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Cidades de refúgio

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Temas bíblicosAs cidades de refúgioOs israelitas construíram as cidades de refúgio para proteger pessoas inocentes da vingança de sangue. Um vingador tinha o direito legal de matar um assassino…Dicionário Bíblico TyndaleCidades de refúgioSeis cidades, três em Canaã e três na Transjordânia (área Leste do Rio Jordão), foram designadas como locais de segurança para pessoas suspeitas de homicídio…

As passagens

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LEI
Gn 9.6
“Quem derramar o sangue de um ser humano, pelo ser humano seu sangue será derramado, pois ele foi criado à imagem de Deus.
Nm 35.6–34
“Seis das cidades que vocês darão aos levitas serão cidades de refúgio para onde irão aqueles que tiverem matado alguém. Além disso vocês darão a eles mais quarenta e duas cidades. Vocês devem então dar ao todo quarenta e oito cidades aos levitas, junto com o campo em volta. Essas cidades que vocês derem aos levitas, das terras dos israelitas, serão dadas proporcionalmente à herança de cada tribo: as tribos que tiverem muitas cidades darão mais cidades, e as tribos que tiverem poucas cidades darão menos cidades aos levitas”. E o Senhor disse a Moisés: “Diga aos israelitas que quando atravessarem o rio Jordão e entrarem na terra de Canaã
Nm 35.19
O vingador da vítima matará o homicida quando encontrar essa pessoa.
Nm 35.22–28
“Mas se empurrar uma pessoa sem ódio, ou empurrar uma pessoa ou então atirar alguma coisa contra ela involuntariamente, ou ainda, se deixar cair involuntariamente alguma pedra sobre ela que possa matá-la, e a pessoa morrer, não sendo sua inimiga, e quem matou não fez isso de propósito, então a comunidade julgará entre ele e o vingador da vítima, de acordo com essas leis. A comunidade livrará o acusado de assassinato do vingador da vítima, deixando o homicida continuar na cidade de refúgio para onde tinha fugido. Ali permanecerá até a morte do sumo sacerdote, que foi ungido com óleo sagrado. “Mas se o acusado sair por alguma razão dos limites da cidade de refúgio
Nm 35.31–33
“Vocês não devem aceitar dinheiro para proteger a vida de uma pessoa que é culpada da morte de alguém, pois essa pessoa deve morrer. “Também não aceitem dinheiro daquele que mora na cidade de refúgio para voltar à sua própria terra antes da morte do sumo sacerdote. “Não profanem a terra onde vocês estão. O derramamento de sangue profana a terra. E a única maneira de fazer a cerimônia da purificação da terra onde alguém foi morto é por meio do sangue de quem o derramou.
Nm 35.33
“Não profanem a terra onde vocês estão. O derramamento de sangue profana a terra. E a única maneira de fazer a cerimônia da purificação da terra onde alguém foi morto é por meio do sangue de quem o derramou.
Dt 19.1–13
“Quando o Senhor, o seu Deus, tiver destruído as nações cuja terra ele está dando a vocês, e quando as expulsarem e habitarem nas suas cidades e nas suas casas, separem três cidades de refúgio no meio da terra de vocês que o Senhor, o seu Deus, está dando a vocês, para dela tomarem posse. Dividam a terra em três partes que o Senhor, o seu Deus, está dando a vocês como herança, e escolham uma cidade que seja de fácil acesso, para que o homicida possa chegar lá com segurança. “Estes são os casos em que o homicida, ao correr para as cidades de refúgio, terá a vida salva. Isso vale para aquele que sem intenção e sem ódio premeditado matar o seu próximo. Por exemplo: Um homem vai com o próximo às matas cortar lenha e, ao levantar o machado para derrubar a árvore, o ferro do machado salta do cabo e atinge o seu amigo e o mata. Ele poderá fugir para uma das cidades de refúgio e viver com segurança.
Dt 19.12
as autoridades da cidade onde aconteceu o crime mandarão buscar o assassino e o entregarão nas mãos do vingador da vítima para que morra.
HISTÓRICOS
Js 20.1–9
Disse o Senhor a Josué: “Diga ao povo de Israel que separe as cidades de refúgio, conforme as instruções que dei a Moisés. Se alguém for culpado de matar alguma pessoa sem intenção, poderá fugir para uma destas cidades para ficar protegido dos parentes do morto. Eles podem querer matar o homicida, por vingança. “Quando o homicida involuntário fugir e chegar a uma cidade de refúgio, comparecerá diante do conselho que governa a cidade e explicará o que houve. O conselho terá o dever de deixar que ele entre na cidade e more ali. Se o vingador da vítima chegar ali, perseguindo aquela pessoa, a cidade não entregará o fugitivo; porque a morte foi acidental, sem haver briga entre eles e sem premeditação.
Js 21.13
Assim aos filhos de Arão, o sacerdote, deram Hebrom, cidade de refúgio para os acusados de homicídio involuntário, com suas pastagens, Libna com suas pastagens,
Js 21.21
Deram-lhes Siquém, cidade de refúgio do homicida, na região montanhosa de Efraim, Gezer,
Js 21.27
Os grupos de famílias levitas de Gérson receberam da metade da tribo de Manassés estas duas cidades com suas pastagens próximas: Golã, em Basã, cidade de refúgio do homicida involuntário, e Beesterá. Foram ao todo duas cidades.
Js 21.32
Da tribo de Naftali receberam Quedes, na Galileia, cidade de refúgio do homicida involuntário, Hamote-Dor, e Cartã, com suas pastagens. Foram ao todo três cidades.
Js 21.38
Da tribo de Gade receberam Ramote, cidade de refúgio para o homicida involuntário em Gileade, Maanaim,
1Re 1.50–53
Adonias correu para o Tabernáculo e se agarrou às pontas do altar. Quando Salomão soube que Adonias estava com medo dele e estava agarrado nos chifres do altar, dizendo: “Que o rei Salomão jure hoje que não matará o seu servo com a espada”, respondeu: “Se ele se comportar bem, não cairá um só fio de cabelo da sua cabeça; mas se nele se descobrir alguma maldade, ele morrerá”. Então Salomão mandou buscar Adonias, e os mensageiros fizeram com que ele descesse do altar. Ele veio e se inclinou diante do rei; e Salomão disse a Adonias: “Vá para a sua casa”.
1Re 2.28–34
Quando Joabe, que havia tomado parte na conspiração de Adonias, porém não na de Absalão, ouviu falar da morte de Adonias, ele correu para o Tabernáculo e se agarrou às pontas do altar. Quando a notícia chegou ao rei Salomão de que Joabe tinha se refugiado no Tabernáculo do Senhor e estava ao lado do altar, ele enviou Benaia, filho de Joiada, com a ordem: “Vá matá-lo!” Então Benaia foi ao Tabernáculo do Senhor e disse a Joabe: “O rei ordena que você saia!” “Não”, replicou ele: “Vou morrer aqui”. Então Benaia voltou à presença do rei para receber novas instruções. “Faça como ele diz”, respondeu o rei. “Mate Joabe ao lado do altar, e faça o enterro dele. Assim você retirará de mim e da família do meu pai a culpa do sangue inocente que Joabe derramou. Então o Senhor fará Joabe pessoalmente responsável pelo sangue que derramou ao matar dois homens mais justos do que ele. Pois o meu pai não teve parte na morte de Abner, filho de Ner, comandante do exército de Israel, nem na morte de Amasa, filho de Jéter, comandante do exército de Judá.
CARTAS
Rm 3.23–26
Pois todos pecaram; todos fracassaram, e estão afastados da glória de Deus; no entanto, Deus nos declara agora justificados das ofensas que lhe fizemos, através da redenção que há em Jesus Cristo, aquele que em sua graça tira os nossos pecados gratuitamente. Deus foi quem enviou Cristo Jesus para levar o castigo pelos nossos pecados, e assim pôr fim à ira de Deus contra nós. Ele usou o seu sangue para, mediante a fé, nos salvar da sua ira. Deste modo, ele foi justo, mesmo não tendo castigado aqueles que pecaram em tempos passados. Isto porque aguardava a chegada do dia quando Cristo viria e apagaria os pecados anteriormente cometidos. Agora, no tempo presente, ele demonstrou a sua justiça, e pode receber pecadores do mesmo modo, porque Jesus tirou os pecados deles. Ele é justo e justificador daqueles que têm fé em Jesus.
Hb 4.14–16
Portanto, Jesus, o Filho de Deus, é o nosso grande sumo sacerdote que foi diretamente para o céu, a fim de nos ajudar; portanto não deixemos nunca de confiar nele. Esse nosso sumo sacerdote compreende as nossas fraquezas, visto que ele passou pelas mesmas tentações que nós passamos, ainda que ele nunca tenha cedido a elas nem pecado. Portanto, vamos ousadamente até o próprio trono de Deus e permaneçamos lá para recebermos a sua misericórdia e acharmos a sua graça para nos ajudar em tempos de necessidade.
Hb 5.1–14
Todo sumo sacerdote judaico é simplesmente um homem como qualquer outro, porém é escolhido para falar por todos os outros homens naquilo que eles têm a tratar com Deus. Ele apresenta as ofertas deles a Deus e oferece a ele o sangue dos animais que são sacrificados. E, porque é homem, pode tratar com bondade os outros homens, embora estes sejam insensatos e ignorantes, pois ele também está sujeito à fraqueza. Por isso ele precisa oferecer sacrifícios para cobrir os pecados do povo e os seus próprios pecados. Ninguém pode ser sumo sacerdote só porque deseja ser. Tem de ser chamado por Deus para esse trabalho, da mesma forma como Deus escolheu Arão. Da mesma forma, Cristo não tomou para si próprio a honra de se tornar sumo sacerdote. Ele foi escolhido por Deus. Deus lhe disse: “Você é meu Filho; hoje é o dia da sua coroação”.
Hb 6.1–20
Paremos de ficar voltando sempre aos mesmos assuntos antigos, sempre ensinando aquelas primeiras lições sobre Cristo. Em vez disso, avancemos para outras coisas e nos tornemos amadurecidos no nosso entendimento. Certamente não precisamos falar mais acerca de atos que conduzem à morte, nem sobre a necessidade da fé em Deus. Vocês não necessitam de mais instruções acerca do batismo, da imposição de mãos, da ressurreição dos mortos, e do juízo eterno. Se Deus permitir, faremos isso. Não adianta nada procurar novamente trazer de volta ao Senhor aqueles que já compreenderam o evangelho e experimentaram por si próprios as coisas boas do céu, e participaram do Espírito Santo, e conhecem a boa palavra de Deus, e sentiram as forças poderosas do mundo que está para vir,
Hb 7.1–28
Esse Melquisedeque era rei da cidade de Salém, e também um sacerdote do Deus Altíssimo. Quando Abraão estava regressando para casa depois de ter ganhado uma grande batalha contra muitos reis, Melquisedeque foi ao seu encontro e o abençoou. Abraão, então, tomou a décima parte de tudo quanto havia ganho na batalha e deu a Melquisedeque. O nome de Melquisedeque significa “rei de justiça”. O seu nome também quer dizer “rei da paz”, por causa do nome da cidade dele, Salém, que quer dizer “Paz”. Melquisedeque aparece na história sem pai nem mãe, e não existem anotações sobre nenhum dos seus antepassados. Não há menção da origem nem do fim dos seus dias, sendo semelhante ao Filho de Deus; ele permanece sacerdote para sempre. Vejam então como este Melquisedeque é importante: Até mesmo Abraão, o primeiro e o mais respeitado de todo o povo escolhido de Deus, deu a Melquisedeque a décima parte dos despojos que ele tomou dos reis com quem estivera lutando. Conforme a Lei de Moisés, os sacerdotes, que são descendentes de Levi, recebiam do povo a décima parte de tudo, isto é, dos seus irmãos, embora estes fossem descendentes de Abraão.
Hb 8.1–13
O que nós estamos afirmando é o seguinte: Cristo, cujo sacerdócio acabamos de descrever, é o nosso sumo sacerdote, e está no céu, assentado à direita do trono da Majestade. Ele ministra no templo do céu, o verdadeiro tabernáculo, construído pelo Senhor, e não por mãos humanas. E visto que todo sumo sacerdote é nomeado para apresentar ofertas e sacrifícios, Cristo também deve oferecer alguma coisa. O sacrifício oferecido por ele é muito melhor do que aqueles oferecidos pelos sacerdotes terrenos. Mas assim mesmo, se ele estivesse aqui na terra, nem seria sumo sacerdote, visto que já existem os sacerdotes que ainda seguem o velho sistema judaico de sacrifícios. O trabalho deles está ligado a um simples modelo terreno do verdadeiro tabernáculo do céu; porque quando Moisés estava se preparando para construir o tabernáculo, Deus o advertiu de seguir exatamente o modelo do tabernáculo celestial que lhe tinha sido mostrado no monte Sinai.
Hb 9.1–28
Ora, naquela primeira aliança entre Deus e o seu povo havia normas para a adoração e havia um tabernáculo aqui na terra. Dentro deste tabernáculo havia dois compartimentos. O primeiro compartimento, chamado de Lugar Santo, continha o castiçal de ouro e uma mesa com os pães sagrados. Depois, havia uma cortina e, atrás da cortina, um compartimento chamado o Santo dos Santos. Nesse compartimento havia o altar do incenso, todo de ouro, e a arca da aliança, inteiramente coberta de ouro puro. Dentro da arca estavam as tábuas da aliança, um vaso de ouro com um pouco de maná e a vara de Arão que floresceu. Em cima da arca de ouro havia estátuas de anjos chamados querubins — as sentinelas da glória de Deus — com as suas asas estendidas por cima da cobertura de ouro da arca, chamada o propiciatório. Mas basta destes pormenores.
Hb 10.1–18
O antigo sistema das leis judaicas deu apenas uma fraca amostra das coisas boas que Cristo faria por nós. Nesse antigo sistema, os sacrifícios se repetiam muitas vezes, ano após ano, porém mesmo assim eles nunca puderam salvar aqueles que viviam debaixo desses regulamentos. Se isso fosse possível, uma oferta só teria sido suficiente; os adoradores teriam sido purificados de uma vez por todas, e seu sentimento de culpa teria desaparecido. Mas aconteceu justamente o contrário: aqueles sacrifícios anuais lembravam-lhes a desobediência e a culpa deles, em vez de aliviá-los. Porque é impossível que o sangue de touros e de bodes tire pecados. Foi por isso que Cristo disse, quando veio ao mundo: “Ó Deus, o Senhor não quer sangue de animais ou ofertas de cereais, mas o Senhor me preparou um corpo, a fim de que eu o deposite como sacrifício sobre o seu altar.

Seu estudo sobre Cidades de refúgio