Reino e cidade do rei Nabucodonosor, que cercou Jerusalém, levou Judá ao cativeiro e foi alvo de palavras de juízo dos profetas.
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Babilônia aparece nas Escrituras como o reino de Nabucodonosor, a quem Jeoaquim serviu por três anos antes de se rebelar 2Re 24.1–5. O texto diz que o SENHOR enviou tropas de caldeus e de outros povos contra Judá, conforme a palavra dos profetas 2Re 24.1–5. Nabucodonosor, rei da Babilônia, cercou Jerusalém no reinado de Zedequias, até que a fome dominou a cidade e o rei foi alcançado nas planícies de Jericó 2Re 25.1–5 Jr 39.1–5 Jr 52.3–7.
Jeremias interpreta esse domínio como obra do SENHOR, que declarou ter dado as terras a Nabucodonosor, seu servo, e mandou as nações servi-lo Jr 27.6–10. O profeta Hananias anunciou que o jugo do rei da Babilônia seria quebrado em dois anos, e Jeremias respondeu: Amém Jr 28.2–6. Jeremias, preso no pátio da guarda, anunciou que Zedequias seria levado à Babilônia Jr 32.2–6. Depois da queda de Jerusalém, o capitão da guarda soltou Jeremias das cadeias e lhe ofereceu vir à Babilônia ou ficar Jr 40.1–5.
Jeremias também escreveu uma carta aos levados cativos à Babilônia, mandando-os edificar casas e plantar hortas Jr 29.1–5. Mais adiante, o SENHOR fala contra a própria Babilônia e a terra dos caldeus: Bel é envergonhado, Merodaque é despedaçado e uma nação do norte a deixa desolada Jr 50.1–5. O SENHOR levanta contra ela um vento destruidor, e declara que Israel e Judá não foram abandonados por seu Deus Jr 51.1–5.
Em Daniel, a Babilônia é o lugar onde o rei manda matar todos os sábios, e Daniel pede tempo para dar a interpretação Dn 2.12–16.