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Encontros com Jesus

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Temas bíblicosEncontros com JesusOs milagres e parábolas de Jesus (histórias simbólicas com um significado especial) muitas vezes desviam o foco de seus encontros com pessoas cujas vidas foram…

As passagens

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EVANGELHOS
Mt 8.5–13
Quando Jesus chegou a Cafarnaum, um capitão do exército romano veio e suplicou-lhe ajuda: “Senhor, meu servo está em casa de cama, paralítico e sofrendo muitas dores”. Jesus lhe disse: “Eu vou curá-lo”. Então o oficial disse: “Eu não sou digno de que o Senhor entre em minha casa. Se apenas ficar aqui e disser: ‘Seja curado’, o meu servo ficará bem! Eu sei disso, porque também obedeço às ordens dos meus superiores, e tenho autoridade sobre os meus soldados. Quando digo a um deles: ‘Vá’, ele vai; e a outro: ‘Venha’, ele vem; e ao meu servo: ‘Faça isto ou aquilo’, ele faz. Por isso sei que o Senhor tem autoridade para dizer à doença dele que saia, e ela sairá!”
Mt 9.9–13
Quando Jesus descia a estrada, viu um cobrador de impostos, chamado Mateus, sentado na coletoria. “Venha tornar-se meu discípulo”, disse-lhe Jesus, e Mateus levantou-se e o acompanhou. Mais tarde, quando Jesus e seus discípulos almoçavam na casa de Mateus, muitos cobradores de impostos e “pecadores” estavam lá como convidados! Os fariseus ficaram indignados. “Por que o mestre de vocês come com homens como esses cobradores de impostos e ‘pecadores’?” “As pessoas que têm saúde não precisam de médico, mas sim os doentes”, foi a resposta de Jesus. Depois ele acrescentou: “Vão aprender o significado deste versículo da Escritura: ‘Não são os sacrifícios de vocês que me interessam — mas que tenham misericórdia’! Meu trabalho aqui na terra é chamar os pecadores, e não aqueles que se acham bons, para que voltem para Deus”.
Mt 16.15–19
Então ele perguntou: “E vocês, quem vocês dizem que eu sou?” Simão Pedro respondeu: “O Senhor é o Cristo, o Filho do Deus vivo”. “Deus abençoou você, Simão, filho de Jonas”, disse Jesus, “porque meu Pai que está no céu revelou isto pessoalmente a você. Isto não vem de nenhuma fonte humana. Você é Pedro, e sobre esta rocha edificarei a minha igreja; e todas as forças do inferno não prevalecerão contra ela. E eu darei a você as chaves do Reino dos céus; as coisas que você atar na terra serão atadas no céu; e as coisas que você desatar na terra serão desatadas no céu!”
Mc 10.17–22
Quando ele estava saindo, veio um homem correndo em sua direção, ajoelhou-se diante dele e perguntou: “Bom mestre, que devo fazer para receber a vida eterna?” “Por que você me chama de bom?”, perguntou Jesus. “Ninguém é bom, a não ser Deus! Mas quanto à sua pergunta, você conhece os mandamentos: ‘Não mate, não cometa adultério, não roube, não minta, não engane, respeite seu pai e sua mãe’ ”. “Mestre”, respondeu o homem, “não quebrei nenhuma dessas leis, desde a minha mocidade”. Jesus contemplou-o e o amou: “Falta-lhe só uma coisa: Vá vender tudo o que você tem; dê o dinheiro aos pobres e você terá um tesouro no céu; então venha e siga-me”.
Mc 10.35–45
Então Tiago e João, os filhos de Zebedeu, se aproximaram dele e falaram com ele: “Mestre, nós queremos que nos faça um favor”. “O que vocês querem?”, perguntou ele. “Queremos sentar-nos à sua direita e à sua esquerda na sua glória”, disseram eles. Mas Jesus respondeu: “Vocês não sabem o que estão pedindo! Vocês são capazes de beber do cálice amargo de tristeza do qual eu devo beber ou ser batizado com o batismo de sofrimento com o qual eu vou serem batizados?” “Podemos”, disseram! E Jesus disse: “Vocês realmente beberão do meu cálice e serão batizados com o meu batismo,
Lc 2.25–38
Naquele dia, um homem chamado Simeão, morador de Jerusalém, estava no templo. Era ele um homem bom, muito devoto, cheio do Espírito Santo, e vivia esperando a consolação de Israel. O Espírito Santo lhe havia revelado que ele não morreria enquanto não visse o Cristo enviado pelo Senhor. O Espírito Santo o impulsionou a ir ao templo naquele dia; então, quando Maria e José chegaram para apresentar o menino Jesus ao Senhor, em obediência à lei, Simeão estava lá e tomou a criança nos braços e louvou a Deus, dizendo: “Ó Soberano, agora já pode despedir o seu servo em paz!
Lc 4.14–30
Jesus então voltou para a Galileia, cheio do poder do Espírito. Logo ele ficou bem conhecido em toda aquela região. Por causa dos seus ensinamentos nas sinagogas, todos o elogiavam. Estando na cidade de Nazaré, terra da sua infância, como de costume foi à sinagoga no sábado, e se levantou para ler as Escrituras. Entregaram-lhe o livro do profeta Isaías. Ele abriu no lugar onde está escrito: “O Espírito do Soberano, o Senhor, está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para levar as boas notícias de salvação aos pobres. Ele me enviou para consolar os que estão com o coração quebrantado, anunciar liberdade aos cativos e dar vista aos cegos
Lc 10.38–42
Quando Jesus e os seus discípulos continuavam em seu caminho para Jerusalém, chegaram a uma aldeia onde uma mulher chamada Marta deu-lhes hospedagem. Maria, irmã dela, sentou-se aos pés de Jesus, ouvindo o que ele tinha para falar. Porém Marta se preocupava com todo o serviço. Então ela veio a Jesus e disse: “Senhor, não lhe parece injusto que minha irmã fique sentada aqui, enquanto eu faço todo o trabalho? Diga-lhe que venha me ajudar”. Mas o Senhor respondeu: “Marta, Marta, você se encontra tão preocupada com todos esses serviços caseiros! Há realmente apenas uma coisa necessária com que devemos nos preocupar. E Maria descobriu o que é, e ninguém poderá tirar isso dela!”
Lc 11.37–54
Enquanto ele estava falando, um dos fariseus pediu que fosse à sua casa para uma refeição. Quando Jesus chegou, tomou lugar para comer, sem realizar a cerimônia de lavar-se, segundo o costume judaico. O fariseu estranhou esse fato. Então o Senhor disse a ele: “Vocês, fariseus, lavam o exterior do copo e do prato, porém por dentro ainda continuam sujos, cheios de ganância e maldade! Que tolos! Quem fez o exterior não fez também o interior? A pureza é mais bem demonstrada pela generosidade, por isso deem o que vocês têm, e verão que tudo ficará limpo.
Lc 19.1–10
Quando Jesus entrou em Jericó e estava passando pela cidade, um homem chamado Zaqueu, um dos mais influentes no negócio de cobrança de impostos dos romanos, procurava ver quem era Jesus, porém ele era muito baixo e não conseguia olhar por cima do povo. Por isso ele correu na frente e subiu em um pé de sicômoro ao lado da estrada, para ver Jesus passar ali. Quando Jesus chegou àquele lugar, levantou o olhar para Zaqueu e disse: “Zaqueu, desça depressa, pois hoje preciso me hospedar em sua casa!”
Lc 24.13–35
Naquele mesmo dia, dois dos seguidores de Jesus estavam caminhando para o povoado de Emaús, a onze quilômetros de Jerusalém. Enquanto eles caminhavam, iam falando a respeito de tudo que tinha acontecido, quando de repente o próprio Jesus veio, uniu-se a eles e começou a andar ao lado deles! Porém os olhos deles estavam fechados, de sorte que não o reconheceram. “Vocês parecem estar conversando muito sério sobre alguma coisa”, disse ele. “Com que estão tão preocupados?” Eles pararam, muito tristes.
Jo 1.29–42
No dia seguinte, João viu Jesus caminhando em sua direção e disse: “Vejam! Aí está o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo! Era dele que eu estava falando quando disse: ‘Logo vai chegar um homem muito mais importante do que eu, o qual já existia muito antes de mim!’ Eu não o conhecia, porém estou aqui batizando com água a fim de revelá-lo à nação de Israel”. Então João deu o seguinte testemunho: “Eu vi o Espírito descendo dos céus na forma de uma pomba e permanecer sobre Jesus. Eu não sabia quem era ele, mas aquele que me enviou para batizar, disse-me: ‘Quando você vir o Espírito descer e pousar sobre alguém, esse é aquele que batiza com o Espírito Santo’.
Jo 1.43–51
No dia seguinte, Jesus decidiu ir para a Galileia. Ele encontrou Filipe e lhe disse: “Siga-me!” Filipe era de Betsaida, cidade natal de André e Pedro. Então Filipe saiu à procura de Natanael e lhe disse: “Nós encontramos o Messias! — aquele de quem Moisés e os profetas falaram! O nome dele é Jesus, o filho de José de Nazaré!” “Nazaré!”, exclamou Natanael. “Pode vir alguma coisa boa de lá?” “Venha e veja você mesmo”, disse Filipe. Ao ver Natanael se aproximando, disse Jesus: “Vem aí um verdadeiro israelita, um homem direito e sincero”.
Jo 3.1–21
Havia uma autoridade religiosa entre os judeus cujo nome era Nicodemos. Ele veio a Jesus à noite e disse: “Mestre, todos nós sabemos que Deus enviou o Senhor para nos ensinar. Os seus milagres são uma prova suficiente disto”. Jesus respondeu: “Verdadeiramente, digo-lhe isto: Se alguém não nascer de novo, nunca poderá ver o Reino de Deus”. “Nascer de novo!”, exclamou Nicodemos. “O que o Senhor quer dizer? Como pode um homem velho voltar para o ventre da mãe e nascer outra vez?” Jesus respondeu: “O que eu lhe estou dizendo é verdade: Se alguém não nascer da água e do Espírito não pode entrar no Reino de Deus.
Jo 4.1–42
Quando o Senhor ouviu dizer que os fariseus sabiam que ele estava fazendo mais discípulos e batizava mais pessoas do que João, embora Jesus mesmo não as batizasse, e sim os seus discípulos, deixou a Judeia e voltou novamente para a Galileia. No caminho, teve de passar por Samaria. Assim, ele chegou a uma cidade de Samaria chamada Sicar, situada na propriedade que Jacó tinha dado ao seu filho José.
Jo 7.50–52
Então Nicodemos, um deles, que antes foi secretamente procurar Jesus, tomou a palavra e perguntou-lhes: “A nossa lei permite condenar um homem antes mesmo que ele seja julgado?” Eles responderam: “Você por acaso também é da Galileia? Procure nas Escrituras e veja você mesmo — da Galileia não saem profetas!”
Jo 8.1–11
Jesus, porém, voltou para o monte das Oliveiras. Mas no outro dia de manhã, bem cedo, estava de volta no templo. Logo se reuniu uma multidão, e ele se assentou para falar a eles. Quando estava falando, os mestres da lei e os fariseus trouxeram-lhe uma mulher apanhada em adultério e a colocaram diante da multidão. “Mestre”, disseram a Jesus, “esta mulher foi surpreendida no próprio ato de adultério. A Lei de Moisés manda que seja apedrejada. E o Senhor, o que diz?”
Jo 11.17–27
Quando eles chegaram a Betânia, disseram-lhes que Lázaro já estava no sepulcro havia quatro dias. Betânia ficava a cerca de 3 quilômetros de Jerusalém, e muitas pessoas vieram visitar e consolar Marta e Maria pela perda do irmão. Quando Marta recebeu a notícia de que Jesus estava chegando, foi ao encontro dele, porém Maria ficou em casa. Marta disse a Jesus: “Se o Senhor estivesse aqui, meu irmão não teria morrido.
Jo 13.1–17
Pouco antes da festa da Páscoa, Jesus sabia que tinha chegado a hora de deixar este mundo e ir para o Pai. E tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim. Durante a ceia, o diabo já havia induzido Judas Iscariotes, filho de Simão, que aquela era a noite para ele executar o seu plano de trair Jesus. Jesus sabia que recebera do Pai todas as coisas, que tinha vindo de Deus e voltaria para Deus. Assim foi que ele se levantou da mesa da ceia, tirou a capa, enrolou uma toalha na cintura, derramou água numa bacia, e começou a lavar os pés dos seus discípulos, enxugando-os com a toalha que tinha à sua volta.
Jo 18.28–40
O julgamento de Jesus diante de Caifás terminou nas primeiras horas da manhã. Daí ele foi levado ao palácio do governador romano. Os seus acusadores não entraram para evitar a contaminação cerimonial, pois queriam comer o cordeiro da Páscoa. Então o governador Pilatos saiu ao encontro deles e perguntou: “Qual é a acusação que vocês fazem contra este homem?” “Nós não o teríamos prendido se ele não fosse um criminoso!”, disseram eles. “Então levem o acusado para ser julgado por vocês mesmos, conforme a lei de vocês”, disse Pilatos. “Mas nós não temos o direito de executar ninguém”, disseram eles, “e é necessária a sua aprovação”. Isso aconteceu para que se cumprisse o que Jesus havia dito a respeito do modo pelo qual morreria.
Jo 19.1–16
Então Pilatos mandou os soldados açoitarem Jesus. E eles fizeram uma coroa de espinhos, puseram na cabeça dele e vestiram Jesus com um manto real vermelho. “Salve, ‘rei dos judeus’!”, caçoavam eles, e davam socos no seu rosto. Pilatos saiu outra vez e disse aos judeus: “Agora eu vou trazer Jesus aqui fora para vocês, mas entendam que eu não acho nele motivo algum de acusação”. Então Jesus saiu com a coroa de espinhos e o manto de púrpura. Pilatos disse: “Aqui está o homem!”
Jo 19.38–42
Depois disso José de Arimateia, que tinha sido um discípulo oculto de Jesus, porque tinha medo dos líderes judaicos, corajosamente pediu a Pilatos autorização para retirar o corpo de Jesus; e Pilatos o permitiu. Então ele veio e levou o corpo embora. Nicodemos, o homem que tinha ido de noite a Jesus, veio também, trazendo cerca de trinta e quatro quilos de perfume, próprio para embalsamar, feito com mirra e aloés. E os dois juntos enrolaram o corpo de Jesus em um pano de linho comprido cheio desses perfumes, como é o costume judaico para o sepultamento. O lugar da crucificação estava próximo a um jardim, onde existia um sepulcro novo, que nunca tinha sido usado. Assim, por ser o Dia da Preparação dos judeus, e visto que o sepulcro ficava perto, eles puseram Jesus ali.
Jo 20.19–29
Naquela tarde os discípulos estavam reunidos com as portas trancadas, com medo dos líderes judaicos, quando, de repente, Jesus apareceu no meio deles e disse: “Paz seja com vocês!” Em seguida mostrou a eles as suas mãos e o seu lado. Que alegria maravilhosa sentiram quando viram o seu Senhor! Ele falou-lhes novamente: “Paz seja com vocês! Assim como o Pai me enviou, eu os estou enviando”. Depois Jesus assoprou neles e disse: “Recebam o Espírito Santo. Se vocês perdoarem os pecados de alguém, eles estarão perdoados. Se vocês se recusarem a perdoar, eles ficarão sem perdão”.
Jo 21.1–23
Depois disso Jesus apareceu novamente aos discípulos na beira do mar da Galileia. Foi assim que aconteceu: Estava ali um grupo: Simão Pedro; Tomé, chamado Dídimo; Natanael, de Caná da Galileia; os filhos de Zebedeu; além de outros dois discípulos. Simão Pedro disse: “Vou pescar”. “Nós vamos também”, disseram os outros. Eles foram, entraram no barco, mas não pegaram nada a noite toda. Ao amanhecer, Jesus estava na praia, mas os discípulos não podiam perceber quem era. Ele lhes perguntou: “Filhos, pegaram muito peixe?” “Não”, responderam.
ATOS
At 6.8–15
Estêvão, homem cheio de graça e do poder de Deus, fazia maravilhas e sinais entre o povo. Porém, um dia, alguns dos homens da chamada sinagoga dos “Libertos” começaram uma discussão com ele, e em breve se juntaram ao grupo alguns judeus de Cirene, de Alexandria do Egito, das províncias turcas da Cilícia e da Ásia. Mas nenhum deles podia resistir à sabedoria e ao Espírito pelo qual ele falava. Então subornaram alguns homens para mentirem a respeito dele, dizendo: “Ouvimos Estêvão falar blasfêmias contra Moisés, e até contra Deus”. Essa acusação alvoroçou o povo contra Estêvão de tal forma que os líderes judaicos e os mestres da lei prenderam e levaram Estêvão diante do Sinédrio.
At 7.1–60
Então o sumo sacerdote perguntou a Estêvão: “Essas acusações são verdadeiras?” Estêvão respondeu: “Irmãos e pais, ouçam-me! O glorioso Deus apareceu ao nosso antepassado Abraão estando ele ainda na Mesopotâmia, antes que ele se mudasse para Harã, e disse: ‘Saia da sua terra, do meio dos seus parentes, e vá para a terra que eu lhe mostrarei’. “Então ele deixou a terra dos caldeus e morou em Harã, até a morte do seu pai. Depois Deus trouxe Abraão para esta terra, onde vocês agora moram. Mas Deus não deu a ele nenhuma herança aqui, nem um pedaço de terra. Entretanto, Deus prometeu que no fim de tudo ele e, depois dele, os seus descendentes possuiriam a terra, embora, na época, ele ainda não tivesse filhos!
At 8.1
Saulo aprovou a morte de Estêvão, e começou naquela ocasião uma grande onda de perseguição aos crentes, a qual atingiu a igreja de Jerusalém. Todos foram dispersos para a Judeia e Samaria, com exceção dos apóstolos.
At 9.1–31
Enquanto isso, Saulo ameaçava de morte os discípulos do Senhor. Dirigindo-se ao sumo sacerdote de Jerusalém, pediu-lhe uma carta para as sinagogas de Damasco, pedindo a cooperação delas na perseguição a todos os seguidores de Cristo que encontrasse ali, tanto homens como mulheres, seguidores do Caminho, para que pudesse levá-los presos para Jerusalém. Quando Saulo estava se aproximando de Damasco em sua missão, de repente uma luz do céu brilhou ao redor dele! Ele caiu no chão e ouviu uma voz dizendo: “Saulo! Saulo! Por que você está me perseguindo?” “Quem é o Senhor?”, perguntou Saulo. E a voz respondeu: “Eu sou Jesus, aquele que você está perseguindo!

Seu estudo sobre Encontros com Jesus