HISTÓRICOS
Ne 1.2–4um de meus irmãos, chamado Hanani, veio me fazer uma visita em companhia de alguns homens que haviam chegado de Judá. Na conversa que tive com eles procurei saber como iam as coisas em Jerusalém. “Como estão os judeus que restaram, aqueles que voltaram do cativeiro, e como está Jerusalém?”, perguntei a eles. Eles responderam: “As coisas por lá não andam nada boas; os que sobreviveram ao exílio e estão de volta na província de Judá passam por grande aflição e humilhação. Os muros de Jerusalém ainda estão derrubados, e as suas portas estão destruídas pelo fogo”. Quando ouvi o que eles disseram, senteime e chorei. Na verdade, durante alguns dias eu não quis saber de comer, pois passava o tempo orando ao Deus dos céus.
Ne 1.2–7um de meus irmãos, chamado Hanani, veio me fazer uma visita em companhia de alguns homens que haviam chegado de Judá. Na conversa que tive com eles procurei saber como iam as coisas em Jerusalém. “Como estão os judeus que restaram, aqueles que voltaram do cativeiro, e como está Jerusalém?”, perguntei a eles. Eles responderam: “As coisas por lá não andam nada boas; os que sobreviveram ao exílio e estão de volta na província de Judá passam por grande aflição e humilhação. Os muros de Jerusalém ainda estão derrubados, e as suas portas estão destruídas pelo fogo”. Quando ouvi o que eles disseram, senteime e chorei. Na verdade, durante alguns dias eu não quis saber de comer, pois passava o tempo orando ao Deus dos céus. Então clamei: Ó Senhor, Deus dos céus, grande e temível, que guarda a aliança e é misericordioso com aqueles que o amam e obedecem aos seus mandamentos! Que os seus ouvidos estejam atentos e os seus olhos abertos à oração que o seu servo está fazendo noite e dia em favor dos seus servos, o povo de Israel. Confesso que nós, os israelitas, temos pecado contra o Senhor. É verdade, eu e meu povo temos pecado.
Ne 2.10–20Aconteceu que Sambalate, o horonita, e Tobias, um oficial amonita que fazia parte do governo, ouviram falar de minha chegada, e ficaram com muita raiva pelo fato de alguém estar interessado em ajudar os descendentes de Israel. Três dias depois da minha chegada a Jerusalém, saí durante a noite, sem que ninguém visse; levei comigo apenas alguns homens, pois eu não havia falado com ninguém a respeito dos planos para Jerusalém que Deus havia colocado em meu coração. Eu ia montado no meu animal, e os outros iam a pé. Saímos à noite pela porta do Vale em direção à fonte do Dragão e da porta do Monturo para examinar o muro de Jerusalém que havia sido derrubado e as portas queimadas pelo fogo. Depois fui até a porta da Fonte e ao açude do Rei, mas o meu animal não podia passar por falta de espaço.
Ne 2.10Aconteceu que Sambalate, o horonita, e Tobias, um oficial amonita que fazia parte do governo, ouviram falar de minha chegada, e ficaram com muita raiva pelo fato de alguém estar interessado em ajudar os descendentes de Israel.
Ne 2.17Então eu disse a eles: “Vocês conhecem muito bem a tragédia de nossa cidade. Jerusalém está em ruínas e as suas portas estão queimadas. Venham, vamos reconstruir os muros de Jerusalém, para que fiquemos livres desta desgraça!”
Ne 2.18Então falei a eles sobre o desejo que Deus havia colocado em meu coração, e sobre a minha conversa com o rei, e acerca do plano com o qual o rei estava concordando. Eles responderam imediatamente: “Ótimo! Vamos reconstruir os muros!” E se encheram de coragem para a realização dessa obra.
Ne 2.19Quando Sambalate, o horonita, Tobias, o oficial amonita, e Gesém, o árabe, ouviram falar de nosso plano, zombaram de nós, desprezaram-nos e perguntaram: “O que vocês estão fazendo? Será que não percebem que dessa maneira estão se rebelando contra o rei?”
Ne 3.1–32Então Eliasibe, o sumo sacerdote, e os outros sacerdotes começaram a reconstruir o muro que ia até a torre dos Cem e até a torre de Hananel; depois de reconstruírem a porta das Ovelhas, eles a consagraram e colocaram as portas no seu lugar. Os homens que vieram da cidade de Jericó trabalharam perto deles, e logo adiante estava a turma de trabalho dirigida por Zacur, filho de Inri. Os filhos de Hassenaá reconstruíram a porta do Peixe; eles fizeram o trabalho completo: cortaram as vigas, colocaram as portas, e fizeram os ferrolhos e as trancas. Meremote, filho de Urias, que era filho de Hacoz, consertou a parte seguinte do muro. Ao seu lado, Mesulão, filho de Berequias, que era filho de Mesezabeel, fez os reparos; e ao seu lado trabalhava Zadoque, filho de Baaná. O trecho seguinte foi reparado pelos homens que vieram de Tecoa, mas os chefes deles não quiseram se juntar ao serviço, rejeitando a orientação dos seus supervisores.
Ne 4.1–23Sambalate ficou furioso quando soube que estávamos reconstruindo o muro. Ficou indignado e dirigiu muitos insultos contra nós, caçoou de nós, e a mesma coisa fizeram os seus amigos e os oficiais do exército samaritano. “O que esse punhado de judeus pobres e fracos pensa que está fazendo?”, caçoava ele. “Será que eles pensam que podem reconstruir o muro em um dia? Será que oferecerão sacrifícios ao Deus deles? E olhem para essas pedras queimadas que eles estão arrastando dos montes de entulho e usando novamente!” Tobias, o amonita, que estava de pé ao lado dele, disse caçoando: “Pois que construam! Basta uma simples raposa andar em cima do muro deles, e o muro cairá!” Então fiz esta oração: “Ó Deus, ouça-nos, porque estamos sendo desprezados. Que tudo isso caia sobre as cabeças deles, e que eles se tornem escravos numa terra estrangeira! Não deixe sem castigo o pecado deles. Não apague esse pecado, pois provocaram o Senhor diante dos que edificam o muro”.
Ne 4.1–15Sambalate ficou furioso quando soube que estávamos reconstruindo o muro. Ficou indignado e dirigiu muitos insultos contra nós, caçoou de nós, e a mesma coisa fizeram os seus amigos e os oficiais do exército samaritano. “O que esse punhado de judeus pobres e fracos pensa que está fazendo?”, caçoava ele. “Será que eles pensam que podem reconstruir o muro em um dia? Será que oferecerão sacrifícios ao Deus deles? E olhem para essas pedras queimadas que eles estão arrastando dos montes de entulho e usando novamente!” Tobias, o amonita, que estava de pé ao lado dele, disse caçoando: “Pois que construam! Basta uma simples raposa andar em cima do muro deles, e o muro cairá!” Então fiz esta oração: “Ó Deus, ouça-nos, porque estamos sendo desprezados. Que tudo isso caia sobre as cabeças deles, e que eles se tornem escravos numa terra estrangeira! Não deixe sem castigo o pecado deles. Não apague esse pecado, pois provocaram o Senhor diante dos que edificam o muro”.
Ne 4.14–15Então, quando examinei a situação, reuni os chefes e o povo e disse: “Não tenham medo! Lembrem-se que o Senhor é grande e glorioso; lutem por seus irmãos, por seus filhos e filhas, por suas mulheres e por seus lares!” Nossos inimigos descobriram que sabíamos do plano deles, e que Deus tinha frustrado esse plano. Então todos nós voltamos ao nosso trabalho no muro.
Ne 4.20Assim, quando vocês ouvirem tocar a trombeta, devem correr depressa para onde eu estou; e Deus lutará por nós!”
Ne 6.1–16Quando Sambalate, Tobias, Gesém, o árabe, e os outros dentre os nossos inimigos descobriram que já havíamos quase completado a reconstrução do muro, e que não havia nenhuma brecha, se bem que ainda não tínhamos colocado todas as portas dos portões nos seus lugares, eles me mandaram o seguinte recado: “Venha, vamos nos encontrar numa das vilas na campina de Ono”. Mas compreendi que planejavam me fazer mal; por isso respondi, mandando este recado: “Estou fazendo um trabalho muito importante! Não vejo motivo para suspender o trabalho e ir conversar com vocês”. Quatro vezes eles mandaram o mesmo recado, e sempre dei a mesma resposta. Da quinta vez, o ajudante de Sambalate veio com uma carta aberta na mão,
Ne 6.1–14Quando Sambalate, Tobias, Gesém, o árabe, e os outros dentre os nossos inimigos descobriram que já havíamos quase completado a reconstrução do muro, e que não havia nenhuma brecha, se bem que ainda não tínhamos colocado todas as portas dos portões nos seus lugares, eles me mandaram o seguinte recado: “Venha, vamos nos encontrar numa das vilas na campina de Ono”. Mas compreendi que planejavam me fazer mal; por isso respondi, mandando este recado: “Estou fazendo um trabalho muito importante! Não vejo motivo para suspender o trabalho e ir conversar com vocês”. Quatro vezes eles mandaram o mesmo recado, e sempre dei a mesma resposta. Da quinta vez, o ajudante de Sambalate veio com uma carta aberta na mão,
Ne 6.16Quando todos os nossos inimigos e as nações vizinhas ouviram essa notícia, ficaram com medo e humilhados, e reconheceram que a obra tinha sido feita com o auxílio de nosso Deus.