PROFETAS
Jr 13.1–11Novamente me falou o Senhor. “Compre e use um cinto de linho, mas não o lave nem o ponha na água”. Obedeci ao Senhor, comprei e passei a usar o cinto. Algum tempo depois, o Senhor tornou a falar comigo e disse: “Leve o cinto que você comprou e está usando, vá até Perate e esconda-o ali num buraco entre as pedras”. E assim fiz eu; escondi o cinto num buraco entre as pedras junto ao rio, conforme o Senhor me havia dito.
Jr 19.1–15Assim diz o Senhor: “Compre um vaso de barro de um oleiro; chame alguns líderes do povo e sacerdotes e vá ao vale de Hinom, perto da porta do Oleiro. Lá você deve anunciar as palavras que eu lhe falar”. Diga: Ouçam a palavra do Senhor, reis de Judá e moradores de Jerusalém! Assim diz o Senhor Todo-poderoso, o Deus de Israel: “Vou trazer um terrível castigo sobre este lugar; quem ouvir o que aconteceu a Jerusalém vai sentir os ouvidos zumbirem. Porque esse povo me abandonou e fez deste vale um lugar vergonhoso. Aqui eles queimavam incenso a ídolos, a falsos deuses, que os antigos israelitas e os primeiros reis de Judá jamais adoraram. Eles encheram este vale com o sangue de inocentes! Construíram nos montes altares dedicados ao deus Baal para queimarem seus filhos como sacrifício oferecido a Baal, um pecado tão horrível que eu não seria capaz de imaginar, quanto mais ordenar!
Jr 25.15Assim me disse o Senhor, o Deus de Israel: “Tome este cálice que está na minha mão. Ele está cheio até a borda com o vinho da minha ira, e faça com que todas as nações a quem eu o enviar bebam desse cálice.
Ez 2.6–10Por isso, filho do homem, não tenha medo desse povo. Não se assuste com as suas ameaças, mesmo que as palavras firam como espinhos, e sejam venenosas como escorpiões. Não se assuste com os seus gritos, nem fique apavorado, porque eles são uma nação rebelde! Você deve anunciar minhas mensagens, quer os israelitas ouçam ou não, porque são um povo teimoso e rebelde! Filho do homem, escute bem o que eu lhe digo! Não queira ser rebelde você também, como o resto do seu povo. Abra sua boca e coma o que eu vou lhe dar”. Então olhei e vi uma estranha mão estendida para mim, segurando um rolo. O rolo estava escrito por dentro e por fora. Quando a mão abriu o rolo à minha frente, vi que ele estava cheio de ameaças, desgraças e condenações.
Ez 2.6–7Por isso, filho do homem, não tenha medo desse povo. Não se assuste com as suas ameaças, mesmo que as palavras firam como espinhos, e sejam venenosas como escorpiões. Não se assuste com os seus gritos, nem fique apavorado, porque eles são uma nação rebelde! Você deve anunciar minhas mensagens, quer os israelitas ouçam ou não, porque são um povo teimoso e rebelde!
Ez 2.8–10Filho do homem, escute bem o que eu lhe digo! Não queira ser rebelde você também, como o resto do seu povo. Abra sua boca e coma o que eu vou lhe dar”. Então olhei e vi uma estranha mão estendida para mim, segurando um rolo. O rolo estava escrito por dentro e por fora. Quando a mão abriu o rolo à minha frente, vi que ele estava cheio de ameaças, desgraças e condenações.
Ez 3.1–3E ele me ordenou: “Filho do homem, coma o que eu lhe mostrei. Coma este rolo! Depois vá e anuncie as minhas mensagens ao povo de Israel”. Fiz o que ele mandou e comi o rolo. “Coma tudo”, disse ele. “Encha o seu estômago com este rolo que eu lhe dei”. Quando comi o rolo, percebi que era doce como mel.
Ez 3.4–9Depois de comer o rolo, ele me disse: “Filho do homem, vá viver entre os israelitas e anuncie a eles as minhas mensagens. Você não terá que ir a terras e povos distantes, de línguas desconhecidas, mas à nação de Israel. Você não será meu mensageiro a povos cuja língua é difícil de aprender e entender. Se você fosse meu mensageiro a esses povos, com toda a certeza eles ouviriam e aceitariam as suas mensagens. Você será meu mensageiro ao povo de Israel — a um povo onde todos são rebeldes e teimosos. Eles não darão importância ao que você falar, porque não se importam com as minhas palavras! Mas eu transformei você numa pessoa tão inflexível e endurecida quanto eles!
Ez 4.1–17“Agora, filho do homem, pegue um tijolo de barro ainda mole e grave nele um desenho da cidade de Jerusalém. Grave também figuras de rampas de terra construídas junto aos muros; desenhe acampamentos militares em volta da cidade e os grandes troncos usados para arrombar os portões. Apanhe uma panela de ferro e a coloque entre você e a cidade gravada no tijolo. Ela estará cercada, e é você que a está cercando! Cada detalhe tem um significado; isso servirá de sinal para os israelitas. “De agora em diante você deve dormir deitado sobre o lado esquerdo do seu corpo. Você terá de carregar a culpa de Israel durante o número de dias que estiver deitado sobre o lado esquerdo. Cada dia em que você se deitar sobre o lado esquerdo do corpo representará um ano de castigo para Israel, ou seja, por trezentos e noventa dias você carregará a culpa da nação de Israel.
Ez 5.1–17“Agora, filho do homem, arranje uma espada bem afiada. Use essa espada para raspar seus cabelos e sua barba, como se ela fosse uma navalha. Use uma balança para dividir os cabelos em três partes iguais. Coloque uma terça parte no centro do desenho da cidade. Quando terminar o cerco, queime esses cabelos. Espalhe outra terça parte em volta da cidade e corte os cabelos com a espada. Finalmente jogue a última terça parte ao vento, porque eu perseguirei o meu povo com a espada. Guarde algumas mechas de cabelo da última terça parte. Prenda esses fios ao seu manto; depois, apanhe alguns desses fios de cabelo e lance-os ao fogo, onde serão queimados. Assim, um fogo se espalhará por toda a nação de Israel”. Assim diz o Soberano Senhor: “Isso mostra o que vai acontecer a Jerusalém, a cidade que eu coloquei entre muitos povos.
Ez 6.1–14Recebi uma nova mensagem do Senhor. “Filho do homem, olhe na direção dos montes de Israel e profetize contra eles. Diga-lhes o seguinte: Montes de Israel, morros, riachos e vales, ouçam a mensagem do Soberano, o Senhor, contra vocês! Eu mesmo trarei a guerra à sua terra e destruirei os altares dos falsos deuses, no alto dos morros. Os altares ficarão em pedaços, seus altares de incenso serão esmigalhados, e os seus adoradores serão mortos diante deles. Espalharei os cadáveres dos israelitas; os ossos deles ficarão espalhados em volta dos ídolos.
Ez 12.1–28Recebi uma mensagem do Senhor que dizia: “Filho do homem, você mora no meio de um povo rebelde. Gente que tem olhos para ver, mas não vê, e ouvidos para ouvir, mas não ouve. Sabe por quê? Porque são um povo rebelde! “Por isso, filho do homem, prepare sua bagagem para uma longa viagem ao exílio. Faça como alguém que é expulso de sua terra. Saia de sua casa de dia, e vá para um outro lugar onde os israelitas possam vê-lo. Talvez assim eles compreendam, apesar de serem um povo tão rebelde. Traga sua bagagem para fora de casa, durante o dia. Depois, ao pôr do sol, saia para essa longa viagem como fazem os cativos que vão para um país distante. E que os outros o vejam partir. Enquanto eles o observam, faça um buraco no muro da cidade, e saia com a sua bagagem por ele à vista do povo.
Ez 21.19–23“Filho do homem, desenhe um mapa com duas estradas para o rei da Babilônia escolher para vir com a sua espada. Essas estradas devem sair do mesmo lugar, começando no caminho de entrada para a cidade. Coloque marcos na encruzilhada, uma estrada indicando para a direção da cidade de Rabá e a outra estrada para Jerusalém, a cidade-fortaleza, em Judá. O rei da Babilônia vai parar nessa encruzilhada, com os seus exércitos, sem saber que cidade atacar primeiro. Chamará os mágicos do seu reino para decidir. Eles tirarão a sorte sacudindo duas flechas na caixa onde são guardadas; oferecerão sacrifícios aos seus ídolos e tentarão ler o futuro examinando o fígado do animal sacrificado. Finalmente, decidirão atacar Jerusalém, seguindo o caminho da direita. Cercarão a cidade, tentarão derrubar os portões e os muros com grandes troncos, gritarão as ordens de batalha e ameaças de morte aos moradores da cidade, construirão rampas de terra para atacar os soldados que defendem os muros, farão torres de madeira para atirar flechas contra os homens de Jerusalém. Os judeus, ouvindo notícias do ataque, dirão que os magos mentiram, que tudo não passa de um engano. Afinal de contas, o rei da Babilônia fez um juramento solene de não atacar Jerusalém! Mas essa profecia os fará lembrar dos seus pecados que eles cometeram, e que é um sinal de que eles serão presos.
Ez 24.1–14No décimo dia do décimo mês do nono ano, o Senhor me enviou outra mensagem: “Filho do homem, anote esta data, porque hoje o rei da Babilônia começou a sitiar Jerusalém. Use uma ilustração para mostrar a esses rebeldes de Israel o meu plano e diga-lhes: Assim diz o Soberano, o Senhor: “Ponha uma panela ao fogo e encha de água. Depois, coloque dentro dela pedaços da melhor carne de carneiro que encontrar; coxas, quartos dianteiros, enfim a melhor carne com osso. Escolha para isso as melhores ovelhas do rebanho. Coloque lenha sob a panela, faça a água ferver e cozinhe a carne e os ossos.
Ez 24.16–27“Filho do homem, com um único golpe eu vou tirar de você o prazer dos seus olhos. Apesar disso, você não vai chorar por ela em público, nem vai se lamentar ou derramar lágrimas por ela. Sofra calado, longe de outras pessoas. Quando ela for enterrada, não deixe haver choro nem lamentação. Não use roupa de luto. Não descubra sua cabeça nem ande descalço. Não aceite a comida trazida pelos amigos em sinal de consolo”. Anunciei a mensagem do Senhor ao povo pela manhã. Naquela mesma tarde minha esposa morreu. Na manhã seguinte fiz tudo que o Senhor havia mandado. Então começaram a me perguntar: “O que significa o que você anda fazendo? O que quer dizer com tudo isso?” Eu respondi: “O Senhor me mandou dizer ao povo de Israel:
Ez 37.15–28Voltei a receber uma mensagem do Senhor, que dizia: “Filho do homem, apanhe um pedaço de madeira e grave nele as seguintes palavras: ‘Judá e os israelitas, seus companheiros’. Pegue outro pedaço de madeira e grave nele o seguinte: ‘Tribo de Efraim e as outras tribos de Israel, seus companheiros’. Agora, junte esses dois pedaços de madeira, até que os dois sejam como um só. Quando alguém perguntar o significado disso, você deve dizer o seguinte: Assim diz o Soberano, o Senhor: Eu unirei a vara das tribos de Israel, lideradas por Efraim, à vara da tribo de Judá. Elas se transformarão numa só vara na minha mão.
Os 1.2–9Esta é a primeira mensagem: O Senhor disse a Oseias: “Vá, e tome uma mulher adúltera, uma mulher que dará a você filhos de prostituta. Isso servirá para mostrar como o meu povo tem sido infiel a mim, cometendo adultério abertamente, por afastar-se do Senhor”. Assim, Oseias se casou com Gômer, filha de Diblaim. Gômer ficou grávida e deu um filho a Oseias. O Senhor ordenou a Oseias: “Dê a esse menino o nome de Jezreel, porque no vale de Jezreel eu vou castigar a família do rei Jeú. Eu vou vingar os crimes de morte que ele cometeu. De fato, vou destruir Israel como nação. Naquele dia vou acabar com os exércitos de Israel no vale de Jezreel”. Algum tempo depois, Gômer teve outro filho, desta vez uma menina. E Deus disse a Oseias: “Essa menina vai se chamar Lo-Ruhamah — que na língua hebraica quer dizer ‘Não-Amada’ — porque não vou mais ter compaixão de Israel, para perdoar sua desobediência outra vez.
Os 3.1–3Então o Senhor me deu uma ordem: “Vá procurar sua mulher e volte com ela para casa. Ame-a, embora ela goste de trair você com outros homens. Porque o Senhor ainda ama Israel, embora os israelitas se voltem para outros deuses e lhes ofereçam bolos de passas”. Assim, eu a comprei de volta por quinze moedas de prata e um barril e meio de cevada. E eu disse a ela: “Você vai ficar sozinha em casa por muitos dias. Não vai sair para se prostituir com outros homens. Vai me esperar, e eu também esperarei por você”.
EVANGELHOS
Mt 26.26–28Quando eles estavam comendo, Jesus tomou o pão e deu graças, partiu-o em pedaços e deu aos seus discípulos, dizendo: “Tomem e comam, porque isto é o meu corpo”. Tomou um cálice de vinho, deu graças e o entregou aos discípulos, dizendo: “Cada um beba dele, porque isto é o meu sangue da nova aliança, que é derramado para perdoar os pecados de muitos.
Mt 27.32–54Quando estavam a caminho do lugar de execução, encontraram um homem de Cirene, chamado Simão, e o forçaram a carregar a cruz de Jesus. Então saíram para um lugar conhecido como Gólgota, isto é, “monte da Caveira”, onde os soldados lhe deram para beber vinho para aliviar a dor; mas depois de prová-lo, rejeitou-o. Depois da crucificação, os soldados tiraram a sorte para dividir entre si as roupas dele. Então sentaram-se em volta e ficaram montando guarda, enquanto ele estava pendurado ali.
Mt 27.45–54Naquela tarde, a terra inteira ficou escura durante três horas, desde o meio-dia até as três da tarde. Perto das três horas, Jesus clamou: “Eli, Eli, lamá sabactâni?”, que quer dizer: “Meu Deus, meu Deus, por que o Senhor me abandonou?” Alguns dos que estavam presentes ouviram isso e disseram: “Ele está chamando Elias”. Um deles correu e ensopou uma esponja com vinho azedo, pôs numa vara e suspendeu-a para que ele bebesse. Mas os outros diziam: “Deixe-o sozinho. Vamos ver se Elias vem salvá-lo”.
Mc 6.11E sempre que uma vila não receber nem ouvir vocês, sacudam a poeira dos seus pés quando saírem; isso será um sinal de advertência para eles”.
Mc 11.12–21No dia seguinte de manhã, quando saíam de Betânia, Jesus sentiu fome. A pouca distância do caminho notou uma figueira cheia de folhas e por isso foi ver se podia encontrar figos nela. Mas ele nada encontrou; só havia folhas, porque ainda era muito cedo para o tempo dos frutos. Então Jesus disse à árvore: “Você nunca mais dará fruto!” E os discípulos ouviram-no dizer isso. Quando chegaram de volta a Jerusalém, Jesus foi para o templo e começou a expulsar os negociantes e seus fregueses, derrubando as mesas dos cambistas e as barracas dos vendedores de pombas, impedindo que alguém carregasse mercadorias pelo templo.
Lc 22.17–20Ele tomou um cálice de vinho e, depois que deu graças, disse: “Tomem isto e partilhem entre vocês. Porque eu lhes digo que não beberei do fruto da videira outra vez até que venha o Reino de Deus”. A seguir ele pegou um pão; depois que deu graças, partiu-o e o deu aos discípulos, dizendo: “Isto é o meu corpo, entregue por vocês. Comam dele em memória de mim”. Depois da ceia, Jesus tomou o cálice de vinho, dizendo: “Este cálice é a nova aliança do meu sangue, derramado em favor de vocês.