Lugar de reunião de Israel nos Juízes e em Samuel, depois cidade fortificada por Asa e sede de Gedalias após a queda de Jerusalém.
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Mispá aparece como ponto de reunião de todo o Israel, de Dã a Berseba e a terra de Gileade, ao Senhor em Mispá Jz 20.1–5. Ali o povo ouviu o levita contar o crime de Gibeá Jz 20.1–5. Em Mispá os homens de Israel haviam jurado não dar suas filhas aos de Benjamim, e sobre quem não subisse ao Senhor em Mispá pesava juramento de morte Jz 21.1–5.
Samuel mandou juntar todo Israel em Mispá para orar por eles. O povo derramou água diante do Senhor, jejuou e confessou o pecado 1Sa 7.5–9. Samuel julgou Israel ali e clamou pelo povo quando os filisteus subiram contra eles 1Sa 7.5–9. Outras passagens da lista, ligadas a Samuel, tratam de Elcana e Ana em Siló 1Sa 1.1–5, dos filhos de Eli 1Sa 2.11–15, do pedido de um rei feito em Ramá 1Sa 8.4–8 e de Davi com Samuel em Naiote 1Sa 19.18–22. Nelas, Mispá não é citada.
O rei Asa usou a pedra e a madeira de Ramá para edificar Gibeá de Benjamim e Mispá 1Re 15.22–26. Nos dias da Babilônia, Gedalias, posto como governador, recebeu os chefes do exército em Mispá e jurou-lhes que, servindo ao rei da Babilônia, lhes iria bem 2Re 25.23–27 Jr 40.6–10. Ismael o matou ali, com os judeus e caldeus que estavam com ele Jr 41.1–5. Em Neemias, homens de Mispá aparecem entre os que repararam o muro de Jerusalém Ne 3.7–11.