Rei de Moabe, filho de Zipor, que chamou Balaão para amaldiçoar Israel e viu o povo ser abençoado.
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Balaque, filho de Zipor, era rei de Moabe. Viu o que Israel fizera aos amorreus, e Moabe, com medo do povo numeroso, falou aos anciãos de Midiã Nm 22.2–6. Ele enviou mensageiros a Balaão, filho de Beor, para que amaldiçoasse o povo, pois sabia que o que Balaão abençoasse seria bendito Nm 22.2–6.
Balaão mandou edificar sete altares, e Balaque ofereceu com ele um bezerro e um carneiro em cada altar; o SENHOR pôs palavra na boca de Balaão Nm 23.1–5. Balaque se irou porque Balaão abençoou três vezes e lhe disse que fosse embora Nm 24.10–14. Balaão respondeu que só diria o que o SENHOR falasse Nm 24.10–14.
O episódio é lembrado depois. Josué conta que Balaque lutou contra Israel e chamou Balaão, mas o SENHOR o abençoou e o livrou Js 24.9–13. Jefté pergunta ao rei de Amom se é melhor que Balaque, que não fez guerra contra Israel por causa daquelas terras Jz 11.25–29. Miqueias manda o povo recordar o que Balaque planejou e o que Balaão respondeu, para conhecer as justiças do SENHOR Mq 6.5–9. Em Apocalipse, a doutrina de Balaão, que ensinava Balaque a pôr tropeço diante dos filhos de Israel, é usada para repreender os que a retêm Ap 2.14–18.