Gibeá, cidade de Benjamim, palco do crime narrado em Juízes 19 e 20 e, depois, a cidade de Saul, primeiro rei de Israel.
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Gibeá era uma cidade de Benjamim, chamada também Gibeá de Saul. No livro de Juízes, um levita e seu criado decidem não parar em cidade de estrangeiros e seguir até Gibeá; o sol se pôs junto a ela, e, sentados na praça, ninguém os acolheu, até que um velho, de Efraim e peregrino ali, os recebeu, pois os moradores eram filhos de Benjamim Jz 19.12–16. O levita conta depois a Israel que chegou a Gibeá de Benjamim com sua concubina, que os de Gibeá cercaram a casa de noite e que ela foi morta; ele enviou as partes por todo o território de Israel, e o povo se levantou como um só homem Jz 20.4–8.
No tempo de Samuel e de Saul, Gibeá reaparece como cidade do rei. Samuel diz a Saul que, perto do morro de Deus, onde está a guarnição filisteia, ele encontrará uma companhia de profetas e será transformado 1Sa 10.5–9. Mensageiros de Jabes chegam a Gibeá de Saul, o povo chora, e o espírito de Deus arrebata Saul, que convoca Israel 1Sa 11.4–8. Jônatas ficou ali com mil homens e feriu a guarnição filisteia 1Sa 13.2–6. Saul estava no termo de Gibeá, sob uma romãzeira, com cerca de seiscentos homens 1Sa 14.2–6. Depois que Samuel foi a Ramá, Saul subiu à sua casa em Gibeá de Saul 1Sa 15.34–35.
Dali Saul persegue Davi. Estava em Gibeá, com a lança na mão e os servos ao redor, quando ouviu que Davi aparecera 1Sa 22.6–10. Os zifeus foram dizer-lhe ali onde Davi estava escondido 1Sa 23.19–23 1Sa 26.1–5. Nas Crônicas, Gibeá é a cidade de Itai, de Benjamim 1Cr 11.31–35, e dos gibeatitas 1Cr 12.3–7.