Acampamento de Israel a leste de Jericó depois da travessia do Jordão, base de Josué e lugar ligado a Samuel e Saul.
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Gilgal foi o primeiro lugar onde o povo assentou acampamento depois de subir do Jordão, no lado oriental de Jericó. Ali Josué ergueu as doze pedras trazidas do rio, para que os filhos perguntassem seu sentido e ouvissem que Israel passou o Jordão em seco Js 4.19–23. Ali Josué também circuncidou a geração nascida no deserto Js 5.3–7. Gilgal foi o acampamento de onde os gibeonitas pediram socorro e de onde Josué subiu, a noite toda, contra os reis amorreus Js 10.6–10.
No tempo de Samuel, Gilgal estava no circuito anual em que ele julgava Israel, junto com Betel e Mispá 1Sa 7.16–17. Samuel mandou Saul descer a Gilgal e esperar sete dias 1Sa 10.8–12. Ali o povo investiu Saul como rei diante do SENHOR e sacrificou 1Sa 11.14–15. Mais tarde, com os filisteus reunidos em Micmás, Saul esperou em Gilgal, e o povo se dispersava, porque Samuel não vinha 1Sa 13.4–8. Samuel foi ao seu encontro em Gilgal e questionou o balido do gado trazido de Amaleque 1Sa 15.12–16.
Depois, Judá foi a Gilgal para receber o rei Davi e fazê-lo passar o Jordão 2Sa 19.15–19. Os profetas Amós mostram o lugar como centro de culto condenado: manda ir a Gilgal para aumentar as transgressões e avisa que Gilgal será levada em cativeiro Am 4.4–8 Am 5.5–9.
Em Josué 22, o texto trata de um altar construído junto ao Jordão pelos filhos de Rúben, de Gade e da meia tribo de Manassés, e da reunião de Israel em Siló por causa dele Js 22.10–14.