APOCALIPSE
Ap 1.4–5João, às sete igrejas da província da Ásia. A vocês graça e paz de Deus, aquele que é, que era e que virá, e dos sete espíritos que se acham diante do trono dele; e de Jesus Cristo, que revela fielmente toda a verdade a nós. Ele foi o primeiro a se levantar da morte, para não morrer mais. Ele é muitíssimo mais importante do que qualquer rei em toda a terra. Ele nos ama sempre e nos libertou dos nossos pecados ao derramar o seu sangue por nós.
Ap 1.16Ele segurava na mão direita sete estrelas e da sua boca saía uma afiada espada de dois gumes; e o rosto dele brilhava como a força do sol do meio-dia.
Ap 2.10Não tenha medo do que você está prestes a sofrer — pois o diabo brevemente lançará alguns de vocês na prisão para experimentá-los. Vocês serão perseguidos durante dez dias. Mostre-se fiel até mesmo quando estiver enfrentando a morte e eu lhe darei a coroa da vida.
Ap 4.4Esse trono estava rodeado por vinte e quatro tronos, com vinte e quatro anciãos sentados neles, todos vestidos de branco, com coroas de ouro na cabeça.
Ap 4.6–8Diante do trono achava-se estendido um brilhante mar de cristal. Nos quatro lados do trono estavam quatro seres viventes, cobertos de olhos na frente e atrás. O primeiro destes seres viventes tinha a forma de um leão; o segundo parecia um boi; o terceiro tinha o rosto de um homem; e o quarto tinha a forma de uma águia, com as asas abertas como se estivesse voando. Cada um desses seres viventes tinha seis asas, e a parte central das asas deles estava coberta de olhos. Dia e noite eles viviam dizendo: “Santo! Santo! Santo é o Senhor Deus Todo-poderoso, que era, que é, e que virá”.
Ap 6.1–8Enquanto eu observava, o Cordeiro quebrou o primeiro dos sete selos. Então um dos quatro seres viventes, com uma voz que soava como o trovão, disse: “Venha!” Olhei, e ali na minha frente estava um cavalo branco. Aquele que o montava levava um arco, e puseram-lhe uma coroa na cabeça; ele saiu cavalgando para vencer e conquistar. Então o Cordeiro quebrou o segundo selo. E ouvi o segundo ser vivente dizer: “Venha!” Desta vez surgiu um cavalo vermelho. Ao que o montava foi dada uma espada comprida e a autoridade de tirar a paz da terra e fazer com que os homens se matassem uns aos outros. Quando o Cordeiro quebrou o terceiro selo, ouvi o terceiro ser vivente dizer: “Venha!” e vi um cavalo negro, com aquele que o montava segurando uma balança na mão.
Ap 6.1Enquanto eu observava, o Cordeiro quebrou o primeiro dos sete selos. Então um dos quatro seres viventes, com uma voz que soava como o trovão, disse: “Venha!”
Ap 7.1Então vi quatro anjos em pé nos quatro cantos da terra, impedindo os quatro ventos de soprarem na terra, no mar e em qualquer árvore.
Ap 7.4–8Cento e quarenta e quatro mil selados, doze mil por triboEu ouvi o número dos que receberam esta marca. Eram 144.000, de todas as tribos de Israel. Da tribo de Judá foram selados 12.000, da tribo de Rúbem, 12.000, da tribo de Gade, 12.000, da tribo de Aser, 12.000, da tribo de Naftali, 12.000, da tribo de Manassés, 12.000, da tribo de Simeão, 12.000, da tribo de Levi, 12.000, da tribo de Issacar, 12.000, da tribo de Zebulom, 12.000, da tribo de José, 12.000, da tribo de Benjamim, 12.000.
Ap 7.4Cento e quarenta e quatro mil selados, doze mil por triboEu ouvi o número dos que receberam esta marca. Eram 144.000, de todas as tribos de Israel.
Ap 7.5–8Da tribo de Judá foram selados 12.000, da tribo de Rúbem, 12.000, da tribo de Gade, 12.000, da tribo de Aser, 12.000, da tribo de Naftali, 12.000, da tribo de Manassés, 12.000, da tribo de Simeão, 12.000, da tribo de Levi, 12.000, da tribo de Issacar, 12.000, da tribo de Zebulom, 12.000, da tribo de José, 12.000, da tribo de Benjamim, 12.000.
Ap 11.3E eu darei poder às minhas duas testemunhas para profetizarem 1.260 dias vestidas de pano de saco”.
Ap 12.1Então apareceu no céu um grande sinal: Vi uma mulher vestida de sol, com a lua debaixo dos pés e uma coroa de doze estrelas na cabeça.
Ap 12.3Subitamente apareceu um outro sinal: Um enorme dragão vermelho, com sete cabeças e dez chifres, e sete coroas nas cabeças.
Ap 13.1E agora, em minha visão, eu vi uma besta levantando-se do mar. Tinha sete cabeças e dez chifres, e dez coroas nos chifres. E em cada cabeça estavam escritos nomes insultuosos, cada um deles blasfemando contra Deus.
Ap 13.18Este é um enigma que exige um estudo cuidadoso para solucioná-lo. Aqueles que são capazes calculem o número da besta, pois é o número de homem. Seu número é 666!
Ap 14.1Então eu vi o Cordeiro em pé no monte Sião, e com ele estavam 144.000 que tinham o nome dele e o nome do seu Pai escritos nas suas testas.
Ap 17.3–14Então o anjo me levou em espírito ao deserto. Ali eu vi uma mulher sentada numa besta vermelha que tinha sete cabeças e dez chifres, toda coberta de blasfêmias escritas contra Deus. A mulher usava uma roupa de púrpura e escarlata, e estava adornada de joias, feitas de ouro, pedras preciosas e pérolas. Tinha na mão uma taça de ouro cheia de coisas repugnantes e da impureza da sua prostituição. Na testa dela estava escrito um título misterioso: “A Grande Babilônia, Mãe das Prostitutas e da Adoração aos Ídolos em Todos os Lugares ao Redor do Mundo”. E eu pude ver que ela estava embriagada com o sangue dos mártires de Jesus que ela havia matado. Eu a olhei fixamente, cheio de espanto. “Por que você está assim tão admirado?”, perguntou o anjo. “Eu lhe direi quem é ela e o que representa a besta sobre a qual está montada, que tem sete cabeças e dez chifres.
Ap 20.2–7Ele prendeu o dragão — aquela velha serpente, que é o diabo, Satanás — amarrou-o com correntes durante mil anos e o jogou dentro do abismo insondável; depois o fechou e pôs nele um lacre, de modo que ele não podia mais enganar as nações até que os mil anos tivessem terminado. Depois disso ele seria solto novamente por um pouco de tempo. Então vi tronos, e neles estavam sentados aqueles que tinham recebido o direito de julgar. E vi as almas daqueles que tinham sido decapitados pelo seu testemunho a respeito de Jesus, por proclamarem a palavra de Deus, e que não tinham adorado a besta ou a sua estátua, nem aceitado o sinal dela na testa ou na mão. Eles ressuscitaram e aí reinaram com Cristo durante mil anos. O restante dos mortos não voltou à vida enquanto os mil anos não tinham terminado. Esta é a primeira ressurreição. Felizes e santos aqueles que tomam parte na primeira ressurreição. Para eles a segunda morte não representa nenhum terror, porque serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele mil anos.
Ap 21.12–21Os muros dela eram grandes e altos, com doze portões guardados por doze anjos. E nos portões estavam escritos os nomes das doze tribos de Israel. Havia três portões de cada lado — norte, sul, leste e oeste. Os muros tinham doze pedras nos alicerces, e nelas estavam escritos os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro. O anjo segurava na mão uma vara de medir feita de ouro, para medir a cidade, os seus portões e os seus muros. Quando ele a mediu, descobriu que era quadrada, com a mesma largura que o comprimento. Ele mediu a cidade com a vara; tinha 2.200 quilômetros de comprimento; a largura e a altura eram iguais ao comprimento.
Ap 21.12–27Os muros dela eram grandes e altos, com doze portões guardados por doze anjos. E nos portões estavam escritos os nomes das doze tribos de Israel. Havia três portões de cada lado — norte, sul, leste e oeste. Os muros tinham doze pedras nos alicerces, e nelas estavam escritos os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro. O anjo segurava na mão uma vara de medir feita de ouro, para medir a cidade, os seus portões e os seus muros. Quando ele a mediu, descobriu que era quadrada, com a mesma largura que o comprimento. Ele mediu a cidade com a vara; tinha 2.200 quilômetros de comprimento; a largura e a altura eram iguais ao comprimento.
Ap 22.1–2Então o anjo me mostrou o rio da água da vida, limpa como cristal, que fluía do trono de Deus e do Cordeiro, e que passava no meio da rua principal. De cada lado do rio estava a árvore da vida, que dá frutas doze vezes por ano, uma em cada mês; as folhas eram utilizadas como remédio para curar as nações.