PROFETAS
Is 56.7eu mesmo as levarei ao meu santo monte e lhes darei grande alegria em minha casa de oração. Aceitarei suas ofertas queimadas e demais sacrifícios no meu altar, porque a minha casa será chamada casa de oração para todos os povos”.
Ez 8.1–18No quinto dia do sexto mês do sexto ano do exílio, eu e as autoridades de Judá estávamos em minha casa, quando o poder do Soberano, o Senhor, veio sobre mim. Vi uma figura que se parecia com um homem. Da cintura para baixo ele era como fogo; da cintura para cima sua aparência era de um metal brilhante. Estendeu algo parecido com um braço, e pegou-me pelos cabelos. O Espírito me levantou no ar entre o céu e a terra, e me levou até Jerusalém, numa visão dada por Deus. Cheguei à entrada da porta do norte, onde estava o grande ídolo que tanto ofendeu o Senhor. De repente, vi diante de mim a glória do Deus de Israel, tal como eu tinha visto antes no vale. Então ele me disse: “Filho do homem, olhe para o norte!” Olhei, e lá estava, junto à porta do altar, o grande ídolo que era uma ofensa contra Deus.
Ez 9.1–11Então eu o ouvi clamar em alta voz: “Venham! Aproximem-se os homens convocados para destruir esta cidade. Venham armados e prontos para o combate!” Em resposta ao seu chamado, surgiram seis homens vindos pelo portão superior, do lado norte. Cada um deles estava armado com um machado de guerra, e no meio dos seis guerreiros havia um homem vestido de linho. Na sua cintura levava material para escrever. Eles entraram no templo e ficaram ao lado do altar de bronze. Nisso, a glória do Deus de Israel abandonou o lugar onde havia ficado até então, acima dos querubins no lugar santo, e se moveu para a entrada do templo. Então o Senhor chamou o homem vestido de linho que levava o material de escrever e disse a ele: “Dê uma volta pelas ruas de Jerusalém, e faça um sinal na testa de todas as pessoas que choram e gemem de tristeza por causa de todos esses horríveis pecados que o povo anda cometendo”. Ouvi também quando ele ordenou aos outros seis: “Vão atrás dele e matem, sem dó nem piedade, todas as pessoas cuja testa não esteja marcada.
Ez 10.1–22Olhei para cima e vi, sobre a superfície brilhante acima das quatro criaturas, que eram querubins, um trono que parecia de safira. O Senhor falou ao homem vestido de linho: “Passe por entre as rodas que giram, até ficar sob os querubins. Apanhe um punhado de brasas ardentes e espalhe por toda a cidade de Jerusalém”. Ele fez o que o Senhor havia mandado, e eu fiquei olhando. Os querubins estavam na parte sul do templo quando o homem vestido de linho entrou. A nuvem da glória do Senhor encheu o pátio interno. Então a glória do Senhor saiu de sobre os querubins e se colocou na entrada do templo. O templo ficou cheio da nuvem da glória, enquanto o pátio brilhava com a maravilhosa luz da glória do Senhor. O barulho das asas dos querubins parecia a voz do Deus todo-poderoso. Eu podia ouvir tudo muito bem, no pátio externo.
Ez 11.1–25Então o Espírito me levantou no ar e me levou até a entrada oriental do templo do Senhor. Lá, na entrada da porta, eu vi vinte e cinco homens. No meio daquele grupo estavam Jaazanias, filho de Azur, e Pelatias, filho de Benaia, autoridades do povo. Enquanto eu olhava, o Senhor me disse: “Filho do homem, estes são os homens responsáveis pela desobediência dos moradores de Jerusalém. Eles aconselham o povo a fazer coisas erradas, contra a minha vontade. Eles dizem ao povo: ‘Jerusalém não será destruída. Podemos construir casas e viver em paz. Estamos seguros aqui em Jerusalém, protegidos dos nossos inimigos’. Por isso, filho do homem, profetize contra eles. Anuncie os castigos futuros!” Então o Espírito do Senhor veio sobre mim e disse: “Assim diz o Senhor: Vocês afirmam que estão seguros dentro de Jerusalém! Eu sei muito bem o que vocês estão pensando!
Ez 40.1–49No início do vigésimo quinto ano do exílio, no início do ano, no décimo dia do mês, no décimo quarto ano depois da queda da cidade, a mão do Senhor veio sobre mim e me levou para lá. Em visões, Deus me levou à terra de Israel e me colocou sobre um monte muito alto. Lá, havia os edifícios de uma cidade à minha frente, em direção ao sul. O Senhor me levou mais perto, e eu vi um homem que brilhava como metal polido. Ele estava parado em frente a um portão; na sua mão havia um fio de linho e uma régua de medir. E o homem me disse: “Filho do homem, observe bem, ouça com atenção; decore tudo o que vou lhe mostrar. Foi para isso que você foi trazido até aqui. Seu dever é contar ao povo de Israel tudo o que você vai ver aqui”. Vi, então, o homem medir o muro que cercava o templo, usando aquela régua de medir. A régua na mão do homem tinha seis medidas longas, cada uma com meio metro de comprimento. Depois de medir, ele me disse: “Este muro tem três metros de espessura e três metros de altura”.
Ez 41.1–26Depois o homem me levou para dentro do templo propriamente dito. Mediu as colunas que sustentavam a entrada até a sala maior do edifício; elas tinham lados iguais, com três metros de largura em cada lado. A entrada tinha cinco metros de largura por dois metros e meio de profundidade. O santuário externo tinha ao todo vinte metros de comprimento por dez metros de largura. O homem entrou no santuário interno, ao fundo do santuário externo. Mediu a largura da entrada daquele santuário; eram três metros de largura por um metro de comprimento. Dos dois lados da entrada havia paredes de três metros e meio de espessura. Ao todo, o santuário interno era quadrado e media dez metros. Então, o homem me disse: “Agora nós estamos dentro do Lugar Santíssimo”. Logo depois, ele mediu as paredes do templo, verificando que elas tinham três metros de espessura. Do lado de fora, junto à parede, havia salas, tendo cada uma dois metros quadrados.
Ez 42.1–20Depois de tudo isso, o homem me levou para o pátio externo, em direção ao norte. Fomos às salas que ficavam no lado norte do pátio, de frente para o edifício separado. Ao todo, aquela fileira de salas media cinquenta metros de comprimento e vinte e cinco metros de largura. As fileiras de salas ficavam lado a lado com a parede do pátio interno. Havia três andares, dando as salas para o pátio externo de um lado, e deixando um espaço livre de dez metros até o pátio interno. Em frente às salas, havia uma calçada de cinco metros de largura, ao longo de toda a extensão das salas, cinquenta metros. As entradas das salas ficavam voltadas para o norte. As salas dos andares superiores eram mais estreitas que as salas do andar térreo, porque os corredores eram mais largos; assim, as salas do segundo andar eram mais estreitas que as do primeiro andar, e estas, mais estreitas que as do térreo.
Ez 43.1–27Depois de tudo isso, o homem me levou de volta ao muro externo, à porta que dava para o leste, e, de repente, lá estava ela! Vindo do oriente, a glória do Deus de Israel se aproximava! O som de sua voz parecia o barulho de uma grande queda d’água. Toda a paisagem se iluminou com a glória divina. A visão era igual às duas outras que eu tivera, a primeira junto ao canal de Quebar, quando ele veio destruir a cidade; a segunda quando o Espírito me levou a Jerusalém para profetizar a sua destruição. Ao ver a maravilhosa glória do Senhor, eu me ajoelhei, colocando o meu rosto junto ao chão. A glória do Senhor entrou no templo pela porta leste do muro externo. No mesmo instante, o Espírito me suspendeu no ar e me levou até o pátio interno do templo. Lá eu vi que a glória do Senhor enchia completamente o templo!
Ez 44.1–31Então o Senhor me levou de volta ao muro externo do templo, para junto da porta leste. A porta estava fechada. Chegando lá, o Senhor me disse: “Esta porta permanecerá fechada; nunca será aberta, porque o Senhor, o Deus de Israel, entrou por ela. Por isso, ela ficará fechada. Apenas o príncipe, por ser o príncipe, poderá se sentar em frente à porta para festejar diante do Senhor. Mas ele só poderá entrar e sair pelo pórtico da passagem leste”. Em seguida, ele me levou para o pátio interno, através da passagem norte. Quando chegamos diante do templo propriamente dito, eu vi que a glória do Senhor enchia completamente a casa. Cheio de temor, eu me ajoelhei e coloquei o rosto junto ao chão. Então o Senhor me disse o seguinte: “Filho do homem, preste bastante atenção! Fique de olhos e ouvidos bem abertos, porque vou lhe mostrar as leis e mandamentos a respeito do templo, a casa do Senhor. Note bem quem são as pessoas que poderão entrar no templo, e aquelas que terão de ficar fora.
Ez 45.1–25“Portanto, quando a terra for repartida por sorteio entre as tribos de Israel, vocês deverão oferecer uma parte dela ao Senhor. Essa parte será terra santa. Essa faixa de terra terá doze quilômetros e meio de comprimento por dez quilômetros de largura. “Dentro da faixa, uma área quadrada com duzentos e cinquenta metros de lado será separada para o templo. Além dessa área, deverá haver um espaço livre de vinte e cinco metros de cada lado do espaço reservado ao templo. O templo será construído nessa faixa maior, que tem doze quilômetros e meio de comprimento por cinco quilômetros de largura; ali estará o Lugar Santíssimo. Essa faixa será separada; será o Lugar Santo da terra de Israel. Servirá para os sacerdotes construírem suas casas e viverem; será a morada dos que servem no templo. Em resumo, essa faixa de terra é santa e pertence ao templo. Acima dessa faixa, ao lado da terra dos sacerdotes, haverá outra faixa de terra, com as mesmas dimensões de doze quilômetros e meio de comprimento por cinco quilômetros de largura. Essa faixa será destinada aos levitas, que servem ao povo na casa do Senhor. Ali eles construirão suas casas.
Ez 46.1–18“Assim diz o Soberano, o Senhor: A porta leste do pátio interior ficará fechada durante os seis dias de trabalho. Mas no sábado e no dia da lua nova ficará aberta. O príncipe chegará até o pórtico de entrada da passagem e ficará junto à porta. Os sacerdotes prepararão para ele o seu sacrifício queimado e as ofertas de gratidão; ele poderá adorar dali, mas não entrará no pátio interno por aquela porta. Apesar disso, ela ficará aberta todo o dia, até o pôr-do-sol. O povo adorará o Senhor em frente a essa passagem para o pátio interno, nos sábados e nas luas novas. O sacrifício queimado trazido pelo príncipe diante do Senhor, no dia de sábado, será de seis cordeiros e um carneiro adulto, todos sem defeito. Fará uma oferta de cereais, uma arroba de trigo ou cevada pelo carneiro adulto, e a quantidade que quiser para cada um dos cordeiros. Para cada arroba, deverá derramar um galão de azeite sobre a oferta, no altar.
Ez 46.1–24“Assim diz o Soberano, o Senhor: A porta leste do pátio interior ficará fechada durante os seis dias de trabalho. Mas no sábado e no dia da lua nova ficará aberta. O príncipe chegará até o pórtico de entrada da passagem e ficará junto à porta. Os sacerdotes prepararão para ele o seu sacrifício queimado e as ofertas de gratidão; ele poderá adorar dali, mas não entrará no pátio interno por aquela porta. Apesar disso, ela ficará aberta todo o dia, até o pôr-do-sol. O povo adorará o Senhor em frente a essa passagem para o pátio interno, nos sábados e nas luas novas. O sacrifício queimado trazido pelo príncipe diante do Senhor, no dia de sábado, será de seis cordeiros e um carneiro adulto, todos sem defeito. Fará uma oferta de cereais, uma arroba de trigo ou cevada pelo carneiro adulto, e a quantidade que quiser para cada um dos cordeiros. Para cada arroba, deverá derramar um galão de azeite sobre a oferta, no altar.
Ez 47.1–23Depois dessas instruções, ele me levou de volta à entrada do templo. Vi uma corrente de águas saindo dos alicerces do templo, passando à direita do altar, ou seja, pelo lado sul. Então me levou para fora do templo, pela passagem externa norte. Paramos do lado de fora da porta leste, que estava fechada. A corrente de águas corria por baixo dela, na direção leste. Meu guia e eu acompanhamos a corrente, indo para o leste. Ele tinha na mão um fio; com esse fio, mediu quinhentos metros e então mandou que eu atravessasse o pequeno riacho. A água mal chegava aos meus tornozelos! Continuamos andando em direção leste, e ele mediu mais quinhentos metros. Mandou-me atravessar o riacho mais uma vez, e a água já chegava aos meus joelhos. Depois de mais quinhentos metros, o riacho já era um rio cujas águas chegavam até a minha cintura. Andamos mais quinhentos metros, sempre medidos pelo fio que meu guia levava. Agora o rio era tão fundo que eu só o consegui atravessar a nado. Já não era possível atravessá-lo andando!
Ez 48.1–35“Aqui está a lista das tribos e dos territórios dados a cada uma delas. O território da tribo de Dã será o seguinte: Começa na fronteira norte, vai até o mar Mediterrâneo, passando por Hetlom até Hazar-Enom, que faz divisa com Hemate ao norte e Damasco ao sul, terminando no mar da Galileia. O território de Aser fica imediatamente ao sul do território de Dã, e tem as mesmas fronteiras a leste e a oeste. A parte da terra que pertence à tribo de Naftali fica ao sul da terra de Aser, com as mesmas fronteiras a leste e a oeste. Fazendo divisa com Naftali, tendo as mesmas fronteiras a leste e a oeste, vem o território de Manassés. A seguir, sempre em direção ao sul, com as mesmas fronteiras a leste e a oeste, vem o território da tribo de Efraim, que margeará o território, de Manassés do leste ao oeste.