Rt 1.2Esse homem chamava-se Elimeleque, e a sua mulher, Noemi; os dois filhos, Malom e Quiliom. Eram efrateus de Belém de Judá. Eles foram para Moabe e ficaram morando ali.
Rt 1.3Enquanto moravam em Moabe, Elimeleque morreu e Noemi ficou sozinha com seus dois filhos.
Rt 1.8Noemi disse às suas noras: “Por que vocês não voltam para as casas de suas mães? Eu desejo sinceramente que o Senhor recompense vocês duas por terem sido fiéis aos seus maridos e a mim.
Rt 1.11Noemi, porém, respondeu: “É melhor que vocês voltem para seu povo, minhas filhas. Por que viriam comigo? Será que eu poderia ter mais filhos para que se tornassem os seus maridos no futuro?
Rt 1.19E partiram. Quando chegaram a Belém, todo o povoado ficou agitado por causa delas. “Será que é Noemi mesmo?”, perguntavam as mulheres.
Rt 1.20Noemi, porém, lhes dizia: “Não me chamem Noemi; chamem-me Mara. Porque o Deus Todo-poderoso tornou a minha vida amarga!
Rt 1.21Eu parti cheia de alegria, de mãos cheias, mas o Senhor me trouxe de volta de mãos vazias. Por que então vocês me chamam Noemi, quando Deus me voltou as costas e trouxe tanto sofrimento para mim?”
Rt 1.22Quando Noemi e sua nora moabita Rute voltaram das terras de Moabe e chegaram a Belém, a colheita de cevada estava começando.
Rt 2.1Havia em Belém um homem muito rico e influente, parente do grupo de famílias de Elimeleque. O nome desse homem era Boaz.
Rt 2.2Certo dia, Rute, a moabita, disse a Noemi: “Talvez eu possa ir colher espigas que sobram, no campo de alguma pessoa bondosa”. Noemi respondeu: “Está bem, minha filha. Pode ir”.
Rt 2.6“É a moça que veio de Moabe, junto com Noemi”, respondeu o capataz.
Rt 2.20“Que o Senhor o abençoe! O Senhor continua a ser bondoso para conosco como também foi para os nossos maridos!”, exclamou Noemi emocionada. E acrescentou: “Sabe, esse homem, Boaz, é um de nossos parentes mais chegados, um dos nossos resgatadores”.