Filha de Labão e mulher amada de Jacó; mãe de José e de Benjamim, morreu no caminho de Efrata.
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Raquel, filha de Labão, era a pastora que chegou com o gado do pai ao poço onde Jacó a viu e removeu a pedra para dar de beber às ovelhas Gn 29.6–10. Sem filhos, teve inveja da irmã e pediu a Jacó que lhe desse filhos. Deu-lhe então sua serva Bila, que concebeu e deu à luz um filho Gn 30.1–5.
Jacó chamou Raquel e Lia ao campo para dizer que o pai delas o havia enganado e mudado seu salário dez vezes, mas que Deus não permitira que lhe fizesse mal Gn 31.4–8. Ao encontrar Esaú, Jacó repartiu os filhos entre Lia e Raquel e as servas, e pôs Raquel e José por último Gn 33.1–5.
Perto de Efrata, que é Belém, Raquel morreu ao dar à luz um filho que chamou Benoni, e Jacó o chamou Benjamim; Jacó pôs uma coluna sobre a sepultura Gn 35.16–20. Seus filhos foram José e Benjamim Gn 46.19–23. Já velho, Israel lembrou a José que Raquel morrera no caminho de Efrata Gn 48.7–11.
Depois, Raquel é lembrada junto com Lia como quem edificou a casa de Israel Rt 4.11–15. O sepulcro de Raquel serve de ponto de referência no termo de Benjamim 1Sa 10.2–6. Jeremias descreve Raquel chorando por seus filhos em Ramá, mas o Senhor promete que eles voltarão Jr 31.15–19. Mateus cita o mesmo lamento de Raquel por seus filhos Mt 2.18–22.