Mt 8.4Então Jesus lhe disse: “Não conte a ninguém; vá diretamente ao sacerdote para ser examinado, e leve com você a oferta exigida pela lei de Moisés aos leprosos que são curados — um testemunho público da sua cura”.
Mt 16.20Então advertiu aos discípulos que não contassem aos outros que ele era o Messias.
Mc 1.1Aqui começa a boa notícia de Jesus Cristo, o Filho de Deus.
Mc 1.23–26Achava-se presente ali um homem possesso de um espírito imundo, que começou a gritar: “Por que o Senhor está nos incomodando, Jesus de Nazaré? Veio para nos destruir? Sei quem é o Senhor: o santo de Deus!” Jesus repreendeu o espírito imundo: “Cale-se e saia desse homem”. O espírito imundo deu um grito forte, agitou violentamente o homem e saiu dele.
Mc 1.34Então, naquela noite Jesus curou um grande número de pessoas doentes e expulsou muitos demônios. Ele não deixava que os demônios falassem, porque sabiam quem ele era.
Mc 1.44“Vá pedir para o sacerdote que examine você. Não pare pelo caminho para falar com ninguém. Leve com você a oferta que Moisés mandou que um leproso apresentasse, para que sirva de testemunho”.
Mc 3.11–12Em qualquer lugar onde os espíritos imundos o viam, caíam aos pés de Jesus, gritando: “O Senhor é o Filho de Deus!” Porém ele os advertia severamente de que não contassem quem ele era.
Mc 4.1–34Mais uma vez uma imensa multidão ajuntou-se na praia ao redor de Jesus, quando ele estava ensinando, e ele teve de entrar num barco perto da praia e assentar-se nele, enquanto o povo ficava na beira da praia. Seu método costumeiro de ensinar o povo era por meio de parábolas. Uma delas dizia o seguinte: “Ouçam! Um lavrador saiu para semear. Enquanto espalhava a semente, uma parte dela caiu à beira do caminho; as aves vieram e a comeram. Outra parte caiu em solo raso, com pedras por baixo. A semente cresceu muito depressa, porque a terra não era profunda,
Mc 4.10–12Depois disso, quando ele estava sozinho com os Doze e com os outros discípulos, eles lhe perguntaram a respeito das parábolas. Ele respondeu: “A vocês é permitido saber o mistério a respeito do Reino de Deus, mas aos que estão fora tudo é ensinado por meio de parábolas, conforme está escrito: ‘Vocês vão ouvir as minhas palavras muitas vezes, mas não vão entendê-las. Vocês vão ver, mas não entenderão, para que não se voltem para mim e sejam curados!’ ”.
Mc 4.33–34Ele usava muitas parábolas semelhantes para ensinar o povo, conforme eles estavam em condições de entender. Aliás, a multidão ele só ensinava por meio de parábolas, mas depois, quando estava sozinho com os seus discípulos, explicava-lhes o que queria dizer.
Mc 5.43Jesus os proibiu de contar o que tinha acontecido, e mandou-lhes dar alguma coisa para ela comer.
Mc 7.17Depois ele entrou numa casa para afastar-se do povo, e os seus discípulos lhe perguntaram o que ele queria dizer com a parábola.
Mc 7.24Jesus deixou a Galileia e foi para a região de Tiro e Sidom; e procurava conservar em segredo o fato de que estava ali, mas não foi possível. Porque, como de costume, a notícia da sua chegada espalhou-se depressa.
Mc 7.36Jesus ordenou à multidão que não espalhasse a notícia: porém, quanto mais ele os proibia, mais eles tornavam o fato conhecido,
Mc 8.26Jesus mandou-o para casa, para junto da família. “Não passe pela aldeia”, disse ele.
Mc 8.27–30Nisso Jesus e os seus discípulos deixaram a Galileia e saíram para as vilas de Cesareia de Filipe. Enquanto caminhavam, ele perguntou-lhes: “Quem o povo pensa que eu sou? Que estão eles dizendo a meu respeito?” “Alguns deles dizem que o Senhor é João Batista”, responderam os discípulos, “e outros dizem que é Elias, ou algum outro profeta antigo”. Então ele perguntou: “Quem vocês dizem que eu sou?” Pedro respondeu: “O Senhor é o Cristo”. Mas Jesus ordenou-lhes que não contassem isso a ninguém!
Mc 8.27–31Nisso Jesus e os seus discípulos deixaram a Galileia e saíram para as vilas de Cesareia de Filipe. Enquanto caminhavam, ele perguntou-lhes: “Quem o povo pensa que eu sou? Que estão eles dizendo a meu respeito?” “Alguns deles dizem que o Senhor é João Batista”, responderam os discípulos, “e outros dizem que é Elias, ou algum outro profeta antigo”. Então ele perguntou: “Quem vocês dizem que eu sou?” Pedro respondeu: “O Senhor é o Cristo”. Mas Jesus ordenou-lhes que não contassem isso a ninguém! E daí em diante começou a ensinar os discípulos, dizendo: “O Filho do Homem terá de sofrer muito. Ele será rejeitado pelos líderes religiosos, pelos sacerdotes principais e pelos mestres da lei. Ele será morto e, depois de três dias, ressuscitará”.
Mc 8.29–30Então ele perguntou: “Quem vocês dizem que eu sou?” Pedro respondeu: “O Senhor é o Cristo”. Mas Jesus ordenou-lhes que não contassem isso a ninguém!
Mc 8.32–33Ele falava sobre isso com eles muito abertamente, de modo que Pedro o levou a um lado e chamou a sua atenção. Jesus voltou-se, olhou para os discípulos, e repreendeu a Pedro: “Satanás, vá para trás de mim! Você está olhando para isto apenas de um ponto de vista humano, e não do ponto de vista de Deus”.
Mc 9.9Enquanto estavam descendo a encosta do monte, Jesus proibiu de contarem o que haviam visto, até que o Filho do Homem tivesse ressuscitado dos mortos.
Mc 9.30–31Eles deixaram aquela região e atravessaram a Galileia. Jesus tentava evitar que alguém soubesse onde eles estavam, a fim de poder passar mais tempo com os seus discípulos, ensinando-lhes. Ele lhes dizia: “O Filho do Homem será entregue nas mãos dos homens e será morto, e três dias depois ele ressuscitará”.
Mc 10.45Porque até o Filho do Homem não está aqui para ser servido, mas para servir os outros e dar a sua vida a fim de salvar a muitos”.
Lc 9.21Jesus deu-lhes ordens rigorosas para não falarem isso a ninguém.