HISTÓRICOS
2Cr 7.13–15“Se eu fechar os céus de modo que não caia a chuva, ou se eu der ordens aos gafanhotos para que acabem com todas as suas colheitas, ou se eu enviar uma praga, então, se o meu povo se humilhar e orar, e me procurar, e se arrepender e mudar sua maneira errada de viver, eu ouvirei do céu as suas orações, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra. Estarei com os olhos e ouvidos abertos para atender a todas as orações que forem feitas neste lugar.
2Cr 7.14então, se o meu povo se humilhar e orar, e me procurar, e se arrepender e mudar sua maneira errada de viver, eu ouvirei do céu as suas orações, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra.
2Cr 12.5–12Então o profeta Semaías se encontrou com Roboão e com os líderes de Judá de todas as partes do país, pois eles tinham fugido de Sisaque para Jerusalém, porque ali era mais seguro. O profeta Semaías disse a eles: “Assim diz o Senhor: ‘Vocês me abandonaram; por isso eu abandonei vocês e os entreguei nas mãos de Sisaque’ ”. Então o rei e os líderes de Israel se humilharam, confessaram os seus pecados e disseram: “O Senhor foi justo no que fez!” Quando o Senhor viu que eles se humilharam, mandou Semaías dizer: “Já que vocês se humilharam, não vou usar Sisaque para derramar a minha ira sobre Jerusalém. Mas vocês serão seus servos e deverão pagar uma taxa a ele todos os anos, para que aprendam a reconhecer a diferença entre servir a mim e servir aos reis de outras nações!” Quando Sisaque, rei do Egito, conquistou Jerusalém, levou todos os tesouros do templo e do palácio. Levou também todos os escudos de ouro de Salomão.
2Cr 14.1–7O rei Abias morreu e foi enterrado com os seus antepassados na Cidade de Davi. O seu filho Asa se tornou o novo rei de Judá, e houve paz na terra durante os dez primeiros anos de seu reinado. Asa tomou todo o cuidado para obedecer ao Senhor, o seu Deus, fazendo o que é reto aos olhos de Deus. Ele derrubou os altares dos deuses estranhos e os altares idólatras que havia nos montes, e quebrou as colunas sagradas e cortou em pedaços as vergonhosas imagens de Aserá. Ele exigiu que toda a nação de Judá buscasse o Senhor, o Deus dos seus antepassados, e obedecesse às suas leis e aos seus mandamentos. Também retirou das montanhas os altares idólatras e os altares de incenso de cada uma das cidades de Judá, por isso Deus deu paz ao seu reino.
2Cr 15.1–19Então o Espírito de Deus veio sobre Azarias, filho de Odede. Ele saiu para encontrar-se com o rei Asa, que estava voltando da guerra. “Ouça-me, Asa e todo o exército de Judá e de Benjamim!”, disse ele. “O Senhor estará com vocês, enquanto vocês estiverem com ele! Sempre que vocês procurarem o Senhor, vão encontrá-lo. Mas se vocês deixarem o Senhor, ele deixará vocês. Durante muito tempo o povo de Israel não tem adorado o verdadeiro Deus, e não tem tido sacerdotes que o ensinem. O povo tem vivido sem as leis de Deus. Mas sempre que eles em suas dificuldades se voltaram novamente para o Senhor, o Deus de Israel, e buscaram o Senhor, ele deixou-se achar e os ajudou. Nos tempos de revolta do povo contra Deus não houve paz. A nação enfrentava problemas de todos os lados. Os distúrbios aumentavam em toda parte.
2Cr 25.14–28Quando o rei Amazias voltou da matança dos edomitas, trouxe consigo os deuses do povo de Seir e os estabeleceu como seus próprios deuses, curvando-se diante deles e queimando incenso! Então a ira do Senhor se acendeu contra Amazias e ele enviou um profeta com a seguinte pergunta: “Por que você consulta os deuses que nem mesmo puderam salvar seu próprio povo do ataque?” “Desde quando pedi o seu conselho?”, interrompeu o rei. “Pare com isso, antes que eu mande matar você”. O profeta saiu, mas antes de partir deixou esta mensagem: “Sei que Deus determinou destruir você, porque tem adorado outros deuses e não aceitou o meu conselho”. Então Amazias, rei de Judá, ouviu o que os seus conselheiros tinham a dizer e declarou guerra a Jeoás, filho de Jeoacaz e neto de Jeú, rei de Israel, com o seguinte desafio: “Vem enfrentar-me face a face”. Porém, o rei Jeoás respondeu com esta história: “Lá nas montanhas do Líbano o espinheiro mandou dizer ao cedro: ‘Dê a sua filha em casamento ao meu filho’. Nesse momento veio um animal selvagem e pisoteou o espinheiro!
2Cr 26.5Enquanto Zacarias viveu, Uzias buscou agradar a Deus. Zacarias era um homem que tinha visões da parte de Deus e instruía Uzias no temor de Deus. Enquanto o rei seguiu os caminhos do Senhor, Deus o abençoou.
2Cr 26.16No entanto, depois que Uzias tornou-se poderoso, o seu orgulho provocou a sua desgraça. Ele pecou contra o Senhor, o seu Deus, entrando no templo do Senhor, e ele mesmo queimou incenso sobre o altar.
2Cr 29.3Logo no primeiro mês do primeiro ano de seu reinado, Ezequias abriu de novo as portas do templo e as consertou.
2Cr 29.3–36Logo no primeiro mês do primeiro ano de seu reinado, Ezequias abriu de novo as portas do templo e as consertou. Mandou chamar os sacerdotes e levitas para se encontrarem com ele na praça do lado leste do templo, e disse a eles o seguinte: “Ouçam-me, vocês levitas! Santifiquem a si mesmos e santifiquem o templo do Senhor, o Deus dos seus antepassados. Retirem tudo que é impuro do Lugar Santo. Porque nossos pais cometeram um grande pecado perante o Senhor, o nosso Deus; e abandonaram o Senhor e seu templo, o lugar da sua habitação, e lhe voltaram as costas. As portas de entrada ficaram fechadas, a chama que nunca devia apagar-se se apagou, e não foram oferecidos incenso e sacrifícios queimados para o Deus de Israel.
2Cr 30.1Depois disso, Ezequias enviou uma mensagem por todo o Israel e Judá, incluindo as tribos de Efraim e Manassés, convidando todos para virem ao templo do Senhor em Jerusalém para a celebração da festa anual da Páscoa dedicada ao Senhor, o Deus de Israel.
2Cr 30.1–27Depois disso, Ezequias enviou uma mensagem por todo o Israel e Judá, incluindo as tribos de Efraim e Manassés, convidando todos para virem ao templo do Senhor em Jerusalém para a celebração da festa anual da Páscoa dedicada ao Senhor, o Deus de Israel. O rei, seus oficiais e toda a assembleia de Jerusalém tinham decidido celebrar a Páscoa no segundo mês, dessa vez não na ocasião normal na data prescrita, porque não havia sacerdotes santificados em número suficiente na primeira data, e não havia tempo hábil para mandar o povo vir a Jerusalém. O rei e toda a assembleia estavam de pleno acordo nessa questão. Por isso eles resolveram fazer uma proclamação a respeito da Páscoa para todo o Israel, desde Dã até Berseba, convocando o povo a Jerusalém para celebrar a Páscoa do Senhor, o Deus de Israel, com grande número de pessoas, conforme estava ordenado, pois muitos não a celebravam da maneira correta.
2Cr 30.6Por ordem do rei, mensageiros percorreram Israel e Judá com cartas assinadas pelo rei e pelos seus oficiais. A mensagem dizia o seguinte: “Israelitas, voltem-se para o Senhor, o Deus de Abraão, de Isaque e de Israel, a fim de que ele se volte para vocês que restaram e escaparam do poder dos reis da Assíria.
2Cr 30.11Todavia, alguns das tribos de Aser, de Manassés e de Zebulom se humilharam diante de Deus e vieram a Jerusalém.
2Cr 30.18–19Embora essas pessoas que chegaram de Efraim, de Manassés, de Issacar e de Zebulom não tivessem se purificado, de acordo com a lei das cerimônias na assembleia, os levitas mataram seus cordeiros da Páscoa a fim de santificar essas pessoas. Depois o rei Ezequias orou em favor delas para comerem a Páscoa, muito embora isso fosse contrário às regras de Deus. Ezequias orou por eles, dizendo: “Que o Senhor, que é bondoso, perdoe todos os que buscam de coração seguir o Senhor, o Deus dos seus antepassados, ainda que tal pessoa não esteja devidamente santificada de acordo com as leis do templo”.
2Cr 30.20E o Senhor atendeu a oração de Ezequias e sarou a alma do povo.
2Cr 30.23O entusiasmo continuou. Por isso todos concordaram em prolongar as comemorações por mais sete dias.
2Cr 31.1–21Depois do término da celebração, começou uma grande campanha contra a adoração de imagens. Todos aqueles que estiveram em Jerusalém para a festa da Páscoa saíram pelas cidades de Judá, de Benjamim, de Efraim e de Manassés e derrubaram os altares idólatras, as colunas, as imagens de Aserá e outros lugares de adoração de deuses falsos. Então as pessoas que tinham vindo das tribos do norte para a festa da Páscoa voltaram de novo aos seus lares. Ezequias organizou os sacerdotes e os levitas por turnos de serviço para oferecer os sacrifícios queimados e as ofertas de paz, e para adorar, dar graças e louvor ao Senhor, junto às portas da habitação do Senhor. O rei também fez pessoalmente uma contribuição de animais para as ofertas queimadas todos os dias pela manhã e à tarde, bem como para os sacrifícios de sábado, que se realizavam todas as semanas, para as festas das luas novas que se realizavam todos os meses, e para as festas realizadas uma vez por ano, conforme mandava a Lei do Senhor. Além disso, ele exigiu que o povo de Jerusalém trouxesse suas contribuições e dízimos aos sacerdotes e levitas, de maneira que eles não precisassem de outro emprego, mas pudessem entregar-se totalmente aos seus deveres religiosos, conforme era exigido na Lei do Senhor. O povo respondeu sem demora e de maneira generosa, trazendo os primeiros frutos de suas colheitas de cereais, do vinho novo, do azeite de oliva, do mel e tudo mais que os campos produziam. Trouxeram o dízimo de tudo que possuíam, e era uma grande quantidade.
2Cr 32.24–26Mas naquele tempo Ezequias ficou muito doente, a ponto de morrer. Então ele orou ao Senhor, que lhe respondeu com um milagre. Contudo, Ezequias não correspondeu com verdadeira ação de graças e louvor, pois ele ficou orgulhoso, e a ira do Senhor se acendeu contra ele, sobre Judá e sobre Jerusalém. Mas, por fim, Ezequias e os moradores de Jerusalém se humilharam, e por isso a ira do Senhor não caiu sobre eles durante o reinado de Ezequias.
2Cr 33.10–17Tanto Manassés como seu povo não deram atenção às palavras do Senhor. Por isso o Senhor enviou os exércitos assírios, e eles o prenderam com ganchos e o amarraram com correntes de bronze para o levarem para a Babilônia. Cheio de pavor e aflito, Manassés se humilhou diante do Deus dos seus antepassados, pedindo socorro. E quando ele orou, o Senhor ouviu, teve misericórdia dele, e respondeu ao seu pedido, levando-o de volta a Jerusalém e a seu reino! Então Manassés reconheceu finalmente que o Senhor era realmente Deus! Depois disso, ele reconstruiu o muro de fora da Cidade de Davi, e o muro do lado oeste da fonte de Giom, no vale do Cedrom, e até a porta do Peixe, e ao redor da colina de Ofel, onde o muro foi construído muito alto. Colocou comandantes do seu exército em todas as cidades fortificadas de Judá.
2Cr 33.11–23Por isso o Senhor enviou os exércitos assírios, e eles o prenderam com ganchos e o amarraram com correntes de bronze para o levarem para a Babilônia. Cheio de pavor e aflito, Manassés se humilhou diante do Deus dos seus antepassados, pedindo socorro. E quando ele orou, o Senhor ouviu, teve misericórdia dele, e respondeu ao seu pedido, levando-o de volta a Jerusalém e a seu reino! Então Manassés reconheceu finalmente que o Senhor era realmente Deus! Depois disso, ele reconstruiu o muro de fora da Cidade de Davi, e o muro do lado oeste da fonte de Giom, no vale do Cedrom, e até a porta do Peixe, e ao redor da colina de Ofel, onde o muro foi construído muito alto. Colocou comandantes do seu exército em todas as cidades fortificadas de Judá. Manassés também retirou os deuses estranhos e a imagem que ele havia colocado no templo, e despedaçou os altares que ele havia construído na colina do templo e os altares que estavam em Jerusalém. Jogou tudo para fora da cidade.
2Cr 34.3–33No oitavo ano do seu reinado, sendo ainda jovem, ele começou a buscar o Deus de seu antepassado Davi. Quatro anos depois, no décimo segundo ano, começou a purificar Judá e Jerusalém, destruindo os altares dos deuses falsos, dos postes-ídolos, as imagens esculpidas e os ídolos de metal. Ele foi pessoalmente ver como eram destruídos os altares de Baal, como eram derrubadas as colunas sobre os altares e os postes sagrados reduzidos a pó, bem como os ídolos de metal, e espalhados sobre os túmulos daqueles que ofereciam sacrifícios a esses deuses. Depois ele queimou sobre seus próprios altares os ossos dos sacerdotes que não adoravam a Deus, purificando assim o povo de Judá e de Jerusalém. A seguir, foi às cidades de Manassés, de Efraim, de Simeão e até da distante Naftali, e fez a mesma coisa nesses lugares; derrubou os altares dos deuses falsos, reduziu a pó os outros ídolos e derrubou todos os altares de incenso. Ele fez isso em toda parte da terra de Israel, antes de voltar para Jerusalém.