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Tabernáculo

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Temas bíblicosO tabernáculoO tabernáculo era um santuário portátil onde Deus habitava entre o povo israelita. Desde o início da criação, o plano de Deus era compartilhar sua vida com os…

As passagens

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LEI
Gn 3.1–24
A serpente era a mais astuta de todas as criaturas que o Senhor Deus tinha feito. Ela aproximou-se e perguntou à mulher: “É verdade que Deus disse que não deviam comer do fruto de nenhuma das árvores do jardim?” A mulher respondeu à serpente: “Nós podemos comer do fruto de todas as árvores do jardim, exceto da árvore que está no meio do jardim. Deus disse que não podemos comer da fruta daquela árvore, nem sequer tocá-la, senão morreremos”. “Certamente vocês não morrerão!”, retrucou a serpente. “Deus sabe muito bem que no instante em que comerem dessa fruta, seus olhos serão abertos, e vocês, como Deus, serão capazes de distinguir o bem do mal!”
Ex 25.1–9
O Senhor disse a Moisés: “Diga aos israelitas que me tragam uma oferta. Receba a oferta de todo aquele que quiser ofertar de coração. Quero receber deles o seguinte como oferta: ouro, prata e bronze, fios de tecido azul, vermelho-púrpura e vermelho-carmesim, linho fino e pelos de cabra, peles de carneiro tingidas de vermelho, couro e madeira de acácia,
Ex 25.8
“E deverão construir um santuário para mim, para que eu possa morar no meio deles.
Ex 26.1–37
“Faça o Tabernáculo com dez cortinas. O tecido deverá ser de linho fino trançado, com fios de tecido azul, vermelho-púrpura e vermelho-carmesim, e mande artistas gravarem nelas desenhos de querubins. Cada cortina deverá medir doze metros e sessenta centímetros de comprimento e um metro e oitenta centímetros de largura. Cada um dos lados do Tabernáculo será formado por cinco cortinas ligadas umas às outras. Faça laços de tecido azul ao longo da borda da cortina externa do primeiro conjunto. Você fará o mesmo com a borda da cortina externa do segundo conjunto. Faça cinquenta laços numa cortina e cinquenta laços na cortina que está na extremidade do outro conjunto, de modo que os laços estejam contrapostos uns aos outros.
Ex 35.4–35
Moisés continuou falando à comunidade de Israel. Ele disse: “Foi isto que o Senhor mandou fazer: ‘Separem dos seus bens uma oferta ao Senhor. Todo aquele que sentir o desejo no coração, traga como oferta ao Senhor ouro, prata e bronze; fios de tecido azul, vermelho-púrpura e vermelho-carmesim; linho fino e pelos de cabra; peles de carneiro tingidas de vermelho e couro; madeira de acácia; azeite para a iluminação; especiarias para o óleo de unção e para o incenso aromático especial;
Ex 36.1–38
Assim, Bezalel, Aoliabe e todos os homens capazes a quem o Senhor tinha concedido habilidade e inteligência para fazerem toda a obra de construção do Santuário executaram a obra como o Senhor tinha ordenado. Moisés chamou Bezalel, Aoliabe e todos os homens hábeis em cujo coração o Senhor tinha colocado sabedoria, e que tinham se colocado à disposição para vir e começar a obra. Moisés entregou a eles os materiais doados pelo povo para a construção do santuário. E todas as manhãs o povo trazia mais ofertas voluntárias a Moisés. Por isso, todos os construtores habilidosos que trabalhavam no santuário interromperam o trabalho e disseram a Moisés: “O povo está trazendo muito mais do que o necessário para realizar a obra que o Senhor ordenou”.
Ex 38.21–31
Essa é a relação do material usado no Tabernáculo, a saber, o Tabernáculo da aliança, registrada por ordem de Moisés, para que os levitas pudessem continuar seu ministério, sob a direção de Itamar, filho do sacerdote Arão. Bezalel, filho de Uri e neto de Hur, da tribo de Judá, fez tudo o que o Senhor ordenou a Moisés. Com ele estava Aoliabe, filho de Aisamaque, da tribo de Dã, perito desenhista e bordador em pano de linho fino e de fios de tecido azul, vermelho-púrpura e vermelho-carmesim. O peso total do ouro que o povo trouxe como oferta e que foi usado em toda a obra do santuário foi de uma tonelada, conforme o peso padrão do santuário. O total da prata recebida dos que foram contados no recenseamento da comunidade foi superior a três toneladas e meia.
Ex 39.32–43
Assim terminaram toda a obra do Tabernáculo. Os israelitas fizeram tudo conforme o Senhor tinha ordenado a Moisés. Então trouxeram o Tabernáculo inteiro a Moisés: a tenda e todos os seus utensílios, os prendedores, as armações, os travessões, as colunas e as bases, a cobertura de pele de carneiro tingida de vermelho, a cobertura de couro e o véu protetor, a arca da aliança com as suas varas e a tampa, a mesa com todos os seus utensílios e os pães da Presença,
Ex 40.1–35
Depois dessas coisas, o Senhor disse a Moisés: “No primeiro dia do mês arme o Tabernáculo da Tenda do Encontro. Coloque nele a arca da aliança (com os Dez Mandamentos) e cubra-a com o véu. Coloque no lugar próprio a mesa, e coloque em ordem as coisas que devem ficar sobre ela. Depois traga o candelabro e monte as suas lâmpadas. Coloque o altar de ouro para o incenso diante da arca da aliança e pendure a cortina à entrada do Tabernáculo.
HISTÓRICOS
2Cr 3.1–17
Então Salomão iniciou a construção do templo do Senhor em Jerusalém, no alto do monte Moriá, onde o Senhor havia aparecido ao rei Davi, pai de Salomão, no antigo terreiro de cereais de Araúna, o jebuseu, lugar que havia sido designado por Davi. A construção começou no segundo dia do segundo mês do quarto ano do reinado de Salomão. O alicerce que Salomão lançou para o templo do Senhor tinha vinte e sete metros de comprimento e nove metros de largura. Havia um alpendre na entrada do templo de nove metros de largura, com as paredes internas e o teto forrados de ouro! O telhado ficava a nove metros de altura. A parte central do templo era forrada com madeira de cipreste, coberta com placas de ouro, e nela havia desenhos de palmeiras e de correntes.
2Cr 4.1–22
Salomão também mandou fazer um altar de bronze medindo nove metros de comprimento por nove metros de largura, e quatro metros e sessenta centímetros de altura. Depois ele fez um enorme tanque redondo de metal, com quatro metros e meio de diâmetro e dois metros e vinte e cinco centímetros de altura, e media treze metros e meio de circunferência. O tanque estava colocado sobre as costas de duas fileiras de bois de metal, de cinco em cinco centímetros. O tanque e os bois foram fundidos como se fossem uma peça única. Havia doze desses bois colocados cauda com cauda; três estavam virados para o norte, três para o oeste, três para o sul e três para o leste. As paredes do tanque tinham uma grossura de doze centímetros, e a borda do tanque era como a borda de um cálice que se curvava como uma flor de lírio. Nele cabiam sessenta mil litros de água.
2Cr 5.1–14
Finalmente, a obra do templo do Senhor foi terminada. Então Salomão trouxe as ofertas que seu pai Davi havia dedicado ao Senhor. Elas foram guardadas em salas do tesouro do templo de Deus, ou seja, a prata, o ouro e todos os utensílios. Então Salomão reuniu em Jerusalém todas as autoridades de Israel e todos os líderes das tribos e dos grupos de famílias de Israel para a cerimônia da mudança da arca da aliança do Senhor que estava na Cidade de Davi, também conhecida como Sião, para o seu novo lugar no templo. Essa cerimônia se realizou com a presença de todos os homens de Israel no sétimo mês, na festa anual dos tabernáculos. Diante das autoridades de Israel, os levitas levantaram a arca e a levaram com o Tabernáculo, além de todos os utensílios sagrados do Tabernáculo. Os sacerdotes e os levitas levaram tudo.
2Cr 6.1–42
E Salomão exclamou: “O Senhor disse que moraria numa nuvem escura! Na verdade eu fiz um templo magnífico para o Senhor, um lugar que será a sua morada para sempre!” Então Salomão se virou para a congregação dos israelitas que estavam ali em pé, a fim de abençoá-los. E disse: “Bendito seja o Senhor, o Deus de Israel, o Deus que falou pessoalmente a meu pai Davi, e que agora cumpriu a promessa feita a ele. Pois ele disse: “ ‘Nunca antes, desde que tirei meu povo da terra do Egito, escolhi uma cidade das tribos de Israel como local para construir um templo, onde meu nome seja glorificado; e nunca antes escolhi um líder para meu povo Israel.
2Cr 7.1–22
Quando Salomão terminou a oração, desceu fogo do céu e queimou os sacrifícios! E a glória do Senhor encheu o templo, de maneira que os sacerdotes não podiam entrar no templo do Senhor! Quando todo o povo viu o fogo descendo e a glória do Senhor sobre o templo, todos se curvaram com o rosto em terra e adoraram e deram graças ao Senhor, dizendo: “Ele é bom; e o seu amor dura para sempre!” Então o rei e todo o povo de Israel ofereceram sacrifícios queimados ao Senhor. A contribuição que o rei Salomão fez para esta cerimônia foi de vinte e dois mil bois e cento e vinte mil ovelhas. Dessa forma, o rei e todo o povo dedicaram o templo ao Senhor.
CARTAS
Ef 3.12
por meio de quem temos livre acesso à presença de Deus, com toda a confiança, por meio da nossa fé nele.
Hb 4.14–16
Portanto, Jesus, o Filho de Deus, é o nosso grande sumo sacerdote que foi diretamente para o céu, a fim de nos ajudar; portanto não deixemos nunca de confiar nele. Esse nosso sumo sacerdote compreende as nossas fraquezas, visto que ele passou pelas mesmas tentações que nós passamos, ainda que ele nunca tenha cedido a elas nem pecado. Portanto, vamos ousadamente até o próprio trono de Deus e permaneçamos lá para recebermos a sua misericórdia e acharmos a sua graça para nos ajudar em tempos de necessidade.
Hb 9.1–28
Ora, naquela primeira aliança entre Deus e o seu povo havia normas para a adoração e havia um tabernáculo aqui na terra. Dentro deste tabernáculo havia dois compartimentos. O primeiro compartimento, chamado de Lugar Santo, continha o castiçal de ouro e uma mesa com os pães sagrados. Depois, havia uma cortina e, atrás da cortina, um compartimento chamado o Santo dos Santos. Nesse compartimento havia o altar do incenso, todo de ouro, e a arca da aliança, inteiramente coberta de ouro puro. Dentro da arca estavam as tábuas da aliança, um vaso de ouro com um pouco de maná e a vara de Arão que floresceu. Em cima da arca de ouro havia estátuas de anjos chamados querubins — as sentinelas da glória de Deus — com as suas asas estendidas por cima da cobertura de ouro da arca, chamada o propiciatório. Mas basta destes pormenores.
Hb 10.1–39
O antigo sistema das leis judaicas deu apenas uma fraca amostra das coisas boas que Cristo faria por nós. Nesse antigo sistema, os sacrifícios se repetiam muitas vezes, ano após ano, porém mesmo assim eles nunca puderam salvar aqueles que viviam debaixo desses regulamentos. Se isso fosse possível, uma oferta só teria sido suficiente; os adoradores teriam sido purificados de uma vez por todas, e seu sentimento de culpa teria desaparecido. Mas aconteceu justamente o contrário: aqueles sacrifícios anuais lembravam-lhes a desobediência e a culpa deles, em vez de aliviá-los. Porque é impossível que o sangue de touros e de bodes tire pecados. Foi por isso que Cristo disse, quando veio ao mundo: “Ó Deus, o Senhor não quer sangue de animais ou ofertas de cereais, mas o Senhor me preparou um corpo, a fim de que eu o deposite como sacrifício sobre o seu altar.

Seu estudo sobre Tabernáculo