O Nilo é o rio do Egito, cenário do sonho de Faraó, do menino Moisés e das pragas, e imagem do poder egípcio nos profetas.
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O Nilo é o rio do Egito. Junto a ele, Faraó sonhou com sete vacas belas e sete magras que subiam do rio Gn 41.1–5. Faraó mandou lançar no rio todo filho hebreu que nascesse Ex 1.22. À beira do rio, a mãe de Moisés pôs o menino numa cesta de juncos, e a filha de Faraó o viu quando desceu para se lavar Ex 2.3–7.
Nas pragas, o SENHOR mandou Moisés esperar Faraó à beira do rio e anunciar que a água se converteria em sangue, os peixes morreriam e o rio federia Ex 7.15–19. Em seguida, o rio criou rãs que subiram às casas, aos quartos e aos fornos Ex 8.3–7. Na caminhada de Davi para trazer a arca, Israel foi reunido desde Sior do Egito até Hamate 1Cr 13.5–9.
Os profetas usam o rio como imagem do Egito. Isaías anuncia que os rios terão mau cheiro, secarão, e os pescadores lamentarão Is 19.6–10. Sobre Tiro, ele cita a colheita do Nilo, que vinha por muitas águas Is 23.3–7. Jeremias compara o Egito que sobe, com cavalos e carruagens, às águas do Nilo, mas aquele dia pertence ao Senhor Jr 46.7–11. Em Ezequiel, o SENHOR é contra Faraó, o grande dragão no meio de seus rios, que dizia: Meu rio é meu Ez 29.3–7. Amós compara o abalo da terra ao subir e afundar do rio do Egito Am 8.8–12 Am 9.5–9.