Jr 51.35Tomara que as maldades que a Babilônia fez a Judá sejam devolvidas uma por uma! Tomara que o sangue dos judeus mortos seja vingado com o sangue dos moradores da Babilônia”, diz Jerusalém.
Jr 51.50Fujam para bem longe, todos vocês que escaparam da destruição! Não parem nem olhem para trás! Lembrem-se de Jerusalém, lembrem-se do Senhor e voltem para sua própria terra!
Jr 52.1Zedequias tinhas vinte e um anos de idade quando se tornou rei em Jerusalém, e reinou por onze anos. O nome de sua mãe era Hamutal, filha de Jeremias, de Libna.
Jr 52.3O Senhor ficou tão irado com o povo de Judá e de Jerusalém que o lançou fora da sua presença. Ora, Zedequias se rebelou contra o rei da Babilônia.
Jr 52.4No nono ano do reinado de Zedequias, no décimo mês, o rei da Babilônia, Nabucodonosor, atacou Jerusalém com todo o seu exército. Cercaram a cidade e construíram rampas para atacar os muros.
Jr 52.12No décimo dia do quinto mês do décimo nono ano do reinado de Nabucodonosor, rei da Babilônia, Nebuzaradã — o comandante da guarda do rei da Babilônia — chegou a Jerusalém.
Jr 52.13Ele incendiou o templo do Senhor, o palácio real e todas as casas de Jerusalém. Todos os edifícios importantes foram incendiados.
Jr 52.14Os soldados babilônios comandados por Nebuzaradã derrubaram os muros que cercavam a cidade.
Jr 52.29No décimo oitavo ano, mais 832 tiveram o mesmo destino;
Lm 1.4As estradas de Sião estão tristes e vazias; não há ninguém para ir às festas religiosas no templo; os portões da cidade estão desertos. Os sacerdotes gemem de tristeza. As jovens de Jerusalém estão desesperadas. A cidade de Sião está em angústia profunda.
Lm 1.6Toda a beleza, toda a glória de Jerusalém acabou. Os seus príncipes são cervos que não acham pasto; sem forças fugiram do perseguidor.
Lm 1.7Agora que é escrava, que está cheia de tristeza e sem lar, Jerusalém se lembra da riqueza e da alegria do passado. Quando os inimigos chegaram e prenderam todo o povo, ninguém veio ajudá-la. E Jerusalém se lembra de como os seus inimigos zombaram dela, quando foi destruída!
Lm 1.8Os pecados de Jerusalém foram tão terríveis que ela se tornou impura. Os que antes eram seus amigos, hoje a desprezam porque viram Jerusalém nua e humilhada. Por isso, ela chora e esconde o rosto, envergonhada.
Lm 1.17Sião pede ajuda, mas não há quem a console. O Senhor ordenou: “Os vizinhos de Israel serão seus inimigos! Todos vão considerar Jerusalém uma coisa imunda!”
Lm 2.1O Senhor derruba as fortalezas de JudáAs nuvens da ira do Senhor cobriram Jerusalém. Lançou por terra a glória e o esplendor de Israel que se elevava para os céus, e não se lembrou do estrado dos seus pés no dia da sua ira.
Lm 2.4Como um inimigo, preparou o seu arco; como um adversário, firmou a sua mão direita. Ele usou toda a sua força para matar os jovens formosos do seu povo. A ira do Senhor foi como um fogo sobre a tenda da cidade de Sião.
Lm 2.6O Senhor destruiu a sua morada com violência, como se desmancha um canteiro de jardim. O lugar onde o povo de Deus se reunia foi destruído e o Senhor fez o povo esquecer as suas festas religiosas e os sábados. Cheio de ira, rejeitou o rei e o sacerdote.
Lm 2.8O Senhor decidiu derrubar os muros da cidade de Sião. Mediu e marcou exatamente o que devia ser destruído. Ele fez gemer o muro e o antemuro e os derrubou.
Lm 2.10Os anciãos de Jerusalém se sentam na terra, em silêncio, vestidos de pano de saco e jogam terra sobre as cabeças. As moças de Jerusalém abaixam a cabeça até o chão.
Lm 2.13Ah, Jerusalém! Que posso dizer a seu favor? Com que posso compará-la? Com quem a assemelharei, para consolá-la? É impossível; nunca houve no mundo um sofrimento igual ao seu. A sua desgraça é tão grande como o mar; quem poderá socorrê-la?
Lm 2.15Quem passa perto de Jerusalém, bate palmas, balança a cabeça e diz, zombando: “Esta é a cidade que era conhecida como a mais bela do mundo e a alegria de toda a terra?”
Lm 2.18Agora o povo chora e se lamenta perante o Senhor. Muros da cidade de Sião, que as lágrimas corram como um rio; chorem, chorem sem parar, chorem de dia e de noite! Não se permita nenhum descanso.
Lm 4.2Os preciosos filhos de Sião, que antes valiam o seu peso em ouro, agora valem menos que um vaso de barro, obra das mãos de um oleiro!
Lm 4.11Mas agora a ira do Senhor já passou. Ele já despejou sobre nós toda sua fúria. Ele acendeu um fogo que queimou os alicerces de Sião.
Lm 4.12Nenhum rei da terra poderia imaginar que um exército inimigo conseguisse entrar pelas portas de Jerusalém; ninguém poderia pensar que isso pudesse acontecer!
Lm 4.22O castigo de Sião acabará, quando terminar sua escravidão; depois disso os judeus nunca mais serão escravos. Mas ele punirá a sua maldade, ó filha de Edom, e exporá o seu pecado.
Lm 5.11Em Jerusalém e nas outras cidades de Judá, as mulheres e moças são violentadas em plena rua.
Lm 5.18O monte de Sião está destruído e deserto; por ali perambulam os chacais.
Ez 4.1“Agora, filho do homem, pegue um tijolo de barro ainda mole e grave nele um desenho da cidade de Jerusalém.
Ez 4.7Enquanto isso, você deve continuar representando o cerco de Jerusalém. Deve ficar com o rosto virado para o desenho da cidade; com o braço nu estendido em sua direção, profetize contra a cidade.
Ez 4.16Depois acrescentou: “Filho do homem, eu provocarei falta de alimento em Jerusalém. A comida será tão pouca que vai ser cuidadosamente dividida entre os moradores. Também vai faltar água, e será necessário beber apenas alguns goles por dia. O povo todo ficará ansioso para beber, com medo de a água acabar.
Ez 5.5Assim diz o Soberano Senhor: “Isso mostra o que vai acontecer a Jerusalém, a cidade que eu coloquei entre muitos povos.
Ez 8.3Estendeu algo parecido com um braço, e pegou-me pelos cabelos. O Espírito me levantou no ar entre o céu e a terra, e me levou até Jerusalém, numa visão dada por Deus. Cheguei à entrada da porta do norte, onde estava o grande ídolo que tanto ofendeu o Senhor.
Ez 9.4e disse a ele: “Dê uma volta pelas ruas de Jerusalém, e faça um sinal na testa de todas as pessoas que choram e gemem de tristeza por causa de todos esses horríveis pecados que o povo anda cometendo”.
Ez 9.8Quando eles terminaram de cumprir as ordens, fiquei sozinho no templo. Então eu me ajoelhei, abaixei o rosto até o chão e, chorando, perguntei: “Ah, Soberano Senhor! Será que o Senhor vai destruir todo o povo de Israel, lançando a sua ira contra Jerusalém?”
Ez 11.15“Filho do homem, esse resto do povo que ficou em Jerusalém fala dos israelitas levados para a Babilônia — os seus parentes e amigos — dizendo: ‘Foi por causa da sua maldade que o Senhor os mandou embora! Agora, ele nos deu esta terra, para ser nossa propriedade!’
Ez 12.10Pois vá dizer a eles o seguinte: ‘Assim diz o Soberano, o Senhor: Esta mensagem é para o príncipe de Jerusalém, e para o povo que vive em Jerusalém’.
Ez 12.19Além disso, diga ao povo: ‘Assim diz o Senhor, o Soberano, a respeito dos moradores de Jerusalém, em Judá: Eles vão dividir seus alimentos e sua água com muita ansiedade e medo. Isso vai acontecer porque os inimigos acabarão com as plantações e com os alimentos da terra. Esse será o castigo pela maldade e violência do povo que vive em Jerusalém.
Ez 13.16Os profetas de Israel não passavam de um bando de profetas mentirosos, anunciando visões de paz para Jerusalém, quando não existe paz, diz o Soberano, o Senhor.
Ez 14.21“E o Soberano, o Senhor, diz: Imagine então, quando eu mandar os meus quatro castigos: a guerra, a fome, os animais ferozes e a doença contra Jerusalém! Todos serão destruídos, tanto homens como animais!
Ez 14.22Apenas poucos vão escapar, levando seus filhos e filhas. Virão se encontrar com vocês aqui na Babilônia. Então vocês poderão compreender como eram grandes os pecados daquela gente; verão como foi justo todo o castigo que eu lancei sobre Jerusalém.
Ez 15.6“Por isso, diz o Soberano, o Senhor: Jerusalém e seus habitantes são como um galho de videira brava jogado no fogo para ser destruído — inúteis antes e depois de queimados!
Ez 16.2“Filho do homem, mostre a Jerusalém os terríveis pecados que ela cometeu.
Ez 16.3Diga a eles: Assim diz o Soberano, o Senhor, a Jerusalém: Você não é melhor que uma cidade fundada por gente estranha, na terra dos cananeus. Seu pai era um amorreu e sua mãe descendia dos heteus!
Ez 17.12“Pergunte a esse povo rebelde: Vocês não percebem o significado desta charada? Vou lhes contar. O rei da Babilônia, a primeira águia, atacou Jerusalém, e prendeu o rei e as autoridades principais, levando os prisioneiros para a Babilônia.
Ez 21.2“Filho do homem, vire-se na direção de Jerusalém! Anuncie notícias de destruição para os altares dos falsos deuses; profetize contra a terra de Israel
Ez 21.20uma estrada indicando para a direção da cidade de Rabá e a outra estrada para Jerusalém, a cidade-fortaleza, em Judá.
Ez 21.22Finalmente, decidirão atacar Jerusalém, seguindo o caminho da direita. Cercarão a cidade, tentarão derrubar os portões e os muros com grandes troncos, gritarão as ordens de batalha e ameaças de morte aos moradores da cidade, construirão rampas de terra para atacar os soldados que defendem os muros, farão torres de madeira para atirar flechas contra os homens de Jerusalém.
Ez 22.19Por isso, assim diz o Soberano, o Senhor: Já que vocês se tornaram impurezas do metal, eu os ajuntarei em Jerusalém.
Ez 23.4A mais velha se chamava Oolá, e a mais nova, Oolibá. Na verdade, Oolá é Samaria, e Oolibá é Jerusalém. Casei-me com elas e tiveram filhos e filhas.