Último juiz de Israel, profeta que ungiu Saul e depois Davi na passagem dos juízes para a monarquia.
Gerado a partir das fontes · ainda não revisadoSugerir correção
Samuel serviu ao SENHOR desde jovem, diante de Eli, vestido de um éfode de linho. Sua mãe, Ana, lhe fazia uma túnica pequena e a levava a cada ano, quando subia com o marido, Elcana 1Sa 2.18–22. Numa época em que a palavra do SENHOR era rara, o SENHOR o chamou enquanto dormia no templo, e Samuel correu a Eli, que lhe disse que não o havia chamado 1Sa 3.1–5.
Samuel chamou Israel a voltar-se ao SENHOR e a tirar os deuses alheios. Reunido o povo em Mispá, ele orou por Israel e o julgou ali, enquanto os Filístia subiam contra eles 1Sa 7.3–7. Já velho, pôs seus filhos, Joel e Abias, como juízes, mas eles pervertiam o direito. Os anciãos então pediram um rei 1Sa 8.1–5.
O SENHOR revelou a Samuel que lhe enviaria um homem de Benjamim para ungir como príncipe sobre Israel, e Samuel recebeu Saul 1Sa 9.14–18. Samuel o ungiu com azeite 1Sa 10.1–5. Em seguida, declarou ao povo a sua integridade, e o povo a confirmou 1Sa 12.1–5. Em Gilgal, Samuel confrontou Saul, que havia oferecido o holocausto sem esperá-lo 1Sa 13.8–12. Depois, enviou-o contra Amaleque 1Sa 15.1–5.
O SENHOR mandou Samuel a Jessé, em Belém, para ungir um dos filhos como rei, e ele foi sob o pretexto de um sacrifício 1Sa 16.1–5. Davi fugiu de Saul e foi ter com Samuel em Ramá, onde Samuel presidia uma companhia de profetas 1Sa 19.18–22. Samuel já estava morto e sepultado em Ramá quando Saul, temendo os filisteus, buscou uma necromante 1Sa 28.3–7.