HISTÓRICOS
Js 1.1–9Depois da morte de Moisés, homem que servia ao Senhor, Deus falou ao assistente de Moisés, chamado Josué, filho de Num: “Agora que meu servo Moisés está morto, você será o novo líder do povo de Israel. Prepare-se para guiar todo este povo na travessia do rio Jordão para entrar na terra que eu estou dando aos israelitas. O que prometi a Moisés, repito a você: ‘Todo lugar onde vocês pisarem, eu darei aos descendentes de Israel. Seu território se estenderá desde o deserto, ao sul, até as montanhas do Líbano, ao norte; desde o mar Mediterrâneo, a oeste, até o rio Eufrates, a leste; incluindo ainda toda a terra dos heteus’. Ninguém será capaz de impedir a sua marcha enquanto você viver, pois eu estarei com você, assim como estive com Moisés; não o abandonarei nem deixarei de ajudar você.
Js 11.16–23Assim Josué conquistou toda aquela terra — a região montanhosa, o deserto de Neguebe, a terra de Gósen, as terras baixas, a região da Arabá e a zona montanhosa, e as planícies de Israel. O território israelita estendia-se agora desde o monte Halaque, perto de Seir, até Baal-Gade, no vale do Líbano, ao pé do monte Hermom. Josué matou todos os reis daqueles territórios. Josué guerreou por muito tempo contra todos esses reis. Não foi feito tratado de paz com nenhuma das cidades, com exceção de Gibeom, dos heveus. Todas as outras cidades foram tomadas na guerra. Pois o Senhor tinha feito com que os reis inimigos quisessem combater os israelitas, endurecendo os seus corações, em vez de propor a paz. Assim, eles foram destruídos completamente sem misericórdia, como o Senhor havia ordenado a Moisés.
1Sa 4.1–22E a palavra de Samuel era respeitada por todo o povo de Israel. Naqueles dias, os israelitas saíram à guerra contra os filisteus. O exército israelita estava acampado perto de Ebenézer e os filisteus acamparam em Afeque. Os filisteus se colocaram em formação de batalha, enfrentaram Israel e, travada a batalha, derrotaram Israel, matando cerca de quatro mil soldados israelitas. Terminada a batalha, o exército de Israel voltou ao seu acampamento, e os anciãos de Israel perguntaram: “Por que o Senhor permitiu que os filisteus nos derrotassem?” E continuaram: “Vamos trazer a arca da aliança do Senhor que está em Siló. Se ela estiver conosco no campo de batalha, o Senhor estará em nosso meio e nos salvará dos nossos inimigos”. E assim mandaram buscar a arca da aliança do Senhor dos Exércitos, que está assentado num trono entre os querubins. Hofni e Fineias, os dois filhos de Eli, acompanharam a arca da aliança de Deus ao campo de batalha. Quando os israelitas viram a arca da aliança do Senhor chegando, soltaram gritos de alegria tão altos que fizeram o chão tremer!
2Re 17.6–18Finalmente, no nono ano do reinado de Oseias, a cidade de Samaria caiu em poder dos assírios, e o povo de Israel foi levado como escravo para a Assíria. Eles foram morar em colônias na cidade de Hala e ao longo das margens do rio Habor, em Gozã, entre as cidades dos medos. Essa desgraça caiu sobre a nação porque os israelitas haviam pecado contra o Senhor, o seu Deus, que os havia tirado do Egito e livrado do faraó, rei do Egito. Eles adoraram outros deuses e adotaram os maus costumes das nações que o Senhor havia expulsado de diante deles; seguiram também os costumes que os reis de Israel haviam adotado. O povo de Israel também havia praticado o mal em segredo contra o Senhor, o seu Deus. Eles haviam construído altares aos outros deuses em todas as suas cidades, desde a menor vila até a maior cidade. Ergueram postes-ídolos no alto de cada monte e debaixo de toda grande árvore.
2Re 23.1–37Depois disso, o rei mandou chamar as autoridades de Judá e de Jerusalém. Então o rei subiu ao templo do Senhor acompanhado por todos os sacerdotes e profetas, pelo povo todo de Jerusalém e de Judá, desde os mais jovens até os mais velhos. O rei leu em alta voz todas as palavras do Livro da Aliança que tinha sido achado no templo do Senhor. O rei se colocou em pé junto à coluna real, diante do povo e, na presença do Senhor, ele e o povo fizeram uma promessa sincera ao Senhor de que obedeceriam ao Senhor e de todo o coração e de toda a alma praticariam os seus mandamentos e as suas leis, confirmando as palavras da aliança escritas naquele livro. Então o rei deu ordens ao sumo sacerdote Hilquias e aos outros sacerdotes, e também aos guardas do templo, para que retirassem do templo do Senhor todos os objetos que eram usados na adoração de Baal, de Aserá, do Sol, da Lua e das estrelas. O rei queimou tudo isso nos campos do vale de Cedrom, fora de Jerusalém, e levou as cinzas para Betel. Ele matou os sacerdotes dos deuses falsos nomeados pelos reis anteriores de Judá, pois esses sacerdotes tinham queimado incenso nos altares idólatras nas colinas das cidades de Judá e arredores de Jerusalém, aqueles sacerdotes que haviam oferecido incenso a Baal, ao Sol, à Lua, às estrelas e aos planetas e a todos os exércitos celestiais.
2Re 24.1–20Foi no reinado de Jeoaquim que Nabucodonosor, rei de Babilônia, atacou Jerusalém. Jeoaquim teve de entregar-se e pagar um imposto ao rei da Babilônia durante três anos, mas depois ele se rebelou contra Nabucodonosor. O Senhor enviou tropas de caldeus, de sírios, de moabitas e de amonitas contra Judá a fim de destruir a nação, conforme o Senhor havia avisado por intermédio dos seus servos, os profetas. Essas calamidades aconteceram a Judá, por ordem direta do Senhor. Ele tinha resolvido eliminar Judá da sua presença por causa dos muitos pecados de Manassés, pois este rei havia derramado muito sangue inocente nas ruas de Jerusalém, e o Senhor não perdoou esse pecado. Os demais acontecimentos da história do reinado de Jeoaquim estão registrados no Livro da História dos Reis de Judá.
2Re 25.1–30O rei Nabucodonosor, da Babilônia, reuniu todo o seu exército e cercou a cidade de Jerusalém, chegando ali no décimo dia do décimo mês do nono ano do reinado de Zedequias em Judá. Eles acamparam fora da cidade e construíram rampas de ataque ao redor da cidade. O cerco continuou até o décimo primeiro ano do reinado de Zedequias. O último alimento que havia na cidade foi comido no nono dia do quarto mês. Naquela noite, o rei e seus soldados fizeram um buraco no muro interno e fugiram em direção da Arabá, passando por uma porta que existe entre os muros duplos, perto do jardim do rei. Os soldados babilônios que cercavam a cidade saíram atrás do rei e o prenderam nas planícies de Jericó, e todos os seus homens o abandonaram.
PROFETAS
Jr 2.8Nem mesmo os sacerdotes deram importância ao Senhor! Os juízes não me conheceram, os governadores se revoltaram contra mim, os profetas profetizaram em nome de Baal e adoraram ídolos que não podiam ajudar ninguém!
Jr 7.4–15Não se deixem levar pelas mentiras de quem diz: ‘O templo é do Senhor! Este é o templo do Senhor, este é o templo do Senhor!’. Vocês só poderão continuar vivendo aqui se deixarem de lado seus maus pensamentos e suas maldades, se procurarem ser justos uns com os outros, se pararem de explorar os estrangeiros, os órfãos e as viúvas, se não derramarem sangue inocente neste lugar e se deixarem de adorar falsos deuses como fazem hoje, para sua própria desgraça. Então eu permitirei que vocês continuem vivendo nesta terra, a terra que dei aos seus antepassados desde a antiguidade para sempre. Mas ouçam! Vocês estão confiando em mentiras, em palavras enganosas e sem valor!
Jr 7.9“Afinal de contas, vocês pensam que podem roubar, matar, mentir, cometer adultério, jurar falsamente, queimar incenso a Baal e seguir outros deuses que vocês nem conheceram,
Jr 11.13Ah, meu povo! Vocês têm um deus para cada cidade, e os altares de Baal, onde vocês queimam incenso, estão espalhados pelas ruas de Jerusalém! Isso é uma loucura, é uma vergonha!’
Jr 11.17O Senhor Todo-poderoso, que plantou a oliveira, ordenou a sua destruição por causa da maldade que Israel e Judá fizeram, para sua própria desgraça, queimando incenso a Baal.
Jr 12.16Se essas nações passarem a viver como o meu povo e jurarem pelo nome do Senhor, dizendo: ‘Juro pelo nome do Senhor’ — como no passado ensinaram o meu povo a jurar por Baal — então eles poderão viver e se estabelecer no meio do meu povo, Israel.
Jr 19.1–7Assim diz o Senhor: “Compre um vaso de barro de um oleiro; chame alguns líderes do povo e sacerdotes e vá ao vale de Hinom, perto da porta do Oleiro. Lá você deve anunciar as palavras que eu lhe falar”. Diga: Ouçam a palavra do Senhor, reis de Judá e moradores de Jerusalém! Assim diz o Senhor Todo-poderoso, o Deus de Israel: “Vou trazer um terrível castigo sobre este lugar; quem ouvir o que aconteceu a Jerusalém vai sentir os ouvidos zumbirem. Porque esse povo me abandonou e fez deste vale um lugar vergonhoso. Aqui eles queimavam incenso a ídolos, a falsos deuses, que os antigos israelitas e os primeiros reis de Judá jamais adoraram. Eles encheram este vale com o sangue de inocentes! Construíram nos montes altares dedicados ao deus Baal para queimarem seus filhos como sacrifício oferecido a Baal, um pecado tão horrível que eu não seria capaz de imaginar, quanto mais ordenar!
Jr 19.5Construíram nos montes altares dedicados ao deus Baal para queimarem seus filhos como sacrifício oferecido a Baal, um pecado tão horrível que eu não seria capaz de imaginar, quanto mais ordenar!
Jr 23.13“Eu vi o pecado dos profetas de Samaria: Eles profetizavam em nome de Baal e fizeram Israel, meu povo, pecar contra mim.
Jr 23.27Espalhando esses sonhos uns aos outros, eles procuram fazer o meu povo se esquecer de mim, como seus pais esqueceram o meu nome por causa de Baal.
Jr 24.1–10Depois que Nabucodonosor levou para o exílio na Babilônia a Jeconias, filho de Jeoaquim, rei de Judá, os príncipes de Judá e os melhores artesãos e ferreiros, o Senhor me deu a seguinte visão: dois cestos cheios de figos estavam postos diante do templo em Jerusalém. Um dos cestos estava cheio de figos bons, maduros e bonitos, de dar água na boca! O outro também estava cheio, mas os figos eram feios, estavam estragados e não serviam para comer. Então o Senhor me perguntou: “O que você está vendo, Jeremias?” Eu respondi: “Figos. Alguns são muito bons, mas os ruins são tão ruins que não podem ser comidos”. Então o Senhor me falou o seguinte: “Assim diz o Senhor, o Deus de Israel: Os figos bons representam o povo que expulsei daqui e foi levado preso para a Babilônia. Eu mesmo os mandei para lá, para o seu próprio bem!
Jr 28.10–17Então Hananias arrancou a canga do pescoço de Jeremias, quebrou-a e falou a toda a multidão: “Assim diz o Senhor: O Senhor promete que dentro de dois anos quebrará a canga da escravidão que Nabucodonosor, rei da Babilônia, colocou sobre o pescoço de todas as nações”. Diante disso o profeta Jeremias foi embora dali. Pouco tempo depois de Hananias ter quebrado a canga que Jeremias usava no pescoço, o Senhor mandou a seguinte mensagem a Jeremias: “Vá dizer a Hananias: Assim diz o Senhor: Você quebrou uma canga de madeira, mas em seu lugar eu farei uma canga de ferro. Assim diz o Senhor Todo-poderoso, o Deus de Israel: Eu mesmo colocarei uma canga de ferro no pescoço de todas essas nações para servirem como escravos a Nabucodonosor, rei da Babilônia. Até mesmo os animais selvagens darei a ele”.
Jr 32.29Os soldados babilônios que estão cercando os muros entrarão na cidade, queimarão todas as casas em cujos terraços o povo queimou incenso a Baal e derramou vinho como oferta aos outros deuses. Foi exatamente isso que provocou a minha ira!
Jr 32.35Além disso, construíram altares a Baal, no vale de Hinom. Sacrificaram seus filhos e filhas como ofertas ao deus Moloque, maldade tão grande que eu nunca poderia imaginar, quanto mais ordenar! E todo o povo de Judá aprendeu a pecar assim’.
Dn 7.1–28Certa noite, durante o primeiro ano do reinado de Belsazar, rei da Babilônia, Daniel teve um sonho, trazendo visões à sua mente, estando ele deitado em sua cama. Ele escreveu o que viu, e aqui está a sua visão: “No meu sonho, vi uma grande tempestade no mar, os ventos soprando de todos os lados. Quatro grandes animais, todos diferentes, saíam de dentro do mar. O primeiro parecia um leão, mas tinha asas de águia! Eu continuei a olhar para ele e vi que as asas foram arrancadas. Ele não podia mais voar, mas se levantou como um homem e ganhou uma mente humana. “O segundo animal parecia um urso, com uma das patas levantada, pronto para atacar. Na sua boca havia três costelas, e eu ouvi uma voz dizendo ao animal: ‘Levante-se! Mate e coma o quanto puder!’
Dn 8.1–27No terceiro ano do reinado de Belsazar, eu Daniel, tive outra visão, parecida com a primeira. Na minha visão, eu estava na cidade de Susã, uma das capitais do império, que fica na província de Elão. Eu estava em pé, junto ao rio Ulai. Ao olhar em volta, vi um carneiro na outra margem do rio. Ele tinha dois chifres, e eu percebi que um dos chifres se tornou maior que o outro. O carneiro atacava com chifradas enquanto avançava para o oeste, para o norte e para o sul. Ninguém conseguia resistir ao carneiro nem salvar suas vítimas. Ele fazia o que bem queria e crescia muito. Enquanto eu olhava para o carneiro e pensava no que aquilo poderia significar, apareceu de repente, do oeste, um bode. Ele corria tão depressa que nem chegava a tocar no chão. Esse bode tinha um grande chifre, bem entre os olhos,