Cidade fenícia da costa, de mercadores e lenhadores; seus deuses e sua princesa Jezabel aparecem na história de Israel e Jesus a cita no juízo.
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Sidom é lembrada nas listas de terras que Israel não possuía por inteiro: o Senhor diz que desarraigará os sidônios que habitam do Líbano às águas quentes Js 13.4–8. Nos Juízes, Israel serviu aos deuses de Sidom entre outros e foi entregue aos filisteus e aos amonitas Jz 10.6–10. Os cinco homens de Dã que exploraram Laís viram um povo seguro, ocioso e confiante, ao costume dos de Sidom, e os sidônios estavam longe Jz 18.7–11.
Os sidônios eram conhecidos pela madeira. Salomão disse a Hirão que ninguém sabia cortar madeira como eles 1Re 5.6–10. Sidônios e tírios haviam trazido a Davi cedro sem conta 1Cr 22.4–8. Salomão amou mulheres de Sidom e seguiu Astarote, deusa dos sidônios 1Re 11.1–5. Acabe casou-se com Jezabel, filha de Etbaal, rei dos sidônios, serviu a Baal e lhe edificou altar em Samaria 1Re 16.31–34.
Isaías chama os mercadores de Sidom e envergonha a cidade Is 23.2–6. Ezequiel profetiza contra Sidom, declarando que o Senhor será glorificado nela ao fazer juízos Ez 28.21–25.
No Novo Testamento, Jesus diz que Tiro e Sidom teriam se arrependido com os milagres feitos em Corazim e Betsaida, e que no juízo lhes será mais tolerável Mt 11.21–25 Lc 10.13–17. Foi também à região de Tiro e Sidom, onde uma mulher sirofenícia pediu a cura da filha Mc 7.24–28.