Gênesis 1.2A terra era vazia e sem forma definida, e o Espírito de Deus se movia por sobre as águas.
Gênesis 1.6E Deus disse: “Que as águas se separem, entre a expansão do céu em cima e os oceanos em baixo”.
Gênesis 1.7Desse modo, Deus formou o firmamento, separando as águas que ficaram acima do firmamento das que ficaram abaixo. E assim foi.
Gênesis 1.9E Deus disse: “Que as águas que estão debaixo do céu se juntem, formando mares e oceanos, de modo que apareça a parte seca”. E assim foi.
Gênesis 1.10Deus chamou a parte seca de terra, e as águas de mares. E Deus ficou satisfeito.
Gênesis 1.20Depois Deus disse: “Que as águas se encham de peixes e de outras espécies de vida; e voem as aves sobre a terra, sob o firmamento dos céus”.
Lei · 180Históricos · 104Poéticos · 93Profetas · 147Escala em raiz: os livros grandes não achatam os outros
JEREMIAS · 26
Jeremias 2.13““O meu povo cometeu dois pecados terríveis: Eles me abandonaram, a mim, a fonte da água da vida, e construíram para si cisternas, cisternas rachadas, que não retêm a água!”
Jeremias 2.18“E qual é o lucro que você tem, indo ao Egito para beber água do rio Nilo? E por que vai à Assíria beber água do rio Eufrates?”
Jeremias 6.7“Como a água de um poço está sempre fresca, a maldade de Jerusalém está sempre bem viva dentro dela. Pelas ruas só se ouve o som da violência e do crime; cada vez que olho para ela, vejo a sua maldade como uma ferida aberta, como uma doença incurável.”
Jeremias 8.14““Então o povo dirá: ‘Para que vamos ficar aqui sentados, esperando a morte chegar? Vamos para as cidades protegidas por muros e morramos dentro delas! Pois o Senhor, o nosso Deus, já decretou nossa destruição; ele nos deu água envenenada para beber, porque nós temos pecado contra ele.”
Jeremias 9.1“Ah, quem dera que a minha cabeça fosse uma fonte de água e os meus olhos fossem uma manancial de lágrimas! Eu choraria noite e dia pela morte dos moradores do meu povo.”
Jeremias 9.15“Por causa disso, assim diz o Senhor Todo-poderoso: “Vou alimentar este povo com comida amarga e com água envenenada.”
Jeremias 9.18“Vamos, mulheres, chorem bastante! Lamentem por nós, até que os nossos olhos se encham de lágrimas e elas corram de nossas pálpebras!”
Jeremias 10.13“Quando Deus dá a ordem por meio do trovão, as águas rugem no céu e formam-se as grandes nuvens de chuva desde os confins da terra. Ele cria os relâmpagos que acompanham a tempestade; abre seu depósito e lança os ventos sobre a terra.”
Jeremias 13.1“Novamente me falou o Senhor. “Compre e use um cinto de linho, mas não o lave nem o ponha na água”.”
Jeremias 14.3“As pessoas ricas mandam seus servos buscar água nas cisternas. Mas as cisternas estão secas, e os seus servos voltam para casa com os jarros vazios, e, decepcionados e desesperados, cobrem a cabeça.”
Jeremias 15.18“Por que o Senhor não cura essa dor, essa ferida na minha alma? Por que não me livra dos meus inimigos? Sua ajuda parece um riacho do deserto: um dia com água de sobra, outro dia completamente seco!”
Jeremias 17.8“Ele será como uma árvore plantada à beira de um rio; as suas raízes entram profundamente na terra, em direção à água. Por isso, ele não se incomodará com o calor, e suas folhas continuam sempre verdes; mesmo no tempo da seca ele não fica ansioso, nem deixa de produzir frutos.”
Jeremias 17.13“Ó Senhor, esperança de Israel, quem o abandona acabará na maior desgraça; quem se afasta do Senhor será levado embora, como palavras escritas no pó. Tudo isso porque abandonaram o Senhor, a fonte das águas vivas.”
Jeremias 18.14“Poderá desaparecer a neve nas encostas rochosas do Líbano? Poderão os riachos de água bem fria que descem pelas encostas do monte Hermom parar de fluir?”
Jeremias 23.15“Por isso, assim diz o Senhor Todo-poderoso a respeito dos profetas: “Farei com que comam comida estragada e bebam água envenenada. Foi por causa desses profetas de Jerusalém que a terra ficou infestada pelo pecado”.”
Jeremias 31.9“Haverá lágrimas, mas eu os guiarei com grande cuidado. Eles andarão junto a correntes de águas mansas, e eu os guiarei por um caminho seguro, onde não tropeçarão, porque eu sou o pai de Israel, e Efraim é o meu filho mais velho.”
Jeremias 38.6“Os oficiais foram à cela onde estava Jeremias. Tiraram o profeta de lá e o jogaram dentro de um poço vazio no pátio da guarda do palácio. Esse poço pertencia a Malquias, filho do rei. Eles baixaram Jeremias com cordas. No fundo do poço não havia água, mas uma grossa camada de lama, e Jeremias ficou atolado nela.”
Jeremias 41.12“reuniram todos os seus soldados e partiram para lutar contra ele e seus homens. Eles o alcançaram junto ao grande açude de Gibeom.”
Jeremias 46.7““Que exército é este, marchando pela terra como o rio Nilo em época de cheia?”
Jeremias 46.8“É o exército do Egito que se espalha como o rio Nilo na enchente da primavera. O faraó pensa consigo mesmo, muito convencido: ‘Inundarei a terra como uma enchente! Destruirei as cidades e todos os seus habitantes!’”
Jeremias 47.2“Assim diz o Senhor: “Uma enchente está vindo do norte para inundar a terra dos filisteus; destruirá as cidades e os campos, inundará esta terra e tudo o que nela existe, as cidades e os seus moradores. Eles vão gritar de medo, todos os filisteus vão gritar de dor”
Jeremias 48.34“Esses gritos se ouvem em toda a terra de Moabe, desde Hesbom até Eleale e Jaaz, desde Zoar até Horonaim e Eglate-Selisia. Até as águas do rio Ninrim secaram, e a região está abandonada.”
Jeremias 50.38“Os inimigos farão secar as fontes de água da cidade. Por que tudo isso vai acontecer? Porque a Babilônia é uma terra cheia de ídolos, porque o povo babilônio enlouqueceu por causa dos seus ídolos horríveis.”
Jeremias 51.13“Você, Babilônia, cortada por rios e canais, cidade de grande comércio, cheia de tesouros, saiba que chegou a hora do seu castigo, o resultado da sua sede de riqueza!”
Jeremias 51.16“Ao som do trovão no céu, as chuvas caem. As águas sobem da terra em forma de vapor; ele cria os relâmpagos para as grandes tempestades e tira o vento dos seus depósitos.”
Jeremias 51.55“O Senhor está destruindo a Babilônia! A sua poderosa voz some em meio ao barulho da invasão inimiga, que cobre a terra dos babilônios como as grandes ondas do mar.”