Cidade ao norte de Jerusalém, lugar de altar de Jacó, depois centro do culto dos bezerros de Jeroboão e alvo da palavra dos profetas.
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Betel é o lugar para onde Deus mandou Jacó subir e fazer um altar ao Deus que lhe apareceu quando fugia de Esaú Gn 35.1–5. Jacó mandou a família tirar os deuses alheios antes de subir Gn 35.1–5. Na conquista, Betel serve de referência geográfica: a emboscada de Josué ficou entre Betel e Ai Js 8.9–13, e o rei de Ai é descrito como "ao lado de Betel" Js 12.9–13. Também marca a divisa da porção dos filhos de José Js 16.1–5. No tempo dos juízes, Israel subiu à casa de Deus e consultou o SENHOR sobre a guerra contra Benjamim Jz 20.18–22.
Com Jeroboão, Betel tornou-se lugar de culto ilegítimo: ele pôs ali um bezerro, fez casa de altos, sacerdotes que não eram levitas e uma festa no mês que inventou, e sacrificou sobre o altar 1Re 12.29–33. Um homem de Judá clamou contra esse altar e anunciou o nascimento de Josias; o altar se rompeu, como sinal 1Re 13.1–5. Elias e Eliseu passaram por Betel, onde havia filhos dos profetas 2Re 2.2–6. Josias levou ali as cinzas dos vasos de Baal queimados em Cedrom 2Re 23.4–8.
Os profetas condenaram o culto de Betel. Oseias fala dos altos de Áven e do pecado de Israel Os 10.8–12. Amós manda não buscar Betel, que será reduzida a nada Am 5.5–9. Amazias, sacerdote de Betel, denunciou Amós ao rei e o mandou profetizar em Judá, pois ali estavam o santuário e o palácio do rei Am 7.10–14.