HISTÓRICOS
Js 15.63Mas a tribo de Judá não conseguiu expulsar os jebuseus que residiam em Jerusalém. Assim os jebuseus vivem até hoje entre os descendentes de Judá em Jerusalém.
Jz 1.8Os homens de Judá também guerrearam contra Jerusalém e a conquistaram. Eliminaram a sua população e puseram fogo na cidade.
Jz 1.21A tribo de Benjamim não conseguiu expulsar os jebuseus que moravam em Jerusalém. Por isso eles vivem lá, misturados com os israelitas, até a data em que este livro foi escrito.
Jz 19.10–12Mas dessa vez o homem estava mesmo decidido a partir sem passar mais uma noite ali. Partiram e conseguiram chegar perto da cidade de Jebus, isto é, Jerusalém, ele, os dois animais de carga aparelhados, e a sua concubina. Estando já perto de Jebus, e como já era quase noite, disse o servo ao seu senhor: “É muito tarde para continuar viajando. Vamos parar nesta cidade dos jebuseus e passar a noite aqui”. “Não”, respondeu o seu senhor, “não vamos ficar numa cidade estrangeira. O povo dali não pertence a Israel. Vamos continuar e passar a noite em Gibeá”.
2Sa 5.6–9O rei Davi partiu depois com as suas tropas para Jerusalém a fim de combater os jebuseus que moravam lá. “Você nunca entrará aqui”, disseram os jebuseus. “Até os cegos e os aleijados são capazes de expulsar você daqui!” Eles tinham certeza de que estavam em segurança ali em Jerusalém. Porém Davi e os seus soldados os derrotaram e tomaram a fortaleza de Sião, que depois se chamou “Cidade de Davi”. Quando aquele recado por parte dos jebuseus chegou a Davi, ele disse aos seus soldados: “Entrem na cidade pelo canal de água e destruam aqueles cegos e aleijados, inimigos de Davi!” Essa é a origem do ditado: “Os cegos e os aleijados não podem entrar no palácio”. Então Davi fez da fortaleza de Sião a sua morada e chamou-a de Cidade de Davi. Começando por Milo, Davi foi construindo defesas até o palácio.
1Re 8.1Salomão reúne Israel para trazer a arcaEntão Salomão mandou chamar a Jerusalém todos os líderes de Israel, os líderes das tribos e os chefes das famílias israelitas a fim de verem a mudança da arca da aliança do Senhor, do Tabernáculo em Sião, a Cidade de Davi, para o templo.
1Re 8.44“Quando enviar seu povo para a guerra contra os seus inimigos e o seu povo orar ao Senhor, olhando para a cidade de Jerusalém, que o Senhor escolheu, e para este templo, que edifiquei ao seu nome,
1Re 8.48se eles de todo o coração e toda a alma se converterem ao Senhor e orarem voltados para esta terra que deu aos seus pais e para esta cidade de Jerusalém que o Senhor escolheu, e para este templo que construí ao seu nome,
1Re 11.13Deus preserva uma tribo por amor de JerusalémMas não tirarei o reino inteiro dele; vou deixar que ele seja rei de uma tribo, por amor a Davi, meu servo, e por amor a Jerusalém, a cidade que escolhi”.
1Re 11.32Mas vou deixar uma tribo para ele por amor ao meu servo Davi, e por amor a Jerusalém, a cidade que escolhi acima de todas as outras cidades de Israel.
1Re 11.36O filho dele ficará com uma tribo, de modo que os filhos de Davi continuem a reinar em Jerusalém, a cidade que escolhi como o lugar onde o meu nome deve ser adorado.
1Re 14.21Enquanto isso, Roboão, filho de Salomão, era rei em Judá. Ele tinha quarenta e um anos de idade quando começou a reinar, e ocupou o trono durante dezessete anos, em Jerusalém, a cidade que, no meio de todas as tribos de Israel, o Senhor tinha escolhido para dedicar ao seu nome. A mãe de Roboão era Naamá, uma amonita.
2Re 14.11–14Mas Amazias não quis ouvir o seu conselho, e Jeoás, rei de Israel, reuniu o seu exército e o atacou. A batalha entre Jeoás, rei de Israel, e Amazias, rei de Judá, começou em Bete-Semes, uma das cidades de Judá. Judá foi derrotado por Israel, e o exército fugiu, indo cada um para sua casa. O rei Amazias, filho de Joás, neto de Acazias, foi preso por Jeoás, em Bete-Semes. Então Jeoás e o exército de Israel marcharam para Jerusalém e derrubaram o muro desde a Porta de Efraim até a Porta da Esquina, uma distância de cerca de cento e oitenta metros. O rei Jeoás fez muitas pessoas reféns; levou todo o ouro e a prata dos utensílios dos cofres do templo do Senhor e dos depósitos do palácio real. Em seguida voltou para Samaria.
2Re 18.13–17Mais tarde, no décimo quarto ano do reinado de Ezequias, Senaqueribe, rei da Assíria, cercou e tomou todas as cidades fortificadas de Judá. O rei Ezequias mandou ao rei da Assíria que estava em Láquis esta mensagem: “Errei. Estou pronto a pagar tudo o que você exigir, contanto que se retire daqui”. O rei da Assíria exigiu de Ezequias, rei de Judá, dez toneladas e meia de prata e mil e cinquenta quilos de ouro. Para ajuntar toda essa quantia, Ezequias usou toda a prata que estava guardada no templo e nos cofres do palácio. E teve ainda de arrancar o ouro das portas do templo e dos batentes das portas que haviam sido cobertos com ouro, e entregou tudo ao rei da Assíria. Apesar disso, o rei da Assíria mandou, de Láquis, seu comandante do campo, seu principal tesoureiro e o chefe do seu estado-maior. Esses três foram com um grande exército e acamparam ao longo da estrada que fica ao lado do campo onde os tintureiros punham a roupa para branquear, perto do abastecimento de água do açude superior.
2Re 25.1–10O rei Nabucodonosor, da Babilônia, reuniu todo o seu exército e cercou a cidade de Jerusalém, chegando ali no décimo dia do décimo mês do nono ano do reinado de Zedequias em Judá. Eles acamparam fora da cidade e construíram rampas de ataque ao redor da cidade. O cerco continuou até o décimo primeiro ano do reinado de Zedequias. O último alimento que havia na cidade foi comido no nono dia do quarto mês. Naquela noite, o rei e seus soldados fizeram um buraco no muro interno e fugiram em direção da Arabá, passando por uma porta que existe entre os muros duplos, perto do jardim do rei. Os soldados babilônios que cercavam a cidade saíram atrás do rei e o prenderam nas planícies de Jericó, e todos os seus homens o abandonaram.
2Cr 3.1Então Salomão iniciou a construção do templo do Senhor em Jerusalém, no alto do monte Moriá, onde o Senhor havia aparecido ao rei Davi, pai de Salomão, no antigo terreiro de cereais de Araúna, o jebuseu, lugar que havia sido designado por Davi.
2Cr 6.5Deus escolhe uma cidade para o seu nome“ ‘Nunca antes, desde que tirei meu povo da terra do Egito, escolhi uma cidade das tribos de Israel como local para construir um templo, onde meu nome seja glorificado; e nunca antes escolhi um líder para meu povo Israel.
2Cr 6.34“Quando o seu povo sair por sua ordem para combater os inimigos e orar voltado para esta cidade de Jerusalém que o Senhor escolheu e para este templo que construí em honra ao seu nome,
2Cr 12.1–12Sisaque sobe contra JerusalémMas assim que Roboão adquiriu fama e se tornou poderoso, ele e o povo abandonaram a lei do Senhor. Por causa dessa infidelidade ao Senhor, o rei Sisaque, do Egito, atacou Jerusalém no quinto ano do reinado do rei Roboão, com mil e duzentos carros, sessenta mil cavaleiros e um enorme número de soldados de infantaria formado de egípcios, líbios, suquitas e etíopes. Ele tomou as cidades fortificadas de Judá e dentro de pouco tempo chegou a Jerusalém. Então o profeta Semaías se encontrou com Roboão e com os líderes de Judá de todas as partes do país, pois eles tinham fugido de Sisaque para Jerusalém, porque ali era mais seguro. O profeta Semaías disse a eles: “Assim diz o Senhor: ‘Vocês me abandonaram; por isso eu abandonei vocês e os entreguei nas mãos de Sisaque’ ”.
2Cr 12.13O rei Roboão firmou-se no poder em Jerusalém. Ele tinha quarenta e um anos de idade quando começou a reinar e reinou dezessete anos em Jerusalém, a cidade que o Senhor havia escolhido dentre todas as tribos de Israel para ali manifestar a sua presença. A mãe dele era uma amonita e se chamava Naamá.
2Cr 26.9Uzias fortifica Jerusalém com torresUzias construiu torres fortificadas em Jerusalém, junto à porta da Esquina, à porta do Vale e no canto do muro.
2Cr 26.15E construiu em Jerusalém máquinas de guerra para atirarem flechas e pedras enormes, usadas nas torres e nas muralhas. Essas máquinas foram projetadas por homens de grande perícia. Dessa maneira ele se tornou muito famoso, porque o Senhor o ajudava de maneira maravilhosa, até que ele se tornou muito poderoso.
2Cr 32.1–5Ezequias prepara a cidade contra SenaqueribePassado algum tempo, depois desse bom trabalho do rei Ezequias, Senaqueribe, rei da Assíria, invadiu Judá e cercou as cidades fortificadas para tomá-las. Quando ficou claro que Senaqueribe tinha intenções de atacar Jerusalém, Ezequias reuniu seus oficiais e comandantes do conselho de guerra para decidir sobre a ideia de fechar a passagem das águas das fontes que havia fora da cidade; e eles concordaram. Assim, eles organizaram uma enorme equipe de trabalho para fechar as fontes de águas e o riacho que atravessava os campos. “Por que deveria o rei da Assíria vir e encontrar essa água?”, perguntavam. Então Ezequias deixou ainda mais fortes as suas defesas, reparando os trechos onde o muro estava quebrado, e acrescentando posições de grande resistência, além de construir outro muro por fora do primeiro. Também reforçou o forte de Milo, na Cidade de Davi, e fabricou muitas armas e escudos.
2Cr 32.27–30Ezequias se tornou muito rico e era muitíssimo honrado. Ele construiu depósitos especiais para guardar sua prata, seu ouro, as pedras preciosas, os perfumes e muitos objetos de valor. Também construiu muitos armazéns para os cereais, para o vinho novo e azeite de oliva, além de estábulos, com muitas cocheiras para os animais e currais para os rebanhos de ovelhas e cabras. Ezequias construiu muitas cidades e possuía muitos rebanhos, porque Deus concedeu a ele grande riqueza. Ezequias fez uma represa das águas da fonte superior de Giom e, por meio de um canal, trouxe as águas para o lado oeste da Cidade de Davi. Ele foi bem-sucedido em tudo que fez.
Ed 1.1–6No primeiro ano do reinado de Ciro, rei da Pérsia, cumpriu-se o que o Senhor tinha dito por meio do profeta Jeremias. O Senhor despertou o coração de Ciro para fazer uma proclamação em todo o seu reino, e o fez também por escrito: “Assim declara Ciro, rei da Pérsia: “O Senhor, o Deus dos céus, deu-me todos os reinos da terra, e mandou-me construir um templo para ele em Jerusalém, na terra de Judá. Quem dentre vocês pertence ao seu povo, vá para Jerusalém de Judá para reconstruir esse templo do Senhor, que é o Deus de Israel, o Deus que habita em Jerusalém. Faço votos de que as bênçãos de Deus estejam com vocês. Os vizinhos devem ajudar nas despesas daqueles que voltarem para a sua terra, doando prata, ouro, bens, animais, além das ofertas voluntárias para o templo de Deus, em Jerusalém”. Então Deus despertou um grande desejo nos líderes das tribos de Judá e Benjamim, nos sacerdotes e levitas, e em muitos outros para voltarem a Jerusalém imediatamente e reconstruírem o templo do Senhor.
Ne 1.1–11História da vida de Neemias, filho de Hacalias, escrita por ele mesmo: No mês de quisleu no vigésimo ano de Artaxerxes, rei da Pérsia, enquanto eu estava no palácio na cidade de Susã, um de meus irmãos, chamado Hanani, veio me fazer uma visita em companhia de alguns homens que haviam chegado de Judá. Na conversa que tive com eles procurei saber como iam as coisas em Jerusalém. “Como estão os judeus que restaram, aqueles que voltaram do cativeiro, e como está Jerusalém?”, perguntei a eles. Eles responderam: “As coisas por lá não andam nada boas; os que sobreviveram ao exílio e estão de volta na província de Judá passam por grande aflição e humilhação. Os muros de Jerusalém ainda estão derrubados, e as suas portas estão destruídas pelo fogo”. Quando ouvi o que eles disseram, senteime e chorei. Na verdade, durante alguns dias eu não quis saber de comer, pois passava o tempo orando ao Deus dos céus. Então clamei: Ó Senhor, Deus dos céus, grande e temível, que guarda a aliança e é misericordioso com aqueles que o amam e obedecem aos seus mandamentos!
Ne 2.1–20No mês de nisã do vigésimo ano do rei Artaxerxes, eu estava servindo vinho ao rei. O rei nunca me havia visto triste antes quando estava na sua presença. Por isso ele me perguntou: “Por que você está com o rosto tão triste? Por acaso está doente? Você me parece um homem que está passando por grandes dificuldades”. Fiquei com muito medo diante da pergunta, mas respondi ao rei: “Que o rei viva para sempre! Senhor, por que não deveria eu estar triste, se a cidade onde estão enterrados os meus pais está em ruínas, e as suas portas foram destruídas pelo fogo?” “E o que se pode fazer?”, perguntou o rei. Fiz uma oração ao Deus dos céus pedindo orientação, e respondi: “Se for do agrado do rei e se o rei me tratar com seu real favor, peço que me deixe ir a Judá para reconstruir a cidade em que meus pais estão enterrados!”
Ne 3.1–32Então Eliasibe, o sumo sacerdote, e os outros sacerdotes começaram a reconstruir o muro que ia até a torre dos Cem e até a torre de Hananel; depois de reconstruírem a porta das Ovelhas, eles a consagraram e colocaram as portas no seu lugar. Os homens que vieram da cidade de Jericó trabalharam perto deles, e logo adiante estava a turma de trabalho dirigida por Zacur, filho de Inri. Os filhos de Hassenaá reconstruíram a porta do Peixe; eles fizeram o trabalho completo: cortaram as vigas, colocaram as portas, e fizeram os ferrolhos e as trancas. Meremote, filho de Urias, que era filho de Hacoz, consertou a parte seguinte do muro. Ao seu lado, Mesulão, filho de Berequias, que era filho de Mesezabeel, fez os reparos; e ao seu lado trabalhava Zadoque, filho de Baaná. O trecho seguinte foi reparado pelos homens que vieram de Tecoa, mas os chefes deles não quiseram se juntar ao serviço, rejeitando a orientação dos seus supervisores.
Ne 4.1–23Sambalate ficou furioso quando soube que estávamos reconstruindo o muro. Ficou indignado e dirigiu muitos insultos contra nós, caçoou de nós, e a mesma coisa fizeram os seus amigos e os oficiais do exército samaritano. “O que esse punhado de judeus pobres e fracos pensa que está fazendo?”, caçoava ele. “Será que eles pensam que podem reconstruir o muro em um dia? Será que oferecerão sacrifícios ao Deus deles? E olhem para essas pedras queimadas que eles estão arrastando dos montes de entulho e usando novamente!” Tobias, o amonita, que estava de pé ao lado dele, disse caçoando: “Pois que construam! Basta uma simples raposa andar em cima do muro deles, e o muro cairá!” Então fiz esta oração: “Ó Deus, ouça-nos, porque estamos sendo desprezados. Que tudo isso caia sobre as cabeças deles, e que eles se tornem escravos numa terra estrangeira! Não deixe sem castigo o pecado deles. Não apague esse pecado, pois provocaram o Senhor diante dos que edificam o muro”.
Ne 5.1–19Por esse tempo houve um grande grito de protesto tanto de homens como de mulheres contra os seus irmãos judeus. Alguns diziam: “As nossas famílias são grandes, e precisamos de trigo para nos alimentarmos e continuarmos vivos”. Outros diziam: “Tivemos de penhorar nossas terras, nossas vinhas e nossas casas para conseguir trigo para matar a nossa fome”. E outros, ainda, diziam: “Tivemos de tomar dinheiro emprestado para pagar o imposto cobrado sobre as nossas terras e as nossas vinhas. Somos irmãos deles, e nossos filhos são iguais aos filhos deles. No entanto, somos obrigados a vender nossos filhos e nossas filhas como escravos, a fim de conseguirmos dinheiro suficiente para viver. Já vendemos algumas de nossas filhas, e não temos recursos para comprá-las de volta, pois as nossas terras e as nossas vinhas foram penhoradas por esses homens”.
Ne 6.1–19Quando Sambalate, Tobias, Gesém, o árabe, e os outros dentre os nossos inimigos descobriram que já havíamos quase completado a reconstrução do muro, e que não havia nenhuma brecha, se bem que ainda não tínhamos colocado todas as portas dos portões nos seus lugares, eles me mandaram o seguinte recado: “Venha, vamos nos encontrar numa das vilas na campina de Ono”. Mas compreendi que planejavam me fazer mal; por isso respondi, mandando este recado: “Estou fazendo um trabalho muito importante! Não vejo motivo para suspender o trabalho e ir conversar com vocês”. Quatro vezes eles mandaram o mesmo recado, e sempre dei a mesma resposta. Da quinta vez, o ajudante de Sambalate veio com uma carta aberta na mão,
Ne 11.1Os líderes israelitas passaram a morar em Jerusalém, a cidade santa, nesse tempo; e por meio de um sorteio, uma décima parte do povo das outras cidades e vilas de Judá e de Benjamim também viveria ali. Os outros israelitas deveriam ficar em suas próprias cidades.
Ne 11.18Ao todo, havia 284 levitas em Jerusalém.
PROFETAS
Is 14.32Que resposta daremos ao mensageiro dos filisteus? Digam a eles: “Foi o Senhor quem fundou a cidade de Jerusalém; lá os aflitos de Israel que estiveram em dificuldade encontrarão abrigo e proteção!”
Is 52.1–3Acorde, acorde, ó Sião! Vista-se de novas forças. Enfeite-se com belos vestidos, ó Sião, cidade santa; porque nunca mais entrarão por suas portas os pagãos e os impuros. Sacuda o pó, levante-se do chão e venha sentar-se em seu devido lugar; arranque do seu pescoço as correntes da escravidão, ó cativa filha de Sião! Pois assim diz o Senhor: “Quando eu entreguei o meu povo para ser escravo, vocês foram vendidos por nada; por isso, vou resgatá-los, sem pagar nada também”.
Is 52.1Acorde, acorde, ó Sião! Vista-se de novas forças. Enfeite-se com belos vestidos, ó Sião, cidade santa; porque nunca mais entrarão por suas portas os pagãos e os impuros.
Ez 8.1–18No quinto dia do sexto mês do sexto ano do exílio, eu e as autoridades de Judá estávamos em minha casa, quando o poder do Soberano, o Senhor, veio sobre mim. Vi uma figura que se parecia com um homem. Da cintura para baixo ele era como fogo; da cintura para cima sua aparência era de um metal brilhante. Estendeu algo parecido com um braço, e pegou-me pelos cabelos. O Espírito me levantou no ar entre o céu e a terra, e me levou até Jerusalém, numa visão dada por Deus. Cheguei à entrada da porta do norte, onde estava o grande ídolo que tanto ofendeu o Senhor. De repente, vi diante de mim a glória do Deus de Israel, tal como eu tinha visto antes no vale. Então ele me disse: “Filho do homem, olhe para o norte!” Olhei, e lá estava, junto à porta do altar, o grande ídolo que era uma ofensa contra Deus.
Ez 9.1–11Então eu o ouvi clamar em alta voz: “Venham! Aproximem-se os homens convocados para destruir esta cidade. Venham armados e prontos para o combate!” Em resposta ao seu chamado, surgiram seis homens vindos pelo portão superior, do lado norte. Cada um deles estava armado com um machado de guerra, e no meio dos seis guerreiros havia um homem vestido de linho. Na sua cintura levava material para escrever. Eles entraram no templo e ficaram ao lado do altar de bronze. Nisso, a glória do Deus de Israel abandonou o lugar onde havia ficado até então, acima dos querubins no lugar santo, e se moveu para a entrada do templo. Então o Senhor chamou o homem vestido de linho que levava o material de escrever e disse a ele: “Dê uma volta pelas ruas de Jerusalém, e faça um sinal na testa de todas as pessoas que choram e gemem de tristeza por causa de todos esses horríveis pecados que o povo anda cometendo”. Ouvi também quando ele ordenou aos outros seis: “Vão atrás dele e matem, sem dó nem piedade, todas as pessoas cuja testa não esteja marcada.
Ez 10.1–22Olhei para cima e vi, sobre a superfície brilhante acima das quatro criaturas, que eram querubins, um trono que parecia de safira. O Senhor falou ao homem vestido de linho: “Passe por entre as rodas que giram, até ficar sob os querubins. Apanhe um punhado de brasas ardentes e espalhe por toda a cidade de Jerusalém”. Ele fez o que o Senhor havia mandado, e eu fiquei olhando. Os querubins estavam na parte sul do templo quando o homem vestido de linho entrou. A nuvem da glória do Senhor encheu o pátio interno. Então a glória do Senhor saiu de sobre os querubins e se colocou na entrada do templo. O templo ficou cheio da nuvem da glória, enquanto o pátio brilhava com a maravilhosa luz da glória do Senhor. O barulho das asas dos querubins parecia a voz do Deus todo-poderoso. Eu podia ouvir tudo muito bem, no pátio externo.
Ez 43.1–27Depois de tudo isso, o homem me levou de volta ao muro externo, à porta que dava para o leste, e, de repente, lá estava ela! Vindo do oriente, a glória do Deus de Israel se aproximava! O som de sua voz parecia o barulho de uma grande queda d’água. Toda a paisagem se iluminou com a glória divina. A visão era igual às duas outras que eu tivera, a primeira junto ao canal de Quebar, quando ele veio destruir a cidade; a segunda quando o Espírito me levou a Jerusalém para profetizar a sua destruição. Ao ver a maravilhosa glória do Senhor, eu me ajoelhei, colocando o meu rosto junto ao chão. A glória do Senhor entrou no templo pela porta leste do muro externo. No mesmo instante, o Espírito me suspendeu no ar e me levou até o pátio interno do templo. Lá eu vi que a glória do Senhor enchia completamente o templo!
Dn 9.24“O Senhor determinou setenta semanas de castigo sobre Jerusalém e seu povo para restringir a transgressão e acabar com o pecado; toda a culpa do povo será apagada. Então, o reino da eterna justiça começará, e o Lugar Santíssimo será ungido para cumprir a visão e a profecia.