Salomão, filho de Davi e Bate-Seba, terceiro rei de Israel: construtor do templo, famoso pela sabedoria e pela queda ligada às mulheres estrangeiras.
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Salomão foi filho de Davi e de Bate-Seba. Quando Adonias passou a reinar sem que Davi soubesse, Natã aconselhou Bate-Seba a lembrar ao rei que ele jurara que Salomão reinaria depois dele e se sentaria em seu trono 1Re 1.10–14. Ao se aproximar a morte, Davi mandou dizer a Salomão que se esforçasse, guardasse a ordenança do SENHOR e andasse em seus caminhos, conforme a lei de Moisés 1Re 2.1–5. Então Salomão reinou sobre todo Israel, com príncipes e sacerdotes como Zadoque e Abiatar 1Re 4.1–5.
O reinado é lembrado pelas obras. Hirão, rei de Tiro, enviou servos a Salomão porque amara Davi; Salomão respondeu que, com o repouso que o SENHOR lhe dera, decidira edificar uma casa ao nome do SENHOR, como fora dito a Davi 1Re 5.1–5. Levou treze anos para construir a própria casa, com a casa do bosque do Líbano 1Re 7.1–5. Reuniu os anciãos e chefes das tribos em Jerusalém para trazer a arca do pacto, e sacrificou ovelhas e bois sem conta 1Re 8.1–5. Acabada a obra, o SENHOR lhe apareceu pela segunda vez e prometeu afirmar o trono se andasse como Davi 1Re 9.1–5. Segundo as Crônicas, o SENHOR estava com ele e o engrandeceu, e ele foi com todo Israel ao alto de Gibeão 2Cr 1.1–5. Vinte anos depois de edificar a casa do SENHOR e a sua, reedificou cidades e tomou Hamate de Zobá 2Cr 8.1–5.
A fama de sua sabedoria atraiu a rainha de Sabá a Jerusalém, com camelos, ouro e pedras preciosas, para prová-lo com perguntas; Salomão respondeu a tudo, e ela ficou pasma 1Re 10.1–5 2Cr 9.1–5.
O relato termina com uma queda. O rei amou muitas mulheres estrangeiras, além da filha de Faraó, de nações que o SENHOR proibira. Na velhice, elas inclinaram seu coração a outros deuses, e ele seguiu Astarote e Milcom 1Re 11.1–5.