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PESSOA

Paulo

Παῦλος

Perseguidor da igreja que se tornou missionário entre os gentios; Atos o acompanha de Damasco até a prisão a caminho de Roma.

Também chamadoSaulo· 182 menções

Resumo

Resumo · TIPNR e Tyndale

Gerado a partir das fontes · ainda não revisadoSugerir correção

Paulo, também chamado Saulo, aparece em Atos primeiro como perseguidor: respirava ameaças e mortes contra os discípulos do Senhor e pediu cartas para as sinagogas de Damasco At 9.1–5. Perto da cidade, uma luz do céu o derrubou, e a voz que o chamava identificou-se como Jesus, a quem ele perseguia At 9.1–5.

Mais tarde, em Antioquia, o Espírito Santo mandou separar Barnabé e Saulo para a obra a que os havia chamado At 13.1–5. Enviados pelo Espírito, desceram a Selêucia, navegaram ao Chipre e anunciaram a palavra de Deus nas sinagogas dos judeus At 13.1–5. Quando alguns fariseus que tinham crido exigiram a circuncisão dos gentios e a guarda da Lei de Moisés, Paulo e Barnabé enfrentaram a questão e subiram a Jerusalém, onde os apóstolos e anciãos se reuniram para tratar dela At 15.2–6.

Nas viagens seguintes, Paulo entregava às igrejas as determinações dos apóstolos e anciãos de Jerusalém, e as igrejas eram firmadas na fé At 16.3–7. O Espírito o impediu de falar a palavra na Ásia At 16.3–7. Por três sábados argumentou pelas Escrituras que o Cristo devia morrer e ressuscitar, e o tumulto que se seguiu atingiu a casa de Jasão At 17.2–6. Em Éfeso encontrou discípulos que só conheciam o batismo de João e os batizou no nome do Senhor Jesus At 19.1–5.

O fim de Atos mostra Paulo sob ameaça e preso. Uma cilada dos judeus o fez voltar pela Macedônia At 20.1–5. Diante do conselho, afirmou ter andado com boa consciência diante de Deus At 23.1–5. Foi entregue a um centurião para navegar rumo à Itália At 27.1–5. Na ilha, uma víbora o mordeu e ele nada sofreu At 28.3–7.

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A vida em passagens

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At 23.5
“Eu não sabia que ele era o sumo sacerdote, irmãos”, respondeu Paulo, “porque as Escrituras dizem: ‘Nunca ofenda uma das autoridades do seu povo’.”
At 23.6
Paulo sabia que alguns deles eram saduceus e outros fariseus! Então ele gritou: “Irmãos, eu sou fariseu, como foram todos os meus antepassados! E estou sendo julgado hoje aqui, porque creio na ressurreição dos mortos!”
At 23.10
A gritaria aumentava cada vez mais, e os homens de ambos os lados se empurravam e puxavam Paulo para cá e para lá. Finalmente o comandante, com medo que eles despedaçassem o apóstolo, mandou que os soldados retirassem Paulo à força do meio deles e o levassem de volta para a fortaleza.
At 23.11
Na noite seguinte o Senhor apareceu ao lado de Paulo e disse: “Tenha coragem, Paulo; assim como você testemunhou a meu respeito ao povo em Jerusalém, você também deve testemunhar em Roma”.
At 23.12
No outro dia pela manhã, os judeus tramaram uma conspiração e juraram que não comeriam nem beberiam enquanto não matassem Paulo!
At 23.14
Então foram aos principais sacerdotes e líderes dos judeus e disseram: “Juramos solenemente, sob maldição, que não comeremos enquanto não matarmos Paulo.
At 23.16
Mas o sobrinho de Paulo, filho de sua irmã, ficou sabendo do plano deles e foi à fortaleza contar tudo a Paulo.
At 23.17
Este chamou um dos centuriões e disse: “Leve este rapaz ao comandante. Ele tem algo importante para contar-lhe”.
At 23.18
Assim ele o levou ao comandante. Então o centurião disse: “O preso Paulo me chamou e me pediu que trouxesse este jovem ao senhor, para contar-lhe algo”.
At 23.20
“Amanhã”, disse ele, “os judeus planejam pedir ao senhor que leve Paulo diante do Sinédrio novamente, fingindo que querem obter mais alguma informação a respeito dele.
At 23.24
Entreguem a Paulo um cavalo para montar e levem o acusado em segurança ao governador Félix”.
At 23.31
Assim, naquela noite, conforme foi ordenado, os soldados levaram Paulo para Antipátride.
At 23.33
onde apresentaram Paulo e a carta ao governador.
At 24.1
Cinco dias depois o sumo sacerdote Ananias chegou com alguns dos líderes judaicos e um advogado chamado Tértulo, para apresentarem as acusações deles contra Paulo.
At 24.10
Nisso chegou a vez de Paulo. O governador fez sinal para que ele se levantasse e falasse. Paulo então disse: “Eu sei que o senhor tem sido por muitos anos juiz de questões judaicas, e isto me dá confiança em apresentar a minha defesa.
At 24.23
Mandou Paulo para o cárcere, mas instruiu ao centurião que ele fosse tratado com alguma liberdade e não proibisse nenhum dos amigos dele de visitá-lo e servi-lo, para tornar mais confortável sua permanência ali.
At 24.24
Vários dias depois veio Félix com sua própria esposa Drusila, que era judia. Mandou buscar Paulo, e os dois ouviram falar a respeito da fé em Cristo Jesus.
At 24.26
Ele esperava também que Paulo desse dinheiro para ficar livre, e por isso estava sempre mandando buscá-lo para conversar com ele.
At 24.27
Desta forma passaram-se dois anos; então Félix foi substituído por Pórcio Festo. E como Félix queria ganhar a simpatia dos judeus, manteve Paulo na prisão.
At 25.2
Uma cilada pedida a Festo contra Pauloonde os sacerdotes principais e outros líderes judaicos apresentaram as acusações deles contra Paulo.
At 25.4
Mas Festo respondeu: “Paulo está preso em Cesareia e eu mesmo voltarei para lá em breve.
At 25.6
Entre oito a dez dias depois ele voltou a Cesareia, e no dia seguinte convocou o tribunal e mandou que trouxessem Paulo.
At 25.7
Na chegada de Paulo ao tribunal, os judeus vindos de Jerusalém se juntaram em volta dele, fazendo muitas acusações sérias que não podiam provar.
At 25.8
Então Paulo fez a sua defesa: “Eu sou inocente. Nada fiz de errado contra a lei dos judeus, nem contra o templo, nem contra César”.
At 25.9
Então Festo, ansioso para agradar aos judeus, perguntou: “Você está disposto a ir a Jerusalém para lá ser julgado diante de mim, acerca dessas acusações?”
At 25.10
Mas Paulo respondeu: “Eu invoco o meu privilégio de uma audiência diante do próprio César. O senhor sabe muito bem que eu não tenho culpa nenhuma.
At 25.14
Como a permanência deles durou diversos dias, Festo discutiu com o rei o caso de Paulo. “Existe aqui um preso”, disse ele, “cuja causa me foi deixada por Félix.
At 25.19
Ao contrário, tinham alguma divergência a respeito da religião deles, e de um certo Jesus, que morreu, que Paulo insiste que está vivo!
At 25.21
Mas Paulo apelou para César! Então o mandei de volta à prisão até poder enviá-lo a César”.
At 25.23
No dia seguinte, depois que o rei e Berenice tinham chegado com grande pompa à sala do tribunal, acompanhados de oficiais militares e homens importantes da cidade, Festo mandou trazer Paulo.
At 26.1
Então Agripa disse a Paulo: “Você pode apresentar a sua defesa”. E assim Paulo fez um sinal com a mão e começou a sua defesa, dizendo:
At 26.14
Todos nós caímos no chão, e eu ouvi uma voz que dizia em aramaico: ‘Saulo, Saulo, por que você está me perseguindo? Você está apenas fazendo mal a você mesmo’.
At 26.24
De repente Festo interrompeu a defesa de Paulo e disse em voz alta: “Paulo, você está louco. As muitas letras o fazem delirar!”
At 26.25
Mas Paulo respondeu: “Não estou louco, excelentíssimo Festo. Eu falo palavras verdadeiras e com o juízo perfeito,
At 26.28
Agripa interrompeu a Paulo: “Você acha que em tão pouco tempo pode convencer-me a tornar-me seguidor de Cristo?”
At 26.29
E Paulo respondeu: “Que Deus permitisse que, em pouco ou em muito tempo, tanto Vossa Majestade como todos os demais que estão aqui pudessem tornar-se como eu sou, mas sem estas correntes”.
At 27.1
Paulo entregue a um centurião rumo à ItáliaFoi resolvido assim que partiríamos para a nossa viagem de navio a Roma; de modo que Paulo e diversos outros presos foram postos debaixo da guarda de um centurião chamado Júlio, membro da guarda imperial.
At 27.3
No dia seguinte, quando ancoramos em Sidom, Júlio foi muito bondoso com Paulo e permitiu que ele descesse em terra para visitar amigos e receber os cuidados deles.
At 27.9
Ali passamos diversos dias. O tempo estava ficando perigoso para viagens longas naquela época, porque já havia passado o Jejum, e Paulo avisou:
At 27.11
Mas o centurião responsável pelos presos deu mais ouvidos ao capitão e ao proprietário do navio do que a Paulo.
At 27.21
Ninguém tinha comido por um longo tempo, mas Paulo finalmente se levantou no meio da tripulação e disse: “Homens, vocês deveriam ter-me dado ouvidos no início e não ter deixado Bons Portos, pois assim teriam evitado todo este prejuízo e esta perda!
At 27.24
‘Não tenha medo, Paulo, porque você sem falta será julgado diante de César! Deus concedeu o seu pedido e salvará a vida de todos os que navegam com você’.
At 27.31
Mas Paulo disse aos soldados e ao centurião: “Vocês vão morrer todos, se esses homens não ficarem a bordo”.
At 27.33
Quando a escuridão deu lugar à primeira luz da manhã, Paulo insistiu que todos comessem. “Vocês não têm comido nada há duas semanas”, dizia ele.
At 27.43
Mas o centurião queria poupar a vida de Paulo, e não permitiu que executassem seu plano. Então ordenou que todos os que sabiam nadar saltassem ao mar e fossem para a terra.
At 28.3
A víbora na ilha e a hospitalidade de PúblioEnquanto Paulo estava juntando uma braçada de gravetos para pôr no fogo, uma cobra venenosa, que fugia do calor, prendeu-se na mão dele!
At 28.8
O pai de Públio estava doente de febre e disenteria. Paulo entrou para vê-lo e orou por ele, impôs as mãos sobre sua cabeça, e ele foi curado!
At 28.15
Os irmãos de Roma tinham sabido que estávamos chegando e vieram encontrar-se conosco no fórum da via Ápia. Outros se reuniram a nós nas Três Vendas. Quando Paulo os viu, deu graças a Deus e sentiu-se animado.
At 28.16
Ao chegarmos a Roma, Paulo teve permissão para morar onde quisesse, embora sob a custódia de um soldado.
At 28.17
Três dias depois da chegada dele, convocou os líderes judaicos do lugar e falou o seguinte: “Meus irmãos, eu fui preso pelos judeus de Jerusalém e entregue ao governo romano para ser processado, embora não tenha causado prejuízo a ninguém, nem desobedecido aos costumes dos nossos antepassados.

Seu estudo sobre Paulo