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Resposta de Davi a líderes hostis

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Temas bíblicosResposta de Davi a líderes hostisÀ medida que Davi se tornava bem-sucedido, o Rei Saul se tornava seu inimigo. O Senhor rejeitou Saul por causa da infidelidade do rei, e a unção do Espírito…

As passagens

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HISTÓRICOS
1Sa 15.1–35
Um dia Samuel disse a Saul: “O Senhor me mandou derramar óleo sobre a sua cabeça, como sinal de que você reinaria sobre o povo de Deus, Israel, e assim eu fiz. Por isso ouça agora a mensagem do Senhor. Assim diz o Senhor dos Exércitos: ‘Castigarei os amalequitas porque não permitiram meu povo atravessar o seu território, atacando-o, quando Israel veio do Egito. Agora vá e destrua por completo os amalequitas. Não poupe ninguém; mate homens, mulheres, crianças maiores, crianças que ainda mamam, bois, ovelhas, camelos e jumentos’ ”. Diante disso, Saul reuniu o seu exército em Telaim. Havia duzentos mil soldados de infantaria, além de dez mil homens vindos de Judá. Saul foi à cidade de Amaleque e armou uma emboscada no vale.
1Sa 16.1–14
Finalmente o Senhor disse a Samuel: “Você já lamentou o suficiente por Saul, pois eu o rejeitei como rei de Israel. Agora tome um vaso de azeite, vá a Belém e procure um homem chamado Jessé, porque escolhi um dos seus filhos para ser o novo rei”. Samuel, porém, perguntou: “Como posso fazer isso? Se Saul ouvir alguma coisa a esse respeito, ele me matará”. “Leve um novilho com você”, respondeu o Senhor, “e diga que você foi sacrificar ao Senhor. Depois convide Jessé para o sacrifício, e eu lhe mostrarei sobre qual dos seus filhos você deve derramar o azeite”. Samuel fez conforme o Senhor havia dito. Quando ele chegou a Belém, os líderes da cidade foram encontrá-lo, tremendo de medo. “Está tudo bem?”, perguntaram. “A sua visita é de paz?” Samuel respondeu: “Está tudo bem. Vim para oferecer sacrifício ao Senhor. Tratem de purificar-se, e venham comigo ao sacrifício”. E ele realizou a cerimônia de purificação em Jessé e seus filhos, e os convidou para o sacrifício.
1Sa 16.15–23
Alguns dos auxiliares de confiança de Saul disseram a ele: “Existe um espírito maligno, enviado pelo Senhor, que o atormenta. Se o senhor consentir, vamos encontrar um bom tocador de harpa que toque para Vossa Majestade sempre que o espírito atormentador, que o Senhor enviou sobre Vossa Majestade, o estiver aborrecendo”, disseram eles. “A música da harpa vai deixá-lo calmo, e logo se sentirá melhor”. “Está bem”, disse Saul aos seus servos. “Encontrem para mim um bom tocador de harpa e tragam-no”. Um dos servos disse: “Conheço um dos filhos do homem chamado Jessé, que é de Belém. Ele não somente é um ótimo tocador de harpa, como também é guerreiro forte e valente, fala bem e é de boa aparência. Acima de tudo”, acrescentou o auxiliar de Saul, “ele vive em comunhão com o Senhor”. Diante disso, Saul mandou mensageiros a Jessé, com a seguinte mensagem: “Envie-me o seu filho Davi, o pastor de ovelhas”.
1Sa 17.1–58
Os filisteus reuniram o seu exército para a guerra em Socó de Judá, e acamparam em Efes-Damim, entre Azeca e Socó. Saul e os israelitas se reuniram e acamparam no vale de Elá, posicionando-se para a batalha contra os filisteus. Assim os filisteus e os israelitas se defrontaram em colinas opostas, tendo o vale entre eles. Então Golias, um guerreiro filisteu de Gate, saiu das fileiras dos filisteus para enfrentar as forças de Israel. Ele era um gigante que tinha dois metros e noventa centímetros. Ele usava um capacete de bronze e vestia uma couraça de malha que pesava cerca de sessenta quilos;
1Sa 18.6–9
Quando o exército israelita voltou vitorioso para casa, depois que Davi matou o gigante Golias, as mulheres saíram de todas as cidades e ficaram à beira do caminho para celebrar a vitória e dar vivas ao rei Saul; cantavam e dançavam de alegria, ao som de tamborins e outros instrumentos musicais. As mulheres, dançando, cantavam alternadamente: “Saul matou milhares, e Davi matou dezenas de milhares!” Saul não gostou nada do que as mulheres cantavam e ficou muito zangado. “Que história é essa?”, disse ele. “Elas atribuíram a Davi dezenas de milhares e a mim somente milhares. Daqui a pouco vão declará-lo rei!” Dessa ocasião em diante o rei Saul começou a ter ciúmes de Davi.
1Sa 18.10–11
No dia seguinte, um espírito maligno da parte de Deus tomou conta de Saul, e ele entrou em transe em sua casa. Davi procurou acalmar o rei, tocando harpa, como costumava fazer nessas ocasiões. Porém, Saul tinha na mão a sua lança, e de repente atirou-a contra Davi, dizendo: “Encravarei Davi na parede com a lança”. Mas Davi saltou para o lado e escapou. Isso aconteceu duas vezes.
1Sa 18.13
Finalmente Saul o expulsou da sua presença, e o colocou como oficial de uma tropa de mil soldados, que Davi conduzia em suas batalhas.
1Sa 18.17–27
Certo dia, Saul disse a Davi: “Estou pronto a lhe dar minha filha mais velha, Merabe, por esposa. Mas primeiro você deve provar que é um soldado bravo, lutando nas batalhas do Senhor”. Porque Saul pensava consigo mesmo: “Eu o mandarei lutar contra os filisteus e deixarei que eles o matem em vez de eu mesmo matá-lo”. Mas Davi respondeu a Saul: “Quem sou eu, e quem é a minha família e o grupo de famílias de meu pai em Israel, para que eu me torne genro do rei?” Mas quando chegou o tempo de Saul dar a sua filha Merabe em casamento a Davi, ele a deu a Adriel, o meolita. Nesse meio-tempo, Mical, a outra filha de Saul, apaixonou-se por Davi, e Saul ficou contente quando soube. “Aqui está outra oportunidade de ver Davi morto pelos filisteus!”, disse Saul para si mesmo. Mas para Davi ele disse: “Você ainda poderá ser o meu genro, pois eu lhe darei minha filha mais moça”.
1Sa 19.7
Depois Jônatas chamou Davi e lhe contou o que tinha acontecido. Então ele levou Davi até Saul, e Davi voltou a servir a Saul como antes.
1Sa 19.9
Porém, um dia Saul estava sentado em sua casa, quando repentinamente um espírito maligno da parte do Senhor apoderou-se de Saul, estando com a sua lança na mão, enquanto Davi tocava a sua harpa.
1Sa 19.9–11
Porém, um dia Saul estava sentado em sua casa, quando repentinamente um espírito maligno da parte do Senhor apoderou-se de Saul, estando com a sua lança na mão, enquanto Davi tocava a sua harpa. Saul atirou-a contra Davi, tentando encravá-lo na parede. Mas Davi desviou-se diante de Saul, e a lança foi fincada na parede. Então Davi conseguiu fugir. Naquela mesma noite, Saul mandou soldados para vigiarem a casa de Davi e matá-lo quando ele saísse pela manhã; mas Mical, a mulher de Davi, o avisou, dizendo: “Se você não fugir esta noite, pela manhã você vai estar morto”.
1Sa 19.11–18
Saul mandou soldados para vigiarem a casa de Davi e matá-lo quando ele saísse pela manhã; mas Mical, a mulher de Davi, o avisou, dizendo: “Se você não fugir esta noite, pela manhã você vai estar morto”. Então ela ajudou Davi a descer por uma janela, e de lá ele correu e escapou. Depois Mical pegou a imagem do lar e a colocou na cama, cobriu-a com cobertores e colocou um travesseiro de pele de cabra na cabeceira da cama. Quando os soldados chegaram para prender Davi e levá-lo a Saul, Mical disse a eles que Davi estava doente e não podia sair da cama. Então Saul enviou mensageiros para que vissem Davi, dizendo: “Tragam-no aqui, mesmo na cama, para que eu o mate”.
1Sa 20.1–42
Então Davi fugiu de Naiote, em Ramá, e encontrou-se com Jônatas. “O que foi que eu fiz?”, exclamou Davi. “Qual é o meu crime? Qual foi o pecado que cometi contra o seu pai, para ele querer matar-me?” “Isso não é verdade!”, Jônatas afirmou. “Tenho certeza de que ele não planeja tal coisa, pois ele sempre me conta tudo o que pretende fazer, mesmo as coisas sem importância. Sei que meu pai não deixaria de falar comigo sobre um assunto dessa natureza. Não pense assim”. “É claro que você não sabe nada a esse respeito!”, disse Davi. “Seu pai sabe perfeitamente a respeito de nossa amizade; por isso ele disse para si mesmo: ‘Não vou contar a Jônatas. Por que eu o deixaria magoado?’ Mas a verdade é que estou bem perto da morte! Juro pelo Senhor e pela sua própria vida!” Então Jônatas disse a Davi: “Eu farei o que você desejar”. E Davi respondeu: “Amanhã começa a festa da lua nova. Anteriormente, eu sempre me assentava com seu pai para essa ocasião, mas amanhã eu me esconderei no campo e ficarei ali, até o final da tarde do terceiro dia.
1Sa 23.1–6
Um dia chegou a Davi a notícia de que os filisteus estavam atacando a cidade de Queila, roubando os mantimentos guardados nas eiras para secar, e ele perguntou ao Senhor: “Devo ir e atacar os filisteus?” “Sim, vá, ataque os filisteus e salve Queila”, disse o Senhor a Davi. Porém, os homens de Davi lhe disseram: “Estamos com medo, mesmo aqui em Judá; e por certo não queremos ir a Queila a fim de lutar contra as tropas dos filisteus!” Davi consultou novamente o Senhor se devia ir, e novamente o Senhor lhe respondeu: “Levante-se e vá à cidade de Queila, pois ajudarei você a vencer os filisteus”. Então eles foram a Queila, combateram os filisteus e tomaram o rebanho deles, derrotando-os e libertando o povo daquela cidade.
1Sa 24.1–22
Depois que Saul voltou de sua batalha contra os filisteus, disseram a ele que Davi tinha ido para o deserto de En-Gedi; então Saul reuniu três mil dos melhores soldados de todo o Israel, e foi à procura de Davi entre as Rochas das Cabras Selvagens. No lugar onde a estrada passava por alguns currais de ovelhas, Saul entrou numa caverna para fazer as suas necessidades; acontece que Davi e seus homens estavam escondidos na caverna! “Agora chegou a sua vez!”, os homens de Davi lhe disseram em voz baixa. “Este é o dia a respeito do qual o Senhor falou quando disse: ‘Certamente vou entregar o seu inimigo nas suas mãos; faça com ele o que você bem entender!’ ” Então Davi foi com todo o cuidado e, com toda a calma, cortou a barra do manto de Saul! Mas depois a sua consciência começou a atormentá-lo por ter cortado a barra do manto de Saul.
1Sa 24.6
“Eu não deveria ter feito isso”, disse ele aos seus homens. “Que o Senhor me guarde de fazer tal coisa ao meu senhor, de estender a minha mão contra o ungido do Senhor”.
1Sa 25.4–9
No deserto, quando Davi soube que Nabal estava tosquiando as ovelhas, enviou dez de seus moços ao Carmelo, dizendo-lhes: “Levem minha mensagem a Nabal, em Carmelo, e perguntem em meu nome como ele está. Digam-lhe: ‘Paz seja com o senhor e a sua família! Que Deus faça prosperar você e sua família, e aumente muitas vezes tudo o que você possui! Disseram-me que você está tosquiando as suas ovelhas. Enquanto os seus pastores estiveram entre nós, nunca fizemos mal a eles, nem tiramos coisa alguma deles durante todo o tempo em que estiveram no Carmelo. Pergunte aos seus moços, e eles lhe dirão se isto é verdade ou não. Agora enviei meus homens para pedir que você nos faça uma pequena contribuição, pois chegamos em uma época de festas. Por favor, dê a nós, os seus servos, e a seu filho Davi, qualquer coisa que tiver à mão’ ”.
1Sa 25.14–16
Nesse meio-tempo, um dos servos de Nabal foi procurar Abigail, mulher de Nabal, e disse a ela: “Davi enviou mensageiros do deserto para saudar o nosso senhor, mas ele insultou os homens e os expulsou daqui. Porém, os homens de Davi foram muito bons para conosco, e nunca nos fizeram mal algum; para dizer a verdade, dia e noite eles foram como um muro de proteção para nós e para as ovelhas, e nada foi tirado de nós durante todo o tempo em que estiveram ao nosso lado.
1Sa 26.1–25
Então os homens de Zife voltaram a Saul, em Gibeá, e disseram: “Davi voltou ao deserto, e está escondido na colina de Haquilá, em frente do deserto de Jesimom”. Diante disso, Saul levou três mil dos melhores soldados escolhidos de Israel, e saiu em perseguição a Davi. Saul acampou junto à estrada na colina de Haquilá, em frente ao deserto de Jesimom, onde Davi estava se escondendo. Porém, Davi ouviu falar da chegada de Saul e enviou espias para saber se Saul havia de fato chegado. Então certa noite Davi foi até o acampamento de Saul para ver o que se passava por lá. O rei Saul e Abner, filho de Ner, comandante do exército, estavam dormindo. Saul estava deitado no acampamento, e o seu exército estava acampado ao seu redor.
1Sa 26.9
Contudo, Davi disse a Abisai: “Não o mate, pois quem pode permanecer inocente depois de levantar a mão contra o ungido do Senhor?
1Sa 27.8–9
Ele e seus homens passavam o tempo atacando os gesuritas, os gersitas e os amalequitas — povos que viviam na terra que se estende na direção de Sur até a terra do Egito, desde tempos muito antigos. Quando Davi atacava a região, ele não deixava nenhuma pessoa com vida, nem homens nem mulheres, e tomava as ovelhas, os bois, os jumentos, os camelos e as roupas. Ele voltava e vinha para Aquis.
2Sa 1.1–27
Depois da morte de Saul, Davi voltou a Ziclague após a vitória sobre os amalequitas. Três dias mais tarde, veio um homem do exército israelita com as roupas rasgadas e terra sobre a cabeça, como sinal de tristeza. Ele inclinou-se diante de Davi com o rosto no chão, como sinal de respeito. “De onde vem você?”, Davi perguntou. “Eu escapei do acampamento israelita”, o homem respondeu. “O que foi que aconteceu?”, Davi perguntou. “Diga-me como foi a batalha”. E o homem respondeu: “Todo o nosso exército fugiu. Muitos homens estão mortos e feridos no campo, e Saul e seu filho Jônatas foram mortos”. Então Davi perguntou ao homem que havia trazido a notícia: “Como é que você sabe que eles estão mortos?”
2Sa 1.17–27
Davi chorou muito, e mais tarde escreveu um hino triste para Saul e Jônatas, e ordenou que o hino fosse ensinado aos homens de Judá. Este lamento está registrado no Livro de Jasar. “Ó Israel, o seu esplendor e alegria estão mortos sobre os montes; heróis poderosos caíram! Não contem essas notícias em Gate, nem anunciem nas ruas de Ascalom, para que não se alegrem as filhas dos filisteus, para que as nações que adoram deuses falsos não riam em triunfo. Ó montes de Gilboa, não caia orvalho nem chuva sobre vocês, nem haja plantação de cereais nas suas encostas. Pois ali os escudos dos guerreiros valentes foram profanados, bem como o escudo do poderoso Saul, que perdeu seu brilho.
2Sa 11.1–27
Na primavera do ano seguinte, na época em que os reis se preparavam para as guerras, Davi enviou Joabe e o exército israelita para destruir os amonitas e cercar a cidade de Rabá. Mas Davi ficou em Jerusalém. Uma tarde aconteceu que Davi se deitou para descansar, mas não conseguiu dormir. Então ele se levantou e foi para o terraço do palácio real e começou a prestar atenção em uma mulher muito bonita que tomava o seu banho. Então chamou um dos seus auxiliares e mandou procurar saber quem era aquela mulher. Disseram a ele: “Ela se chama Bate-Seba, filha de Eliã, e esposa de Urias, o heteu”. Davi mandou buscá-la e teve relações com ela. Bate-Seba tinha justamente terminado o seu ritual mensal de purificação. E ela voltou para casa. Mais tarde, a mulher percebeu que estava grávida e mandou um mensageiro a Davi dizendo que estava grávida.
PROFETAS
Jr 36.21–26
Jeoaquim, ouvindo os fatos, mandou Jeudi buscar o rolo. Jeudi foi à sala de Elisama, o secretário, e de lá trouxe o rolo com as profecias. Chegando diante do rei e dos líderes do governo, Jeudi leu as mensagens do Senhor. O rei estava numa parte do palácio especialmente construída para enfrentar o frio do inverno, sentado diante de um braseiro. Cada vez que Jeudi terminava de ler três ou quatro colunas, aquele pedaço era cortado pelo rei, com uma faca, e depois jogado ao fogo. Assim, pedaço por pedaço, o rolo foi completamente destruído! O rei e todas as autoridades que ouviram aquelas palavras não se alarmaram nem rasgaram as suas roupas em sinal de tristeza ou arrependimento. Apenas Elnatã, Delaías e Gemarias insistiram com o rei para não destruir o rolo, mas Jeoaquim nem quis saber a opinião dos seus oficiais.
Jr 36.21–27
Jeoaquim, ouvindo os fatos, mandou Jeudi buscar o rolo. Jeudi foi à sala de Elisama, o secretário, e de lá trouxe o rolo com as profecias. Chegando diante do rei e dos líderes do governo, Jeudi leu as mensagens do Senhor. O rei estava numa parte do palácio especialmente construída para enfrentar o frio do inverno, sentado diante de um braseiro. Cada vez que Jeudi terminava de ler três ou quatro colunas, aquele pedaço era cortado pelo rei, com uma faca, e depois jogado ao fogo. Assim, pedaço por pedaço, o rolo foi completamente destruído! O rei e todas as autoridades que ouviram aquelas palavras não se alarmaram nem rasgaram as suas roupas em sinal de tristeza ou arrependimento. Apenas Elnatã, Delaías e Gemarias insistiram com o rei para não destruir o rolo, mas Jeoaquim nem quis saber a opinião dos seus oficiais.
Jr 38.1–13
Sefatias, filho de Matã, Gedalias, filho de Pasur, Jucal, filho de Selemias, e Pasur, filho de Malquias, ouviram tudo que Jeremias estava dizendo a todo o povo: “Assim diz o Senhor: ‘Quem ficar em Jerusalém morrerá pela espada, pela fome ou pela doença. Mas quem se render aos babilônios escapará com vida, mesmo perdendo tudo o que tem’. Assim diz o Senhor: ‘Sem a menor sombra de dúvida, Jerusalém será conquistada pelo exército do rei da Babilônia. Nabucodonosor tomará posse desta cidade’ ”. Então os quatro oficiais procuraram o rei e disseram: “Este homem deve morrer! As suas palavras vão deixar todos os nossos soldados e cidadãos completamente desanimados! Ninguém mais vai querer lutar para defender a cidade. Jeremias não tem boas intenções com o povo; ele quer ver a sua ruína”. O rei Zedequias concordou e disse: “Façam o que bem entenderem com ele. De qualquer maneira, eu não poderia impedir vocês”.
Dn 3.1–30
O rei Nabucodonosor fez uma estátua dourada de vinte e sete metros de altura por dois metros e setenta centímetros de largura, e a colocou na planície de Dura, na província da Babilônia. Depois disso, mandou mensagens a todos os príncipes, governadores, capitães, tesoureiros, juízes, conselheiros e oficiais das províncias para que viessem à festa de dedicação da estátua feita pelo rei. Quando todos os príncipes, governadores, capitães, tesoureiros, juízes, conselheiros e oficiais tinham chegado e se reunido diante da estátua, o homem que anunciava as ordens do rei gritou: “Povos de toda a terra, homens de todas as línguas, ouçam a ordem do rei: “Quando ouvirem o som das trombetas, das flautas, das cítaras, das liras, das harpas e dos outros instrumentos, todos devem se curvar até o chão e adorar a imagem de ouro que o rei Nabucodonosor construiu.
Dn 6.1–28
O rei Dario decidiu dividir seu reino em cento e vinte províncias, escolhendo um governador para cada uma. Esses governadores tinham de prestar contas a três ministros — um dos quais era Daniel — para que o reino fosse bem governado. Em pouco tempo, Daniel mostrou que era mais capaz que todos os outros ministros e governadores. Ele era mais inteligente e sábio, por isso o rei pensava em tornar Daniel o primeiro-ministro. Com isso, os outros ministros e governadores ficaram cheios de inveja. Começaram a procurar alguma coisa do que acusar Daniel, um roubo ou desonestidade, mas não acharam nada. Daniel era muito fiel e honesto no seu trabalho. Não puderam achar nele falta alguma, pois ele era fiel; ninguém podia acusá-lo diante do rei. Assim, chegaram à conclusão de que não encontrariam acusação contra Daniel a menos que fosse algo relacionado com a lei do Deus dele!
EVANGELHOS
Jo 8.29
E aquele que me enviou está comigo; ele não me abandonou, porque sempre faço as coisas que o agradam”.
CARTAS
Fp 2.6–11
que, embora sendo Deus, não exigiu nem se apegou a seus direitos como Deus, mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo e tornando-se semelhante aos homens. E se humilhou a si mesmo, e foi obediente até a morte, e morte de cruz! Contudo, foi por causa disso que Deus o elevou até a mais alta posição e lhe deu um nome que está acima de qualquer outro nome, para que ao nome de Jesus todo joelho se dobre no céu, na terra, e debaixo da terra,
Hb 5.7–10
Enquanto esteve aqui na terra, Cristo suplicou a Deus, orando com lágrimas e agonia de alma ao único que poderia salvá-lo da morte. E Deus ouviu as orações dele por causa do seu intenso desejo de obedecer a Deus em todos os momentos. E embora Jesus fosse o Filho de Deus, teve de aprender por experiência própria o que era obedecer, por meio daquilo que sofreu. Foi depois dessa experiência, quando ele provou que era perfeito, que Jesus se tornou o doador da salvação eterna a todos os que lhe obedecem. Lembrem-se que Deus o escolhera para ser sumo sacerdote de acordo com a ordem de Melquisedeque.
1Pe 2.13–25
Pelo amor que vocês têm ao Senhor, obedeçam a todas as leis do governo; sejam as do rei, como autoridade maior, sejam as que são dos oficiais do rei, pois ele os enviou para castigar todos os que fazem o mal e honrar aqueles que fazem o bem. É da vontade de Deus que a vida correta de vocês faça com que se calem aqueles que insensatamente condenam o evangelho sem saberem o que ele pode fazer por eles, pois nunca experimentaram o seu poder. Vocês estão livres da lei, porém isso não quer dizer que estão livres para fazer o mal. Vivam como aqueles que são livres para fazer somente a vontade de Deus em todas as ocasiões. Mostrem respeito para com todos. Amem os irmãos em toda parte. Temam a Deus e respeitem o governo.
1Pe 3.1–7
Esposas, sujeitem-se aos seus maridos; porque assim eles serão ganhos, sem palavras, mas pelo comportamento respeitoso e puro de vocês, observando a vida piedosa e honesta de vocês. Não se preocupem com a beleza exterior que depende de joias, ou de roupas bonitas, ou de penteados exagerados. Ao contrário, sejam belas interiormente, em seus corações, com um espírito amável e manso, que é tão precioso para Deus. Esse tipo de beleza interior foi o que se viu nas santas mulheres do passado, as quais colocavam sua esperança em Deus e se sujeitavam aos planos do seu marido.

Seu estudo sobre Resposta de Davi a líderes hostis