Adivinho, filho de Beor, chamado pelo rei de Moabe para amaldiçoar Israel e que acabou por abençoá-lo.
Gerado a partir das fontes · ainda não revisadoSugerir correção
Balaão, filho de Beor, vivia em Petor. O rei Balaque de Moabe enviou mensageiros para chamá-lo e amaldiçoar o povo que saíra do Egito, e os anciãos de Moabe e de Midiã levaram o pagamento pela adivinhação Nm 22.5–9. Balaão respondeu que falaria como o SENHOR lhe falasse, e Deus veio a ele Nm 22.5–9. Ele mandou erguer sete altares e, quando o SENHOR pôs a palavra em sua boca, voltou a Balaque com ela Nm 23.1–5. Na terceira vez, viu Israel acampado por tribos, o espírito de Deus veio sobre ele e ele declarou belas as tendas de Jacó Nm 24.1–5.
Balaão foi morto à espada, entre os mortos de Midiã, na campanha dos israelitas Nm 31.8–12 Js 13.22–26.
O restante da Escritura lembra o episódio. Deuteronômio diz que o SENHOR não quis ouvir Balaão, contratado de Petor, na Arã-Naaraim (Arã-Naaraim), e transformou a maldição em bênção Dt 23.4–8; Neemias repete isso Ne 13.2–6. Josué 24 afirma que o SENHOR não quis escutá-lo e abençoou Israel repetidamente Js 24.9–13. Miqueias chama o povo a lembrar o que Balaão respondeu a Balaque Mq 6.5–9.
No Novo Testamento, Balaão é exemplo de erro. Pedro fala do caminho de Balaão, que amou o pagamento da injustiça 2Pe 2.15–19. Judas menciona o engano de Balaão por interesse de lucro Jd 11–15. Apocalipse fala da doutrina de Balaão, que ensinou Balaque a pôr tropeço diante de Israel Ap 2.14–18.