficiais e toda a assembleia de Jerusalém tinham decidido celebrar a Páscoa no segundo mês, dessa vez não na ocasião normal na data prescrita, porque não havia sacerdotes santificados em número suficiente na primeira data, e não havia tempo hábil para mandar o povo vir a Jerusalém. O rei e toda a assembleia estavam de pleno acordo nessa questão. Por isso eles resolveram fazer uma proclamação a respeito da Páscoa para todo o Israel, desde Dã até Berseba, convocando o povo a Jerusalém para celebrar a Páscoa do Senhor, o Deus de Israel, com grande número de pessoas, conforme estava ordenado, pois muitos não a celebravam da maneira correta.
2Cr 30.2–3
O rei, seus oficiais e toda a assembleia de Jerusalém tinham decidido celebrar a Páscoa no segundo mês, dessa vez não na ocasião normal na data prescrita, porque não havia sacerdotes santificados em número suficiente na primeira data, e não havia tempo hábil para mandar o povo vir a Jerusalém.
2Cr 30.15
No décimo quarto dia do segundo mês, o povo abateu o cordeiro da Páscoa. Então os sacerdotes e levitas ficaram com vergonha por não estarem tomando parte nas cerimônias como deviam tomar. Por isso eles se santificaram e trouxeram ofertas queimadas ao templo do Senhor.
2Cr 30.18–20
Embora essas pessoas que chegaram de Efraim, de Manassés, de Issacar e de Zebulom não tivessem se purificado, de acordo com a lei das cerimônias na assembleia, os levitas mataram seus cordeiros da Páscoa a fim de santificar essas pessoas. Depois o rei Ezequias orou em favor delas para comerem a Páscoa, muito embora isso fosse contrário às regras de Deus. Ezequias orou por eles, dizendo: “Que o Senhor, que é bondoso, perdoe todos os que buscam de coração seguir o Senhor, o Deus dos seus antepassados, ainda que tal pessoa não esteja devidamente santificada de acordo com as leis do templo”. E o Senhor atendeu a oração de Ezequias e sarou a alma do povo.
EVANGELHOS
Mt 15.21–28
Jesus então deixou aquela parte do país e caminhou para a região de Tiro e Sidom. Uma mulher de Canaã, que estava morando ali, veio a ele implorando: “Tenha pena de mim, ó Senhor, Filho de Davi! Porque a minha filha está endemoninhada e é atormentada constantemente”. Mas Jesus não lhe deu resposta alguma, nem mesmo uma palavra! Então seus discípulos insistiram para que a mandasse embora. “Mande que ela vá andando”, diziam eles, “porque ela continua gritando atrás de nós”. Então ele disse à mulher: “Eu fui enviado para socorrer as ovelhas perdidas de Israel”. Porém ela ajoelhou-se e adorou a Jesus, suplicando novamente: “Senhor, socorra-me!”
Jo 8.1–11
Jesus, porém, voltou para o monte das Oliveiras. Mas no outro dia de manhã, bem cedo, estava de volta no templo. Logo se reuniu uma multidão, e ele se assentou para falar a eles. Quando estava falando, os mestres da lei e os fariseus trouxeram-lhe uma mulher apanhada em adultério e a colocaram diante da multidão. “Mestre”, disseram a Jesus, “esta mulher foi surpreendida no próprio ato de adultério. A Lei de Moisés manda que seja apedrejada. E o Senhor, o que diz?”
CARTAS
Rm 3.23–28
Pois todos pecaram; todos fracassaram, e estão afastados da glória de Deus; no entanto, Deus nos declara agora justificados das ofensas que lhe fizemos, através da redenção que há em Jesus Cristo, aquele que em sua graça tira os nossos pecados gratuitamente. Deus foi quem enviou Cristo Jesus para levar o castigo pelos nossos pecados, e assim pôr fim à ira de Deus contra nós. Ele usou o seu sangue para, mediante a fé, nos salvar da sua ira. Deste modo, ele foi justo, mesmo não tendo castigado aqueles que pecaram em tempos passados. Isto porque aguardava a chegada do dia quando Cristo viria e apagaria os pecados anteriormente cometidos. Agora, no tempo presente, ele demonstrou a sua justiça, e pode receber pecadores do mesmo modo, porque Jesus tirou os pecados deles. Ele é justo e justificador daqueles que têm fé em Jesus. Então, será que podemos nos vangloriar? De modo algum! Por quê? Porque a nossa absolvição não está baseada em nossas boas obras ou na obediência à Lei. Está baseada na fé em Cristo.
1Co 11.27–34
Portanto, se alguém comer esse pão e beber desse cálice do Senhor de maneira indigna, é culpado de pecado contra o corpo e o sangue do Senhor. É por isso que um homem deve examinar-se cuidadosamente a si mesmo, antes de comer o pão e beber do cálice. Porque, se ele comer o pão e beber do cálice indignamente, sem reconhecer que se trata do corpo do Senhor, está comendo e bebendo o julgamento de Deus sobre a sua própria vida. É por isso que muitos de vocês estão fracos e doentes, e alguns até já morreram. Entretanto, se examinássemos cuidadosamente a nós mesmos, não precisaríamos ser julgados e punidos.
Hb 9.13–15
E se, sob o sistema antigo, o sangue dos touros e bodes e as cinzas das novilhas eram espalhadas sobre as pessoas impuras e tornavam as pessoas exteriormente puras, quanto mais o sangue de Cristo transformará as nossas vidas e os nossos corações. O sacrifício dele purificará a nossa consciência de atos que levam à morte e nos faz desejar servir ao Deus vivente; pois, com a ajuda do eterno Espírito Santo, Cristo de bom grado entregou-se a Deus para morrer pelos nossos pecados — ele, que era perfeito, sem uma única falta ou pecado. Cristo veio para ser o mediador desta nova aliança para que todos os que são convidados possam vir e herdar para sempre todas as maravilhas que Deus lhes prometeu. Porque Cristo morreu para livrá-los do castigo dos pecados que eles tinham cometido enquanto ainda estavam debaixo da primeira aliança.
Tg 5.16
Portanto, confessem os seus pecados uns aos outros e orem uns pelos outros, a fim de que vocês possam ser curados. A oração fervorosa de um homem justo tem grande poder e resultados maravilhosos.

Seu estudo sobre Espírito da lei