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Plano de Deus para restaurar

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Temas bíblicosPlano de Deus para restaurarUm dos versículos mais conhecidos no livro de 2 Crônicas explica o plano de Deus para Israel: “E se o Meu povo, que é chamado pelo Meu nome, se humilhar, orar…

As passagens

25 de 25 · STEPBible
HISTÓRICOS
2Cr 7.13–15
“Se eu fechar os céus de modo que não caia a chuva, ou se eu der ordens aos gafanhotos para que acabem com todas as suas colheitas, ou se eu enviar uma praga, então, se o meu povo se humilhar e orar, e me procurar, e se arrepender e mudar sua maneira errada de viver, eu ouvirei do céu as suas orações, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra. Estarei com os olhos e ouvidos abertos para atender a todas as orações que forem feitas neste lugar.
2Cr 7.14
então, se o meu povo se humilhar e orar, e me procurar, e se arrepender e mudar sua maneira errada de viver, eu ouvirei do céu as suas orações, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra.
2Cr 12.5–12
Então o profeta Semaías se encontrou com Roboão e com os líderes de Judá de todas as partes do país, pois eles tinham fugido de Sisaque para Jerusalém, porque ali era mais seguro. O profeta Semaías disse a eles: “Assim diz o Senhor: ‘Vocês me abandonaram; por isso eu abandonei vocês e os entreguei nas mãos de Sisaque’ ”. Então o rei e os líderes de Israel se humilharam, confessaram os seus pecados e disseram: “O Senhor foi justo no que fez!” Quando o Senhor viu que eles se humilharam, mandou Semaías dizer: “Já que vocês se humilharam, não vou usar Sisaque para derramar a minha ira sobre Jerusalém. Mas vocês serão seus servos e deverão pagar uma taxa a ele todos os anos, para que aprendam a reconhecer a diferença entre servir a mim e servir aos reis de outras nações!” Quando Sisaque, rei do Egito, conquistou Jerusalém, levou todos os tesouros do templo e do palácio. Levou também todos os escudos de ouro de Salomão.
2Cr 14.1–7
O rei Abias morreu e foi enterrado com os seus antepassados na Cidade de Davi. O seu filho Asa se tornou o novo rei de Judá, e houve paz na terra durante os dez primeiros anos de seu reinado. Asa tomou todo o cuidado para obedecer ao Senhor, o seu Deus, fazendo o que é reto aos olhos de Deus. Ele derrubou os altares dos deuses estranhos e os altares idólatras que havia nos montes, e quebrou as colunas sagradas e cortou em pedaços as vergonhosas imagens de Aserá. Ele exigiu que toda a nação de Judá buscasse o Senhor, o Deus dos seus antepassados, e obedecesse às suas leis e aos seus mandamentos. Também retirou das montanhas os altares idólatras e os altares de incenso de cada uma das cidades de Judá, por isso Deus deu paz ao seu reino.
2Cr 15.1–19
Então o Espírito de Deus veio sobre Azarias, filho de Odede. Ele saiu para encontrar-se com o rei Asa, que estava voltando da guerra. “Ouça-me, Asa e todo o exército de Judá e de Benjamim!”, disse ele. “O Senhor estará com vocês, enquanto vocês estiverem com ele! Sempre que vocês procurarem o Senhor, vão encontrá-lo. Mas se vocês deixarem o Senhor, ele deixará vocês. Durante muito tempo o povo de Israel não tem adorado o verdadeiro Deus, e não tem tido sacerdotes que o ensinem. O povo tem vivido sem as leis de Deus. Mas sempre que eles em suas dificuldades se voltaram novamente para o Senhor, o Deus de Israel, e buscaram o Senhor, ele deixou-se achar e os ajudou. Nos tempos de revolta do povo contra Deus não houve paz. A nação enfrentava problemas de todos os lados. Os distúrbios aumentavam em toda parte.
2Cr 25.14–28
Quando o rei Amazias voltou da matança dos edomitas, trouxe consigo os deuses do povo de Seir e os estabeleceu como seus próprios deuses, curvando-se diante deles e queimando incenso! Então a ira do Senhor se acendeu contra Amazias e ele enviou um profeta com a seguinte pergunta: “Por que você consulta os deuses que nem mesmo puderam salvar seu próprio povo do ataque?” “Desde quando pedi o seu conselho?”, interrompeu o rei. “Pare com isso, antes que eu mande matar você”. O profeta saiu, mas antes de partir deixou esta mensagem: “Sei que Deus determinou destruir você, porque tem adorado outros deuses e não aceitou o meu conselho”. Então Amazias, rei de Judá, ouviu o que os seus conselheiros tinham a dizer e declarou guerra a Jeoás, filho de Jeoacaz e neto de Jeú, rei de Israel, com o seguinte desafio: “Vem enfrentar-me face a face”. Porém, o rei Jeoás respondeu com esta história: “Lá nas montanhas do Líbano o espinheiro mandou dizer ao cedro: ‘Dê a sua filha em casamento ao meu filho’. Nesse momento veio um animal selvagem e pisoteou o espinheiro!
2Cr 26.5
Enquanto Zacarias viveu, Uzias buscou agradar a Deus. Zacarias era um homem que tinha visões da parte de Deus e instruía Uzias no temor de Deus. Enquanto o rei seguiu os caminhos do Senhor, Deus o abençoou.
2Cr 26.16
No entanto, depois que Uzias tornou-se poderoso, o seu orgulho provocou a sua desgraça. Ele pecou contra o Senhor, o seu Deus, entrando no templo do Senhor, e ele mesmo queimou incenso sobre o altar.
2Cr 29.3
Logo no primeiro mês do primeiro ano de seu reinado, Ezequias abriu de novo as portas do templo e as consertou.
2Cr 29.3–36
Logo no primeiro mês do primeiro ano de seu reinado, Ezequias abriu de novo as portas do templo e as consertou. Mandou chamar os sacerdotes e levitas para se encontrarem com ele na praça do lado leste do templo, e disse a eles o seguinte: “Ouçam-me, vocês levitas! Santifiquem a si mesmos e santifiquem o templo do Senhor, o Deus dos seus antepassados. Retirem tudo que é impuro do Lugar Santo. Porque nossos pais cometeram um grande pecado perante o Senhor, o nosso Deus; e abandonaram o Senhor e seu templo, o lugar da sua habitação, e lhe voltaram as costas. As portas de entrada ficaram fechadas, a chama que nunca devia apagar-se se apagou, e não foram oferecidos incenso e sacrifícios queimados para o Deus de Israel.
2Cr 30.1
Depois disso, Ezequias enviou uma mensagem por todo o Israel e Judá, incluindo as tribos de Efraim e Manassés, convidando todos para virem ao templo do Senhor em Jerusalém para a celebração da festa anual da Páscoa dedicada ao Senhor, o Deus de Israel.
2Cr 30.1–27
Depois disso, Ezequias enviou uma mensagem por todo o Israel e Judá, incluindo as tribos de Efraim e Manassés, convidando todos para virem ao templo do Senhor em Jerusalém para a celebração da festa anual da Páscoa dedicada ao Senhor, o Deus de Israel. O rei, seus oficiais e toda a assembleia de Jerusalém tinham decidido celebrar a Páscoa no segundo mês, dessa vez não na ocasião normal na data prescrita, porque não havia sacerdotes santificados em número suficiente na primeira data, e não havia tempo hábil para mandar o povo vir a Jerusalém. O rei e toda a assembleia estavam de pleno acordo nessa questão. Por isso eles resolveram fazer uma proclamação a respeito da Páscoa para todo o Israel, desde Dã até Berseba, convocando o povo a Jerusalém para celebrar a Páscoa do Senhor, o Deus de Israel, com grande número de pessoas, conforme estava ordenado, pois muitos não a celebravam da maneira correta.
2Cr 30.6
Por ordem do rei, mensageiros percorreram Israel e Judá com cartas assinadas pelo rei e pelos seus oficiais. A mensagem dizia o seguinte: “Israelitas, voltem-se para o Senhor, o Deus de Abraão, de Isaque e de Israel, a fim de que ele se volte para vocês que restaram e escaparam do poder dos reis da Assíria.
2Cr 30.11
Todavia, alguns das tribos de Aser, de Manassés e de Zebulom se humilharam diante de Deus e vieram a Jerusalém.
2Cr 30.18–19
Embora essas pessoas que chegaram de Efraim, de Manassés, de Issacar e de Zebulom não tivessem se purificado, de acordo com a lei das cerimônias na assembleia, os levitas mataram seus cordeiros da Páscoa a fim de santificar essas pessoas. Depois o rei Ezequias orou em favor delas para comerem a Páscoa, muito embora isso fosse contrário às regras de Deus. Ezequias orou por eles, dizendo: “Que o Senhor, que é bondoso, perdoe todos os que buscam de coração seguir o Senhor, o Deus dos seus antepassados, ainda que tal pessoa não esteja devidamente santificada de acordo com as leis do templo”.
2Cr 30.20
E o Senhor atendeu a oração de Ezequias e sarou a alma do povo.
2Cr 30.23
O entusiasmo continuou. Por isso todos concordaram em prolongar as comemorações por mais sete dias.
2Cr 31.1–21
Depois do término da celebração, começou uma grande campanha contra a adoração de imagens. Todos aqueles que estiveram em Jerusalém para a festa da Páscoa saíram pelas cidades de Judá, de Benjamim, de Efraim e de Manassés e derrubaram os altares idólatras, as colunas, as imagens de Aserá e outros lugares de adoração de deuses falsos. Então as pessoas que tinham vindo das tribos do norte para a festa da Páscoa voltaram de novo aos seus lares. Ezequias organizou os sacerdotes e os levitas por turnos de serviço para oferecer os sacrifícios queimados e as ofertas de paz, e para adorar, dar graças e louvor ao Senhor, junto às portas da habitação do Senhor. O rei também fez pessoalmente uma contribuição de animais para as ofertas queimadas todos os dias pela manhã e à tarde, bem como para os sacrifícios de sábado, que se realizavam todas as semanas, para as festas das luas novas que se realizavam todos os meses, e para as festas realizadas uma vez por ano, conforme mandava a Lei do Senhor. Além disso, ele exigiu que o povo de Jerusalém trouxesse suas contribuições e dízimos aos sacerdotes e levitas, de maneira que eles não precisassem de outro emprego, mas pudessem entregar-se totalmente aos seus deveres religiosos, conforme era exigido na Lei do Senhor. O povo respondeu sem demora e de maneira generosa, trazendo os primeiros frutos de suas colheitas de cereais, do vinho novo, do azeite de oliva, do mel e tudo mais que os campos produziam. Trouxeram o dízimo de tudo que possuíam, e era uma grande quantidade.
2Cr 32.24–26
Mas naquele tempo Ezequias ficou muito doente, a ponto de morrer. Então ele orou ao Senhor, que lhe respondeu com um milagre. Contudo, Ezequias não correspondeu com verdadeira ação de graças e louvor, pois ele ficou orgulhoso, e a ira do Senhor se acendeu contra ele, sobre Judá e sobre Jerusalém. Mas, por fim, Ezequias e os moradores de Jerusalém se humilharam, e por isso a ira do Senhor não caiu sobre eles durante o reinado de Ezequias.
2Cr 33.10–17
Tanto Manassés como seu povo não deram atenção às palavras do Senhor. Por isso o Senhor enviou os exércitos assírios, e eles o prenderam com ganchos e o amarraram com correntes de bronze para o levarem para a Babilônia. Cheio de pavor e aflito, Manassés se humilhou diante do Deus dos seus antepassados, pedindo socorro. E quando ele orou, o Senhor ouviu, teve misericórdia dele, e respondeu ao seu pedido, levando-o de volta a Jerusalém e a seu reino! Então Manassés reconheceu finalmente que o Senhor era realmente Deus! Depois disso, ele reconstruiu o muro de fora da Cidade de Davi, e o muro do lado oeste da fonte de Giom, no vale do Cedrom, e até a porta do Peixe, e ao redor da colina de Ofel, onde o muro foi construído muito alto. Colocou comandantes do seu exército em todas as cidades fortificadas de Judá.
2Cr 33.11–23
Por isso o Senhor enviou os exércitos assírios, e eles o prenderam com ganchos e o amarraram com correntes de bronze para o levarem para a Babilônia. Cheio de pavor e aflito, Manassés se humilhou diante do Deus dos seus antepassados, pedindo socorro. E quando ele orou, o Senhor ouviu, teve misericórdia dele, e respondeu ao seu pedido, levando-o de volta a Jerusalém e a seu reino! Então Manassés reconheceu finalmente que o Senhor era realmente Deus! Depois disso, ele reconstruiu o muro de fora da Cidade de Davi, e o muro do lado oeste da fonte de Giom, no vale do Cedrom, e até a porta do Peixe, e ao redor da colina de Ofel, onde o muro foi construído muito alto. Colocou comandantes do seu exército em todas as cidades fortificadas de Judá. Manassés também retirou os deuses estranhos e a imagem que ele havia colocado no templo, e despedaçou os altares que ele havia construído na colina do templo e os altares que estavam em Jerusalém. Jogou tudo para fora da cidade.
2Cr 34.3–33
No oitavo ano do seu reinado, sendo ainda jovem, ele começou a buscar o Deus de seu antepassado Davi. Quatro anos depois, no décimo segundo ano, começou a purificar Judá e Jerusalém, destruindo os altares dos deuses falsos, dos postes-ídolos, as imagens esculpidas e os ídolos de metal. Ele foi pessoalmente ver como eram destruídos os altares de Baal, como eram derrubadas as colunas sobre os altares e os postes sagrados reduzidos a pó, bem como os ídolos de metal, e espalhados sobre os túmulos daqueles que ofereciam sacrifícios a esses deuses. Depois ele queimou sobre seus próprios altares os ossos dos sacerdotes que não adoravam a Deus, purificando assim o povo de Judá e de Jerusalém. A seguir, foi às cidades de Manassés, de Efraim, de Simeão e até da distante Naftali, e fez a mesma coisa nesses lugares; derrubou os altares dos deuses falsos, reduziu a pó os outros ídolos e derrubou todos os altares de incenso. Ele fez isso em toda parte da terra de Israel, antes de voltar para Jerusalém.
EVANGELHOS
Mt 3.5–12
O povo de Jerusalém, de todo o vale do Jordão e de toda a região da Judeia, saía ao deserto para ouvir João pregar. E quando eles confessavam os seus pecados, eram batizados no rio Jordão. Mas quando ele viu muitos fariseus e saduceus vindo para serem batizados, disse a eles: “Filhos de serpentes! Quem disse que vocês poderiam escapar da futura ira de Deus? Antes de serem batizados, provem que vocês abandonaram o pecado, praticando obras dignas de arrependimento. Não tentem escapar dessa forma, pensando: ‘Nós estamos salvos, porque somos judeus — somos descendentes de Abraão!’ Isso não prova coisa alguma! Deus pode transformar até estas pedras em descendentes de Abraão!
CARTAS
Rm 5.8–11
Deus, no entanto, mostrou seu grande amor por nós, enviando Cristo para morrer por nós enquanto ainda éramos pecadores. E já que por seu sangue ele justificou a nós pecadores, quanto mais ele não fará por nós agora que nos declarou sem culpa? Agora ele nos salvará de toda a ira divina que está por vir. E se quando ainda éramos inimigos de Deus, fomos reconciliados com Deus pela morte do seu Filho, quanto mais agora, tendo sido reconciliados, seremos salvos pela vida de Cristo! Agora nós nos alegramos em Deus, por meio do nosso Senhor Jesus Cristo, por intermédio de quem agora alcançamos a reconciliação.
Rm 5.19–21
Portanto, assim como por meio da desobediência de um só homem muitos foram feitos pecadores, assim por meio da obediência de um só homem muitos serão feitos justos. A Lei foi dada a fim de que todos pudessem perceber os seus pecados. Entretanto, onde o pecado surgiu em excesso, a graça foi ainda mais abundante. Primeiramente o pecado reinou sobre todos os homens e os levou à morte, mas agora reina em seu lugar a graça de Deus, pela justiça, e como resultado a vida eterna por meio de Jesus Cristo, nosso Senhor.

Seu estudo sobre Plano de Deus para restaurar