HISTÓRICOS
2Re 25.8Nebuzaradã, o comandante da guarda real, chegou a Jerusalém, vindo de Babilônia, no sétimo dia do quinto mês do décimo nono ano do reinado de Nabucodonosor.
2Re 25.11O restante do povo da cidade e os desertores que se declararam fiéis ao rei da Babilônia foram levados presos para Babilônia.
2Re 25.20foram levados pelo general Nebuzaradã à presença do rei de Babilônia, em Ribla
PROFETAS
Jr 39.9Nebuzaradã, o capitão da guarda, e seus homens ajuntaram o povo que tinha ficado na cidade e as pessoas que tinham se rendido a ele e os mandaram cativos à Babilônia.
Jr 39.10Ele escolheu algumas pessoas, as mais pobres, e essas ficaram na terra de Judá. Além disso, Nebuzaradã lhes deu campos e plantações de uvas.
Jr 39.11Mas o rei da Babilônia, Nabucodonosor, tinha dado ordem a Nebuzaradã, chefe da guarda, para encontrar Jeremias e cuidar dele:
Jr 39.13Então Nebuzaradã, o chefe da guarda, Nebusazdã, chefe dos oficiais do rei, Nergal-Sarezer, conselheiro-chefe do rei, e os outros oficiais do rei
Jr 40.1Jeremias foi levado junto com outros moradores de Jerusalém para Ramá. Lá, Nebuzaradã, o chefe da guarda, encontrou o profeta acorrentado entre todos os cativos de Jerusalém e de Judá que estavam sendo levados para o exílio na Babilônia e o libertou.
Jr 41.10Ismael prendeu as filhas do rei e todas as pessoas que Nebuzaradã havia deixado em Mispá, sob o cuidado de Gedalias, filho de Aicão, o governador. Ismael, filho de Netanias, levou os seus prisioneiros e se dirigiu para o território dos amonitas.
Jr 43.6todos os homens, as mulheres e crianças, as filhas do rei, enfim, todas as pessoas que Nebuzaradã, chefe da guarda imperial, tinha deixado em Judá, aos cuidados de Gedalias, filho de Aicão, neto de Safã. Além disso, obrigaram o profeta Jeremias e Baruque, filho de Nerias, a irem com eles para o Egito.
Jr 52.12No décimo dia do quinto mês do décimo nono ano do reinado de Nabucodonosor, rei da Babilônia, Nebuzaradã — o comandante da guarda do rei da Babilônia — chegou a Jerusalém.
Jr 52.15O comandante da guarda imperial deportou para a Babilônia os mais pobres entre o povo e as pessoas que tinham escapado à destruição de Jerusalém, os que tinham se rendido ao exército babilônio, juntamente com o resto dos artesãos e aqueles que tinham se rendido ao rei da Babilônia.