Grande cidade dos gibeonitas, que enganaram Josué, e lugar alto onde o tabernáculo esteve no tempo de Davi e Salomão.
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Gibeom era uma grande cidade, como uma das cidades reais, maior que Ai Js 10.1–5. Seus moradores, sabendo o que Josué fizera a Jericó e a Ai, usaram de astúcia: fingiram-se embaixadores, com sacos, odres e sapatos velhos, e pediram aliança a Israel em Gilgal Js 9.3–7. Depois, o rei de Jerusalém convocou os reis de Hebrom, Jeremote, Laquis e Eglom para combater Gibeom por ter feito paz com Josué Js 10.1–5.
No tempo de Davi, junto ao tanque de Gibeom, Abner e Joabe puseram doze homens de cada lado para lutar, e o lugar se chamou Helcate-Hazurim 2Sa 2.12–16. Uma fome de três anos veio por Saul ter matado os gibeonitas, que não eram filhos de Israel, mas resto dos amorreus a quem Israel fizera juramento 2Sa 21.1–5. Davi feriu os filisteus desde Gibeom até Gezer 1Cr 14.16–17. As genealogias de Saul começam com os que habitaram em Gibeom 1Cr 8.29–33 1Cr 9.35–39. Ismaías, o gibeonita, estava entre os valentes de Davi 1Cr 12.4–8.
Gibeom foi lugar de culto. Zadoque e os sacerdotes serviam diante do tabernáculo do SENHOR no alto que estava em Gibeom 1Cr 16.39–43. Salomão foi ali sacrificar mil holocaustos, e o SENHOR lhe apareceu em sonhos, dizendo que pedisse o que quisesse 1Re 3.4–8 2Cr 1.3–7. Mais tarde, Joanã encontrou Ismael junto às muitas águas que ficam em Gibeom Jr 41.12–16.